quinta-feira, 26 de março de 2009
Companhia instável procura assistente administrativo(a)
Solicita-se envio currículo até dia 3 de Abril, 6ª feira, para e-mail: c.instavel@mail.telepac.pt
Local: Porto
quarta-feira, 25 de março de 2009
Estreia hoje texto de Luís Mestre

OS QUE SUCEDEM , estreia hoje no Estúdio Zero, no Porto, com texto de Luís Mestre e encenação de Manuel Tur.
Três jovens executam um assalto com contornos misteriosos. Acossados e feridos decidem esconder-se num espaço abandonado. É nessa noite que as relações entre eles são postas à prova e que as suas memórias mais profundas revelam as heranças familiares.
segunda-feira, 23 de março de 2009
BELÉM URBANA | convite a artistas e criadores portugueses ou estrangeiros
Com o intuito de reunir uma programação nacional de qualidade, adaptada às características dos espaços exteriores do Centro Cultural de Belém, vimos convidar artistas e criadores portugueses ou estrangeiros que residam em Portugal a apresentar projectos de pequeno e médio formato em qualquer das áreas mencionadas.
Os projectos devem ser enviados , até ao dia 30 de Abril para:
Fundação Centro Cultural de Belém
CCB FORA DE SI | Rita Bagorro
Praça do Império
1449-003 LISBOA
Para informações adicionais
Rita Bagorro | 21 361 2400 | rita.bagorro@ccb.pt
domingo, 22 de março de 2009
«Janis e a Tartaruga» no renovado Cine-Teatro Constantino Nery, em Matosinhos
Janis é uma jovem à boleia pelas estradas de um país em mudança. A força interior que a acompanha nesta viagem é apenas um reflexo de uma geração que incorporou a mudança social como o maior dos desejos colectivos.
Janis é a voz de uma juventude que procurou encontrar-se a si própria através do excesso e que procurou na diferença um manifesto para a auto-afirmação. O espaço-tempo desta peça encontra frente-a-frente as drogas e a libertação sexual, a música rebelde e os sentimentos anti-guerra, a luta anti-racista e o alcance de uma existência mais verdadeira.
Muitos verão em Janis a figura lendária de Janis Joplin. Outros sentirão que aquela que caminha é apenas uma entre muitos jovens que decidiram fazer frente a uma América que colocou tartarugas lentas no caminho.
“Janis e a Tartaruga” não é uma biografia. É apenas, de alguma forma, uma visita à geração dos sessenta.
Ficção, monólogo, uma rapariga, uma tartaruga... e outra que aparece no lugar de cada um de nós.
Texto de Pedro Pinto e Filipe Pinto
Direcção musical | Carlos Tê
Interpretação | Filomena Cautela
Até 29 de Março2009
sábado, 21 de março de 2009
João Lagarto encena David Mamet

Até 5 de Abril o Teatro dos Aloés tem em cena, na Amadora, "Blue" de David Mamet.
É uma selecção e montagem das “pequenas peças e monólogos”de DAVID MAMET. Produções menores? Não. É o próprio MAMET que afirma: “Estas peças de 3 e 10 minutos são a melhor coisa que eu alguma vez fiz”.
Dificilmente se resumiria aqui a história, ou as histórias: “um homem fala sobre o seu cão, uma mulher fala com um homem mais velho sobre a vida no campo, dois amigos dissertam sobre Deus e as coincidências...”
Na sua espantosa teatralidade estas histórias são uma série variada de vinhetas sobre os ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA.
David Mamet – Nasceu em 1947 em Chicago, é actor, encenador, dramaturgo, professor, ensaista, guionista, realizador e produtor.
Os seus primeiros textos são Duck Variations (1972) e Sexual Perversity in Chicago (1974).
Em 1977 é premiado pela Associação de Críticos de Teatro de Nova Iorque.
Receberá ainda o prémio Pulitzer com a peça Glengarry Glen Ross.
Estreia-se na realização com Things Change em 1984 e logo após House of Games e Homocide.
É, na linha de Beckett e de Pinter, um dos mais importantes criadores teatrais do nosso tempo
Tradução e Encenação: João Lagarto
Cenografia e Figurinos: Sara Machado da Graça
Músico: Afonso Lagarto
Desenho de Luz: João Carlos Marques
Interpretação: Afonso Lagarto, Joana Bárcia, Jorge Silva, José Peixoto, e Sérgio Praia
sexta-feira, 20 de março de 2009
Felicidade em tempos de crise

