segunda-feira, 8 de junho de 2009

Matarile na recta final do FITEI 2009


Matarile Teatro, companhia galega, participou já no FITEI, em 2005, onde apresentou História Natural - Elogio do Entusiasmo, considerado pelo público como um dos melhores espectáculos do festival. Criada em 1986, em Santiago de Compostela, a companhia Matarile Teatro tem como objectivo desenvolver uma linguagem própria que se afaste do teatro baseado no texto literário. Para isso, funde diversas linguagens cénicas. Por outro lado, afasta-se da ideia de “personagens” para reflectir sobre as pessoas e vida. Este teatro é feito de “sugestões” que comunicam directamente com o espectador através do movimento, da palavra, da ironia, da música, do humor, da cumplicidade e da imagem. Até agora, já pôs em cena 24 espectáculos e tem no seu currículo numerosas actuações e colaborações com outras companhias.

Na recta final do FITEI 2009, Matarile Teatro traz ao festival Animales Artificiales, autoria e encenação de Ana Vallés.

8 e 9 de Junho, 21h30, no Teatro Nacional São João

domingo, 7 de junho de 2009

Que Clase de Sexo e La Piel del Agua


Que Clase de Sexo é uma adaptação da obra dramatúrgica Tengamos el Sexo en Paz, escrita pelo Nobel Dario Fo, o seu filho Jacobo Fo e Franca Rame. O El Theatron, companhia venezuelana, fez esta adaptação no sentido de transformar o texto numa espécie de conferência pedagógica sobre sexualidade. Além da mudança do nome, o autor, encenador e director da companhia Rodolfo Molina fez ajustes no próprio texto para corresponder à realidade e ao imaginário do público venezuelano. O espectáculo é composto de vários monólogos centrados nas relações sentimentais e físicas, sempre do ponto de vista feminino. Pontuado por momentos irónicos, cómicos e poéticos, a peça retrata neuroses e frustrações, tanto a nível amoroso como puramente sexual, causadas pela ignorância e pelos preconceitos.

Será apresentado no FITEI no dia 7 de Junho, pelas 18h30, no Cine-Teatro Constantino Nery, em Matosinhos. Será igualmente apresentado nas extensões do FITEI:
5 de Junho, 21h30 Fórum Cultural José Manuel Figueiredo (Moita)
10 de Junho, 21h30 O Teatrão (Coimbra)


La Piel del Agua, ESPECTÁCULO EXCLUSIVO PARA O PÚBLICO FEMININO, é um trabalho sobre o universo feminino que tem origem na experiência pessoal de Lidia Rodríguez. A autora inspirou-se nos "hammam" - banhos turcos - exclusivos para as mulheres nas sociedades muçulmanas. Em algumas destas sociedades, em que os géneros estão dramaticamente separados, sendo as mulheres praticamente excluídas da vida pública e oprimidas na privada, este é o espaço onde elas podem manifestar as suas opiniões e a sua sensualidade sem constrangimentos. O elemento simbólico fundamental é a água, que, nas suas diversas formas se manifesta como princípio criador de vida e feminino por excelência. De referir que este espectáculo é exclusivo para o público feminino.
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7 de Junho 22h00 Mosteiro de São Bento da Vitória
8 de Junho 22h00 Mosteiro de São Bento da Vitória
9 de Junho 22h00 Mosteiro de São Bento da Vitória

sábado, 6 de junho de 2009

Portugal, França e Galiza no FITEI


Três espectáculos da programação oficial do FITEI 2009 no Sábado dia 6 de Junho maracam o arranque da fase final do festival.

O Teatro de Ferro, criado em 1999 e liderado por Igor Gandra, tem desenvolvido o seu trabalho na área do teatro de marionetas, de movimento e de multimédia. O projecto aponta em vários sentidos, todos eles convergentes. Dedica-se à pesquisa e à experimentação, como é exemplo Estufa Fria, mas também ao teatro dirigido ao público infantil. Tem igualmente uma vertente de formação que se materializa em espectáculos em que participam jovens integrados em projectos de reinserção social.

Esta companhia apresenta no Fitei, Estufa Fria, co-produzido com a Comédias do Minho, situada no Vale do Minho que iniciou a actividade, em 2004, o seu projecto profissional de teatro, com o objectivo de promover a cultura e captar públicos, tendo como base uma relação estreita com a comunidade local, e colmatando, assim, as lacunas que caracterizam esta região.

O espectáculo será às 16h00, no Espaço NEC - Núcleo de Experimentação Coreográfica - Fundação José Rodrigues.

COMO CHEGAR AO ESPAÇO NEC


A partir de sete crónicas de António Lobo Antunes, a encenadora francesa de ascendência portuguesa Elsa Pereira criou o espectáculo onde a actriz Françoise Sliwka interpreta diversas personagens saídas do universo peculiar do autor português. Ici et Là é uma companhia criada por iniciatica da encenadora Elsa Pereira e da actriz Françoise Sliwka, em Julho de 2001, em Tours. Ici et Là propõe-se fazer e divulgar teatro em duas frentes distintas. Por um lado, quer mostrar os “clássicos” do teatro contemporâneo. Por outro, apresentar textos literários explorando e descobrindo novas vias de encenação.

A Companhia apresenta Dormir Accompagné em 6 de Junho, às 18h30, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett.



A nova proposta do Nut Teatro, cuja estreia se faz no 32º FITEI, é um espectáculo interdisciplinar que junta as novas tecnologias ao teatro, à performance e à dança. O ponto de partida para Wake Up, dirigido por Carlos Neira, é o conceito de intimidade. Aqui, o espectador torna-se um voyer e, ao mesmo tempo, uma testemunha de uma situação que não é a sua mas com a qual se pode facilmente identificar. Deste modo, é quase que convidado a entrar na intimidade das personagens sem, no entanto, saber o que quer que seja sobre as suas vidas. A circunstância proposta é uma situação limite: diferentes pessoas alugam um quarto com uma só cama e partilham-na por turnos. Esta situação, conhecida por “cama-quente” e muitas vezes utilizada por pessoas com poucos recursos económicos, é ideal para se reflectir acerca da intimidade e do espaço para a liberdade individual.

Wake Up estreia 6 de Junho, às 21h30 Teatro Carlos Alberto e repete dia 7 de Junho, pelas 16h00, também no Teatro Carlos Alberto. Como extensão do FITEI será ainda apresentado no dia 9 de Junho, às 21h30, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo (Moita).

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Conferência sobre Iberescena e Asas na Torre dos Clérigos

Dia 5 de Junho, pelas 18h30, na Sala Cristal do TeCA realiza-se a Conferência: As Artes Cénicas Ibero-americanas e o Papel da Iberescena, por Guillermo Heras.

O programa Iberescena tem sido de uma importância vital para a divulgação do teatro ibérico e latino-americano através de políticas de intercâmbio. Neste debate, presidido por Guillermo Heras, coordenador deste programa, serão intervenientes diversas personalidades ligadas à política cultural.

Pela noite, será a vez da apresentação de Asas. A companhia brasileira Cia dos Pés desenvolve um trabalho vocacionado para a dança e o teatro contemporâneos. Dirigida por Angélica Zignani, actriz e bailarina, o grupo já percorreu vários festivais de destaque. Com Asas venceu o prémio de melhor espectáculo na 11ª Feria de Teatro de Ciudad Rodrigo (Espanha). Composto por actores, bailarinos e também atletas, a companhia utiliza as técnicas verticais para trabalhar o corpo e a encenação em altura, experimentando novos ângulos, fugindo do convencional e explorando espaços peculiares.

No FITEI 2009 vão apresentá-lo desde o alto da Torre dos Clérigos, pelas 22h00 do dia 5 de Junho.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Teatro de máscaras e conferência sobre teatro de rua


Familie Flöz, um grupo internacional composto por artistas de várias áreas, desde actores, músicos, bailarinos, encenadores, cenógrafos, dramaturgos, artistas plásticos e criadores de máscaras, apresenta hoje no FITEI o espectáculo Teatro Delusio.

Esta companhia junta artistas de mais de 10 países, está actualmente sedeada em Berlim, Alemanha. A Familie Flöz foi fundada por Hajo Schüler e Markus Michalkowski, na altura estudantes de interpretação e mímica na Folkwang Academy, em Essen. Ao grupo juntou-se, mais tarde, o encenador Michael Vogel.