quarta-feira, 18 de março de 2009
TMP com novo logótipo
Após um ano de comemorações – os 20 anos do Teatro de Marionetas do Porto – durante o qual a companhia registou um número recorde de espectáculos (216) e de espectadores (23.017), é iniciado um novo ciclo com o lançamento de um NOVO SITE (www.marionetasdoporto.pt), contendo muito mais informação, no qual se pode consultar todos os aspectos relativos à actividade da companhia, nomeadamente no que se refere à programação.O Teatro de Marionetas do Porto terá como próxima produção, WONDERLAND, baseada na obra de Lewis Carroll, que irá estar em cena, de 8 a 24 de Maio, no novo Teatro Constantino Nery, em Matosinhos. É um espectáculo para público adulto.
A companhia tem agora um novo logótipo criado por Júlio Vanzeler.
terça-feira, 17 de março de 2009
A Mãe, de Bertolt Brecht, com música de Hanns Eisler

A Mãe, de Bertolt Brecht, com música de Hanns Eisler e encenação de Gonçalo Amorim estreia na CULTURGEST, em Lisboa, Quinta 19 e estará em cena até Domingo 22 de Março de 2009.
Vamos imaginar uma guerra perpétua entre ricos e pobres. E no meio dessa guerra vamos seguir uma heroína: Pelagea Vlassova: A Mãe que já foi de Gorki e de Brecht, e que agora será nossa – A Mãe agora colocada num futuro próximo. Essa que escolhe de forma violenta lutar por um ideal que embala como se fosse um filho, um ideal mais importante que o próprio filho.
Num mundo de incertezas, esta é uma tentativa de apresentar provocações/soluções outras que nos façam questionar este caminho político único e difuso que, evidentemente, não nos serve. Enquanto artistas vemos A Mãe como uma possibilidade de reflectirmos sobre as ideologias, a família (à luz do “Drama familiar no teatro épico” de que nos fala Benjamin), a loucura, a guerra... Uma possibilidade de começarmos desde já a pensar o futuro. - Gonçalo Amorim
Gonçalo Amorim nasceu em 1976 no Porto. É membro dos Primeiros Sintomas e cooperante do Teatro O Bando, com os quais tem desenvolvido grande parte da sua actividade teatral. Em 2007 ganhou ex-aequo o Prémio da Crítica pela encenação de Foder e ir às compras de Mark Ravenhill.
Título original | Die Mutter (1931)
Tradução | Lino Marques (Teatro III de Brecht, Livros Cotovia)
Encenação | Gonçalo Amorim
Assistência e pesquisa dramatúrgica | Ana Bigotte Vieira
Cenografia | Rita Abreu
Figurinos e adereços | Ana Limpinho e Maria João Castelo
Tradução das canções ! Pedro Boléo e João Paulo Esteves da Silva
Músico |João Paulo Esteves da Silva
Pesquisa e recolha musical | Pedro Boléo
Sonoplasta| Sérgio Milhano
Movimento | Vânia Rovisco
Desenho de luz | José Manuel Rodrigues
Construção de cenário | Nuno Tomaz e Carlos Caetano
Design gráfico | Rosa Baptista
Imagem | Frederico Lobo
Produção | Mafalda Gouveia
Assistência de Produção | Andreia Carneiro
Interpretação| Bruno Bravo, Carla Galvão, Carla Maciel, Carloto Cotta, David Pereira Bastos, Mónica Garnel, Paula Diogo, Pedro Carmo, Raquel Castro e Romeu Costa
Co-produção Gonçalo Amorim, Culturgest, Centro Cultural Vila Flor e TEMPO – Teatro Municipal de Portimão
segunda-feira, 16 de março de 2009
Encenação de João Brites a partir de Al Berto