No espectáculo Teatro Delusio, nos bastidores de um teatro, três técnicos levam uma vida quase tranquila e pouco brilhante, enquanto no palco se prepara um pomposo espectáculo de ópera. Em tom cómico, onde as máscaras e a expressividade física dos actores dispensam os diálogos, esta peça propõe ao espectador uma espécie de jogo repleto de surpresas. Os bastidores tornam-se no palco de muitas personagens – os músicos e os actores da ópera, que se debatem com a ficção do palco e a vida real cheia de emoção, dramas e intrigas. A música e as grandes árias operáticas têm aqui um papel essencial que imprime intensidade à peça. Espectáculo de máscara onde também estão presentes as marionetas e teatro físico.

O espectáculo começa às 21h30 no Cineteratro Constantino Nery, em Matosinhos.

Antes, pelas 18h30, no Café Teatro do mesmo Teatro, haverá uma conferência sobre "Teatro de Rua em Cuba", por Fernando J. León Jacomino. Esta conferência faz uma revisão panorâmica do teatro cubano criado especificamente para espaços não tradicionais. Dá ênfase aos últimos 50 anos de história e à expressão artística teatral dos principais momentos da revolução. Projectos teatrais como Grupo Teatro Escambray, Cabido Teatral Santiago e Mirón Cubano, representativos deste tipo de trabalho em Cuba, serão amplamente referidos.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Brook by Brook, de Simon Brook


Projecção do filme documentário Brook by Brook, de Simon Brook
Data: 3 de Junho, 18h30
Local: Biblioteca Municipal Almeida Garrett
 
Peter Brook é um dos mais singulares encenadores do século XX. Este ano, o FITEI dá-o a conhecer através de um documentário realizado pelo seu próprio filho Simon Brook e produzido pelos irmãos Dardenne. A projecção será na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, já amanhã, às 18h30. A entrada é livre.
 
Simon Brook nasceu em Londres e desde cedo começou a trabalhar em cinema. Começou por realizar vídeos musicais, ainda em Londres. Quando se mudou para os Estados Unidos da América (Nova Iorque e Los Angeles), integrou imediatamente a indústria cinematográfica, trabalhando com o produtor Alan Kleinberg no filme Down by Law (1986), de Jim Jarmush. Como assistente de realização trabalhou com Philip Kaufman em A Insustentável Leveza do Ser. Produziu igualmente diversos filmes educacionais para televisão. Em 1991, começou a dirigir documentários e filmes de ficção. O seu mais recente trabalho é o documentário Generation 68.
 
Ficha técnica
Realização: Simon Brook; Com: Peter Brook; Produção: Arnaud Borges, Jean-Pierre Dardenne, Luc Dardenne, Yvon Davis; Banda Sonora Original: Denis Barbier, Silvana Di Martino; Fotografia: Emmanuel Bastien, Simon Brook, Philippe Dorelli, Pascal Sutra-Furcade; Edição: Josie Milievic

terça-feira, 2 de junho de 2009

Leitura de Listas de Filipa Francisco


Como explica o próprio Lepecki: “a Filipa criou um sistema aberto: dedicar-se a (potencialmente) infindáveis listagens. As listas, as listagens, a sua elaboração, identificação, escrita e recitação, por vezes por horas a fio, dentro e fora do estúdio, com e sem público, não são mais do que tantas possibilidades de mapeamento de vivências (mais ou menos familiares, mais ou menos improváveis, mais ou menos pesadas, mais ou menos ridículas, mais ou menos falsas) neste nosso tempo particularmente carregado”.

2 de Junho, 21h30 Palácio da Bolsa
3 de Junho, 21h30 Palácio da Bolsa

Criação e interpretação: Filipa Francisco; Colaboração de: André Lepecki; guarda-roupa: Carlota Lagido; Desenho de Luz original: Cristina Piedade; 

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Mona Lisa Show no Cine-Teatro Constantino Nery


O FITEI apresenta Mona Lisa Show, 1 de Junho, às 21h30, no Cine-Teatro Constantino Nery.

Este projecto artístico nasceu em 2004 com Ana Pereira (na direcção de produção) e Pedro Gil (na direcção artística). Esta estrutura tem como objectivo produzir objectos performativos dentro dos princípios artísticos e de produção dos seus criadores. Produziram já várias performances como Alvo Branco, o espectáculo Homem-Legenda e Versus(vs).