João Brites encena A Noite, a partir do texto Apresentação da Noite, de Al Berto, uma montagem de excertos gravados entre 1981 e 1983, textos inéditos e outras obras como O Medo, Lunário ou À Procura do Vento num Jardim d'Agosto. Poeta surgido nos finais dos anos 70, Al Berto, pseudónimo de Alberto Raposo Pidwell Tavares (1948-1997), distingue-se por uma lírica confessional e reflexiva, marcada pelos afectos.
Em mais de vinte anos de actividade literária, a expressão poética assumida pelo autor é marcada pela disforia que parece cercar o homem num ambiente que lhe é hostil e que contamina a sua escrita. A palavra ganha um poder exorcizante mostrando-se necessário tornar audível o silêncio onde, como disse Al Berto, “se perde todo e qualquer desejo de escrever”.
Interpretação Ana Lúcia Palminha e Pedro Gil
Dramaturgia e espaço cénico João Brites
Oralidade Teresa Lima
Corporalidade Vânia Rovisco
Figurinos e adereços Clara Bento
Desenho e operação de luz João Cachulo
co-produção Teatro O Bando e Teatro Nacional D. Maria II
até 05 de Abr 2009
domingo, 15 de março de 2009
As Dunas, um texto de Manuel Lourenzo com direcção de Quico Cadaval

Permanecerá em cena no Salón Teatro, Santiago de Compostela, até ao dia 2 de Abril As Dunas, um texto de Manuel Lourenzo com direcção de Quico Cadaval, produzido pelo Centro Dramático Galego.
O Centro Dramático Galego (CDG) estreou no Salón Teatro de Santiago As dunas, obra escrita por Manuel Lourenzo - Prémio Nacional da Cultura Galega 2008 na categoria de Artes cénicas - e dirigida por Quico Cadaval. Autor e director juntam os seus talentos nesta nova produção a que ambos se referem como "um cabaré sobre o paraíso perdido", uma comédia com forte componente onírica que fala sobre especulação urbanística, corrupção, amor, desamor e sexo.
Quico Cadaval volta ao CDG depois do êxito da passada temporada com Noite de Reis. Para esta encenação idealizou uma montagem de teatro, dança e música ao vivo, para o que conta com um elenco multidisciplinar de que fazem parte tanto nomes consagrados como novos valores da cena galega: Paula Buján, Evaristo Calvo, Paulo Oliveira, Manuel Cortés, Susana Dans, Christian Escuredo, Juan Carlos Mosquera "Mos", Iria Pinheiro, Rodrigo Roel e Davide Salvado. Completam a equipa artística Baltasar Patiño, no desenho do espaço cénico e de luz, Gilda Bonpresa (guarda-roupa), Armando Martén (coreografia), Bernardo Martínez (espaço sonoro) e Hugo Torres como assistente de encenação.
A estética do espectáculo inspira-se na cultura popular dos anos setenta, especialmente nos filmes da chamada terceira via (a meio caminho entre o cinema cómico e o de autor), na banda desenhada, na telenovela e na fotonovela. O resultado, nas palavras do próprio encenador, é "uma espécie de pastiche com um pouco de aventura, um pouco de crítica política, um pouco de sexo e um pouco de humor".
sexta-feira, 13 de março de 2009
Escrever teatro no Porto
quinta-feira, 12 de março de 2009
Eric-Emmanuel Schmitt na Comuna

Quando amamos, a quem amamos? Saberemos um dia quem é o ser amado? Amor correspondido não é apenas um mal-entendido feliz? Estes são alguns dos eternos mistérios do sentimento amoroso com que dois homens se defrontam em Variações Enigmáticas, texto do dramaturgo francês Eric-Emmanuel Schmitt, agora montado pela Comuna Teatro de Pesquisa.
Apenas numa década, Eric-Emmanuel Schmitt transformou-se num dos autores francófonos mais lidos e representados no mundo.
Nascido em 1960, licenciado pela Ecole Normale Supérieure de París, catedrático de filosofia, Eric-Emmanuel Schmitt dá-se a conhecer primeiro no teatro com O Visitante, esse encontro hipotético entre Freud e talvez Deus. Seguem-se outros êxitos: Variações enigmáticas, O Libertino, O hotel dos dois mundos, Pequenos crimes conjugais, Os Meus Evangelhos e A Tectónica dos sentimentos. Ganhou vários prémios César e o Grande Prémio de Teatro da Academia Francesa. As suas pecças estão representadas e traduzidas em mais de 50 países.
Elenco: Carlos Paulo e Álvaro Correia
Teatro da Comuna, Lisboa
quarta-feira, 11 de março de 2009
Transacções

Encenada por João Reis, a actriz Catarina Furtado encarna, em "Transacções", a personagem principal, Loren, uma "marchand" não muito bem sucedida que tenta comprar um quadro de Pollock. De 12 de Março a 3 de Maio no Teatro Maria Matos, em Lisboa.
David Truscott é um milionário americano, em processo de divórcio, que pretende desfazer-se de um quadro de Pollock. Loren, a protagonista, é uma marchand que vê neste quadro a possibilidade quase imediata de uma ascensão social e material. Especulando a partir do seu valor de mercado, o quadro será alvo de várias licitações, propostas por personagens com revelações bizarras e relações em queda: Kel, Mindy, Manny, Phyllis, Dawn e Gerry, este último marido de Loren. Personagens à bout de souflle, mas com dinheiro para “estourar” antes de estourarem consigo. Em tempos de crise e desarranjos económicos, o estouro dos ricos não é o mesmo dos pobres. Sobretudo dos que são obscenamente ricos. No complexo e inesgotável mundo do mercado da arte, e dos mais variados conceitos sobre o que é uma obra de arte, Loren procura o seu “anjo” e vê num quadro de Pollock a possibilidade de chegar a ele. “Se nós estamos algures a meio caminho entre o macaco e o anjo – aquilo – (olhando de novo para cima, para a pintura) é o anjo.”
O anjo como ascensão a um certo status ou como elevação e êxtase artístico?
texto David Williamson
tradução Manuel Portela
encenação João Reis
cenografia Pedro Tudela
figurinos Helena Carmona
assistente de figurinos Vanessa Marques
desenho de luz Nuno Meira
sonoplastia Francisco Leal
interpretação António Durães, Carlos Gomes, Catarina Furtado, Joaquim Horta, Lígia Roque, Mafalda Vilhena, Marta Furtado
co-produção Pura Visão e Teatro Maria Matos
terça-feira, 10 de março de 2009
Contra-bando no Minho