FICHA TÉCNICA/ARTÍSTICA
Criação e Direcção Artística: Pedro Gil; Direcção de Produção: Ana Pereira; Criativo: Diogo Mesquita; Interpretação: Ainhoa Vidal, António Foseca, Mónica Garnel, Raquel Castro, Ricardo Gageiro, Romeu Costa, Tónan Quito

domingo, 31 de maio de 2009

Fantasias Eróticas das Mulheres Portuguesas


A actriz Célia Ramos apresenta no FITEI, Filhas da Mãe – Fantasias Eróticas das Mulheres Portuguesas, 31 de Maio, 21h30 na Biblioteca Municipal Almeida Garrett.

O livro de Isabel Freire, um estudo sobre o comportamento e as fantasias de várias gerações de mulheres portuguesas, foi o ponto de partida para esta peça de Célia Ramos. Em palco são encenados testemunhos reais em forma de monólogo. São reflexões de “mães” e “filhas” que ajudam a compreender a sexualidade feminina e a sua “evolução” nos últimos anos. As personagens são mulheres com idades compreendidas entre os 16 e os 60 anos, com experiências absolutamente diversas. Aqui há lugar para se falar de tudo: dos múltiplos desejos, de experiências mais ou menos marginais e até de sexo cibernético.  

Célia Ramos
Célia Ramos formou-se na Academia Contemporânea do Espectáculo, no Porto, em 1995. É licenciada em Teatro pela Escola Superior de Educação do Porto, onde trabalhou durante quatro anos. No seu percurso como actriz trabalhou com inúmeros encenadores, como Luís Castro, João Ricardo, Paula Sousa, José Wallenstein, Guillermo Heras, José Martins, Alberto Magassela, Roberto Merino, Carlos Avilez, Filipe Crawford, António Capelo, Willie Longmor, Silviu Purcarete, Fernanda Lapa e João Paulo Costa.


FICHA TÉCNICA/ARTÍSTICA
Autor: Isabel Freire; Dramaturgia: Célia Ramos; Criação: Célia Ramos e Miguel Simões; Interpretação: Célia Ramos; Imagem: Rui Palha; Sonoplastia: Catarina Ascenção; Iluminação / Cenário / Figurinos: Célia Ramos e Miguel Simões; Data de estreia: 5 de Março de 2009; Local: Centro Cultural de Lagos (Encontros AlCultur 2009); Duração: 70 min; M/18

sábado, 30 de maio de 2009

Europeus até 31 de Maio no TeCA


Criou a Wrestling School, porque percebeu que o desconforto do seu “Teatro da Catástrofe”, assente no conflito, na dor e no êxtase da tragédia, já não cabia na cena teatral britânica. Sozinho em casa, Howard Barker teve a sorte de encontrar no Porto a “sua” companhia (As Boas Raparigas…) e o “seu” encenador (Rogério de Carvalho). Os seus nomes já se cruzaram nas fichas artísticas de Possibilidades (1998), Tio Vânia (2000) e Mãos Mortas (2006), a demonstrar que a radicalidade do primeiro convive bem com a austeridade dos segundos, que o trabalho rigoroso sobre a voz e a palavra é uma espécie de chão comum que tem produzido os seus frutos. Com Os Europeus, As Boas Raparigas… regressam ao convívio de Barker por uma questão de “oportunidade”. Elas dizem porquê: a Viena de 1683 arrasada pelos turcos, o contexto histórico deste “conto cruel”, é um lugar demasiado próximo de nós (“a terra devastada, o Estado decadente, uma cultura questionada”). Também dizem onde: “Este é um Mundo sem piedade, sem descanso, sem qualquer humanidade, onde temos frio, muito frio. É a Europa”.

de | Howard Barker 

tradução | Francisco Frazão 
encenação | Rogério de Carvalho 
cenografia | Cláudia Armanda 
interpretação | Carla Miranda, Cláudia Chéu, Elmano Sancho, Laura Barbeiro, Maria do Céu Ribeiro, Maria Ladeira, Miguel Eloy, Nuno Geraldo, Paula Garcia, Paulo Duarte, Wagner Borges 
co-produção | As Boas Raparigas…, TNSJ

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Businessclass no FITEI e Serralves em Festa

Businessclass, de Nacho Vilar Producciones (Murcia / Espanha), hoje, 29 de Maio, às 16h00 na Rua de St. Catarina / Batalha, 30 de Maio, 12h30 e 31 de Maio, 18h00 na Fundação de Serralves (Serralves em Festa).