CONTRA-BANDO é um espectáculo de Teatro-Dança que está a ser apresentado em casas de aldeia do Vale do Minho. Essas casas são o palco de um encontro entre a terra, artistas, animais e habitantes.
Todos, em conjunto, estudam os vigorosos trabalhos do campo e da dança, e através do artifício teatral, acendem em cada lareira o fogo das artes.
O público, ao entrar, celebra um ilusionismo feito com aldeões que se transformam em actores, actores em homens rurais, palha que salta de lenços de assoar, sombras de santos que pairam numa sala, enguias que dançam, pão que se reparte.
Um espectáculo que acorda as grandes e velhas pedras deste vale.
FICHA ARTÍSTICA
Encenação, Dramaturgia e Coreografia: Madalena Victorino
Assistência Coreográfica: Ainhoa Vidal
Interpretação e Co-Criação: Ainhoa Vidal, Miguel Fragata, Gonçalo Fonseca, Luís Filipe Silva, Mónica Tavares, Rui Mendonça, Tânia Almeida
Filme Documental: Olga Ramos e Ricardo Rezende
DATAS E LOCAIS DE APRESENTAÇÃO
Vila Nova de Cerveira |Campos | Lugar das Furnas
“Labaredas”
13 de Março Sexta-Feira | 21h00
14 de Março Sábado | 11h30 | 16h00 | 21h00
15 de Março Domingo | 11h30 | 16h00 | 21h00
Monção | Lara | Mercearia dos Vilar
“Uma pequena ideia de amor”
20 de Março Sexta-Feira | 17h30
21 de Março Sábado | 11h30 | 15h00 | 17h30
22 de Março Domingo |11h30 | 15h00 | 17h30
Valença | Verdoejo | Estufas de Flores
“Saias de sabão”
27 de Março Sexta-Feira |21h00
28 de Março Sábado |11h30 | 16h00 | 21h00
29 de Março Domingo |11h30 | 16h00 | 21h00
CONTRA-BANDO a salto: 3 a 5 de Abril
domingo, 8 de março de 2009
Alt.09 em Vigo

Entra na segunda semana o 8º Festival Alternativo de Artes Cénicas, de Vigo.
A oitava edição do ALT.o9 apresenta mais uma vez um conjunto de propostas artísticas contemporâneas e inovadoras.
Dirigido por Lola Correa e a Roberto Taboada, esta 8ª edição, a decorrer na cidade galega até 14 de Março, apresenta, na segunda semana de programação que agora começa, “El rey de la soledad” pela Cía Playground; “Periferia” pela Cía Voadora; “Concerto Desconcerto” pela Cía Entremans; “Dar patadas para no desaparecer” pela Cía Colectivo 96º; “Cos pés e só cos pés”-pela Cía D2; “Epílogos”pela Cía Toujours après minuit; “A mirada de Pier” pela Cía Nut Teatro; “Bicho eres un bicho” por Idoia Zabaleta e Filipa Francisco; “Alicia en Grusian Project” por Estela Lloves e Tania Arias; “Motor de busca” por David Marques; e“O alemán” por Diego Anido.
Toda a programação e informações gerais em http://www.festivalt.org/
sábado, 7 de março de 2009
Encontros ALCULTUR em Lagos