Espectáculo ao ar livre onde é pedido ao público para acompanhar um grupo de sem abrigo nas situações do seu dia-a-dia. Estes moradores de ruas e de parques, que podiam ser os de uma cidade qualquer, incorrem em situações comuns: revistam os baldes do lixo, apanham pontas de cigarros e importunam quem passa. No contacto directo com o público, as personagens vão criar aqui as mais insólitas situações. Tudo acaba em dança, cor e fogo-de-artifício. Businessclass é um elogio ao espaço público e a quem o usufrui.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Anunciado o Pémio Júlio Cardoso


Durante a sessão de abertura do 32ª FITEI, foi anunciada a criação do Prémio Júlio Cardoso para Jovens Encenadores, destinada a premiar anualmente jovens encenadores portugueses. A primeira edição do Prémio irá decorrer em 2010 e o seu regulamento será publicado ainda este ano. Em futuro próximo, este prémio pode estender-se à Galiza e, mais tarde, a outras latitudes.

A criação deste prémio foi a forma encontrada pelo FITEI para homenagear Júlio Cardoso, fundador do festival, na altura em que este comemora 50 anos de actividade teatral.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Começa a representação


Começa hoje, no Teatro Nacional de S. João, a 32ª edição do FITEI, com ARIADNA pela Companhia Atalaya, de Sevilha.

Esta produção fora de série tanto a nível de cenografia (de Juan Ruesga Navarro, que recebeu o prémio ADE de melhor trabalho cénico em 2008), como de encenação, interpretação e criação sonora foi já considerada pela crítica especializada espanhola a melhor da companhia andaluz. De resto, a Atalaya foi galardoada o ano passado com o Prémio Nacional de Teatro de Espanha.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Open Scores


© InC

Obra aberta, Coreografia viva!
O Drumming GP e o NEC (Núcleo de Experimentação Coreográfica) abordam In C de Terry Riley. Esta peça é considerada a peça fundadora do movimento minimalista nos Estados Unidos. Trata-se de uma obra aberta, destinada a qualquer conjunto instrumental, cuja escrita não ultrapassa uma simples página formada por 53 pequenas células, não obstante a sua duração poder estender-se de 20 minutos até várias horas.


Programa
Música - In C, Terry Riley


Música: DRUMMING-GP
Direcção artística: Miquel Bernat
Dança: Núcleo de Experimentação Coreográfica
Direcção coreográfica: Joclécio Azevedo
Músicos: João Cunha, João Tiago, Juca Monteiro, Nuno Aroso, Nuno Simões, Miquel Bernat, Pedro Oliveira, Rosário Valinho e Rui Rodrigues
Intérpretes: Carla Valquaresma, Cátia Esteves, Cristiana Rocha, Flávio Rodrigues e Joclécio Azevedo

Produção executiva: Joana Ventura e Mafalda Couto Soares
Co-produção: Drumming - GP / Núcleo de Experimentação Coreográfica

26 de Maio
21h00
CCB - Pequeno Auditório - Sala Eduardo Prado Coelho

domingo, 24 de maio de 2009

Decorre o FINFA em Lisboa


O FIMFA Lx9, FESTIVAL INTERNACIONAL DE MARIONETAS E FORMAS ANIMADAS está a decorrer em Lisboa até 7 de Junho de 2009.

É a maior edição de sempre do FIMFA, um projecto aberto a novas tendências, de dimensão internacional, que pretende promover e divulgar uma área específica de expressão artística: o universo das formas animadas.

Programa geral em

http://fimfalx.blogspot.com

sexta-feira, 22 de maio de 2009

A ÓPERA: MINHA PRIMA OU IRMÃ?

"A ópera como arte performativa", dias 29 e 30 de Maio, seminário sobre a ópera como género teatral dirigido por Mário Vieira de Carvalho (Musicólogo; Professor Catedrático na Universidade Nova, Lisboa; ex-Secretário de Estado da Cultura).  
Organização do Centro Dramático de Viana do Castelo. 