Com a participação 446 profissionais, termina hoje em Lagos mais um Encontro Alcultur.
Os Encontros ALCULTUR são um espaço e um tempo para encontros (e desencontros) de diferentes pessoas, projectos e organizações da (e de) cultura, potenciador de reflexão e debate, de investigação, aprendizagens e conhecimento, de inovação e criatividade, de novas ideias e projectos, de partilha de experiências e boas práticas, e de implementação de novas redes de cooperação.
Constituem uma plataforma de contactos e relações formais e informais e materializam-se dando expressão à emergência das especificidades, das diversidades e das diferenças que caracterizam os múltiplos actores que, assumindo a cidadania, intervêm na cultura e na educação contribuindo para o desenvolvimento das pessoas e das comunidades.
A primeira edição dos "Encontros AlCultur" teve lugar em Portalegre, entre os dias 3 e 6 de Novembro de 2004, a que se seguiram Faro, Almada e Guimarães.
Esta Noite Improvisa-se
© Jorge GonçalvesEsta Noite Improvisa-se, na Sala Garrett do teatro D. Maria II, está em cena até 05 de Abril.
"Os Artistas Unidos regressam ao Teatro Nacional D. Maria II (TNDM II) com o espectáculo Esta Noite Improvisa-se (1929), de Luigi Pirandello, um texto da última fase do autor, que conclui a sua trilogia do “teatro no teatro”, revolucionário no modo de representação no palco.
A peça estreou em Portugal em 1964, numa produção da Companhia de Teatro de Atenas dirigida por Dimitri Murat, e ganhou o primeiro prémio do Festival da Casa da Imprensa.
Produções dirigidas por João Brites e Fernando Mora Ramos inauguraram, em 1993, o espaço da Culturgest. A última versão do texto foi a produção italiana dirigida por Luca Ronconi, no TNDM II, em 1998.
A partir da tradução de Osório Mateus e Luís Miguel Cintra (publicada em 1974), revista por Jorge Silva Melo e José Maria Vieira Mendes, apresenta-se uma obra que se desenvolve numa despudorada relação entre os espectadores e os actores. Perante os espectadores de uma estreia, um encenador propõe aos seus actores uma improvisação a partir de uma pequena novela de Pirandello, Leonora, Addio! Será esse o ponto de partida para um labirinto de dúvidas, incertezas e contradições que se desenrolam diante dos espectadores e anunciam a ficção da própria realidade.
Segue-se aqui a triste história da família La Croce, numa cidadezinha de província, com a sua mãe casamenteira, filhas casadoiras, resignado pai que se entrega a delírios extra-conjugais, rapazes de arribação. E a vida que se fecha para a mais abnegada das quatro filhas da família La Croce, essa Mommina que sonhava vir a cantar Verdi nos grandes teatros e acaba fechada em casa, na tremenda teia de ciúmes que sobre ela foi construindo o marido, o tenebroso Rico Verri. E a vida, o que foi, a não ser um sonho, dirá Pirandello, um sonho de teatro?"
Interpretação Alexandra Viveiros, Alexandre Ferreira, Andreia Bento, António Simão, Cândido Ferreira, Carlos Marques, Cecília Henriques, Crista Alfaiate, Jéssica Anne, João Meireles, João Miguel Rodrigues, Joaquim Pedro, John Romão, Lia Gama, Luís Godinho/Pedro Carraca, Miguel Telmo, Pedro Lacerda, Pedro Luzindro, Ricardo Batista, Sara Belo, Sara Moura, Sílvia Filipe, Vânia Rodrigues, Victor Gonçalves, entre outros.
Cenografia e figurinos Rita Lopes Alves
Luz Pedro Domingos
Direcção musical Rui Rebelo
Co-produção Artistas Unidos e Teatro Nacional D. Maria II
sexta-feira, 6 de março de 2009
Texto de Oswaldo Dragún e homenagem a Júlio Cardoso

O espectáculo “Histórias Para Serem Contadas", é a 92ª produção do centro dramático de Viana. Com este espectáculo, o Centro Dramático presta homenagem ao actor e encenador Júlio Cardoso nos 50 anos da sua carreira artística.
Na data da estreia, a 6 de Março, pelas 21h00, no Teatro Municipal Sá de Miranda, em Viana do Castelo, uma cerimónia antecede o espectáculo e será inaugurada a exposição "Júlio Cardoso: 50 anos a realizar utopias e impossíveis", que ficará patente no Salão Nobre do Teatro até ao final da carreira do espectáculo, no dia 3 de Abril.
O pretexto para a homenagem não podia ser melhor: o texto escolhido, “Histórias Para Serem Contadas" de Oswaldo Dragún, foi encenado por Júlio Cardoso, em 1971, no Grupo dos Modestos, constituíndo-se então, referência obrigatória no que viria a ser o teatro português na década de 70 e o movimento do teatro independente a ele associado.
quarta-feira, 4 de março de 2009
XXXII Jornadas de Teatro de Eibar

domingo, 1 de março de 2009
Um cenógrafo no Museu
A exposição Fernando Filipe : um cenógrafo no Museu está patente no Museu Nacional do Teatro, em Lisboa.A exposição é o resultado dos 40 anos de carreira como cenógrafo e dos 20 anos de trabalho no Museu Nacional do Teatro, de Fernando Filipe.
Após expor na Fundação Calouste Gulbenkian algumas das suas criações cenográficas mais significativas até essa data, passa a integrar, a partir de 1987, a equipa do Museu do Teatro. Traz, então, consigo toda a sabedoria e arte acumuladas nas suas funções de cenógrafo e, de quando em quando, de faz-tudo teatral (no verdadeiro sentido da palavra)”. - do programa.