Programa
29 de Maio (Sexta-Feira), 21h00/ 24h00 - Sala de Ensaios do CDV (Teatro Municipal Sá de Miranda).
30 de Maio (Sábado), 15h00/ 18h00 - Sala de Ensaios do CDV (Teatro Municipal Sá de Miranda).

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Abrir o corpo a todas as possibilidades


Abrir o corpo a todas as possibilidades - Atelier de Improvisação – no Espaço NEC, de 1 a 3 e 8 a 10 de Junho. O prazo de inscrição termina a 27 de Maio

Este atelier centra-se no que é “anterior ao movimento”. “O que estamos a ver e o que NÃO estamos a ver?”

O atelier começa com a abertura da percepção visual dos participantes. Mostrar as possibilidades já existentes em cada um de nós, mas também as que, às vezes, nos são menos óbvias.

Ter em conta a informação interna da nossa mente, intenção, sentimento, conhecimento, memória, história e sociedade, assim como a externa, ligada à forma física, ritmo, materialidade e corpo humano (existência do outro).

Este atelier permitirá abrir um caminho para agregar todas estas informações como possibilidades de movimento.

Hajime Fujita

 Hajime Fujita (1982, Yokohama - Japão) é coreógrafo e bailarino.

De 2001 a 2005 estudou Artes Performativas na Universidade de Arte e Design de Kyoto.

Em 2006 foi seleccionado para o programa de bolsas danceWEB, em Viena e em 2008 participou no programa PEPCC, promovido pelo Fórum Dança.

Em 2006 participou no projecto internacional Pointe to Point (Varsóvia), e em 2007 e 2008 no SKITe/Sweet and Tender Collaborations, em Reims e no Porto, respectivamente, com Jean-Marc Adolphe.

Aprendeu improvisação com Tohru Iwashita (Sankaijuku), Julyen Hamilton e David Zambrano e contacto-improvisação com Andrew de Harwood, Kurt Kogel e Nita Little.
Desde 2001, o seu projecto de improvisação "f/f" foi apresentado nos Maus Hábitos (Porto), no Mosteiro de São Bento da Vitória (Porto), no Festival Ananil (Montemor-o-Novo), no Terreiro do Paço (Lisboa) e noutros locais no Japão, França, Espanha e Polónia.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Mais uma co-produção luso-galaica


Dias 23 e 24 de Maio, no Salon Teatro, do Centro Dramático Galego, Santiago de Compostela estreia, Delimvois, de Rubén Ruibal, co-produção do Teatro Oficina de Guimarães e do CDG.
Delimvois conta a fugidia eternidade de Francisco, António e Maria, seres que acreditam que são livres fora do tempo e dispostos a inventar um mundo novo. 
Explora os caminhos, os limites, as terras de ninguém, os marcos ideológicos, as fronteiras de palavras onde três homens e uma mulher de diferentes nacionalidades procuram a carne, a alegria, a verdade, a sua identidade ou até o seu sustento diário ou alívio sexual.

A trama, se existe, de Delimvois, anda entre o místico e o táctil, entre o religioso e o cabal, entre o político e o anedótico, entre o amor e o ódio. Delimvois tem o aspecto de ser um desses lugares fronteiriços afastados e negados pelas leis dos homens, um desses lugares quase sempre abandonados ou vazios onde se dividem aspectos essenciais dos conflitos humanos: território, raça, hierarquia, religião, género…

terça-feira, 19 de maio de 2009

Granada na Fábrica Social


Granada, estreado a 14 de Maio, na Fábrica Social, Fundação José Rodrigues, com texto e direcção de Miguel Cabral, estará em cena até 06 junho ‘09

 Esta peça fala sobre os negócios do amor. Uma mulher e um homem ameaçam a vida privada de uma família, operadores de uma máquina perigosa. 

Granada
expõe as bizarras relações de poder entre duas pessoas, traçando o mapa de um universo disfuncional. Os afectos foram transformados em transacções comerciais.

Isabel, uma terrorista apaixonada. Pedro, um prostituto sonhador. Os dois, no limite da precariedade, envolvem-se num crime sexual.

 
texto e direcção_miguel cabral

interpretação_ana margarida carvalho, miguel rosas e andré figueira

música_trei pastori

produção executiva_joana meneses fernandes