terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

La Pantera Imperial no Lliure


O Teatre Lliure, de Barcelona, apresenta entre 17 e 21 de Fevereiro, 'La Pantera Imperial', que é, segundo a opinião de muitos, o espectáculo que melhor define a obra de Carles Santos.

Interpretada pelo próprio Carles Santos e ainda por Inés Borrás, Antoni Comas, Anna Criado, Joana Estebanell, Alícia Ferrer, Susana Goulard e Caterina Reus, 'La Pantera Imperial' conta igualmente com a participação do Coro de Cambra Lieder Càmera, dirigido por Xavier Alsina.

Um corpo a corpo com a música de Bach, desde a Paixão Segundo S. Mateus até Cravo bem temperado, passando pela Fuga em LA menor ou a Aria da Cantata n. 37.

No Teatro Lliure, Barcelona, sala Fabià Puigserver.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Êxito de Metropolis em Málaga


A companhia Che Y Moche, nomeada para os prémios Max 2010, como "melhor espectáculo revelação" com ‘Metropolis’, obteve um assinalável êxito com a mesma peça no Teatro Cervantes, completamente esgotado, durante a realização do Festival Internacional de Teatro de Málaga.

Metropolis’, espectáculo com orquestra de câmara interpretando música de Víctor Rebullida, tem direcção de Joaquin Murillo e é baseada em Metrópolis de Fritz Lang. Conta com interpretação de Carlos Alcolea, Alfonso Pablo, Jesús Llanos, Ingrid Magriñá, Raquel Anadón, Antonio Muñoz, Marian Pueo e da Companhia de Dança Sybaa.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

João Brites ganha o Prémio da Crítica

A Associação Portuguesa de Críticos de Teatro atribuiu o Prémio da Crítica, relativo ao ano de 2008, a João Brites pela criação de Saga - Ópera extravagante.

O júri foi constituído por Ana Pais, Constança Carvalho Homem, João Carneiro, Maria Helena Serôdio e Rui Pina Coelho.

O mesmo júri decidiu ainda atribuir três Menções Especiais, respectivamente, à actriz Carla Galvão, ao encenador Miguel Loureiro, e ao encenador Nuno Cardoso.

A cerimónia da entrega destes prémios realiza-se no próximo dia 23 de Março (segunda-feira), no Jardim de Inverno do Teatro Municipal São Luiz (Lisboa), às 19h.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Shakespeare entre nós

Foi editado pela Edições Humus Shakespeare entre nós,organizado por Maria Helena Serôdio, João de Almeida Flor, Alexandre Assis Rosa, Rita Queiroz de Barros e Paulo Eduardo Carvalho.

Numa iniciativa conjunta do Centro de Estudos Anglísticos (CEAUL) e do Centro de Estudos de Teatro (CET) ambos da Universidade de Lisboa , realizou se em Novembro de 2005 na Faculdade de Letras dessa Universidade um colóquio subordinado ao tema Shakespeare entre nós, que contou com comunicações de especialistas nacionais e estrangeiros, bem como com a participação de alguns encenadores portugueses que, em tempos mais recentes, tinham criado espectáculos com base em textos de Shakespeare.

O livro arquiva materiais apresentados e discutidos num encontro universitário e testemunha a colaboração profícua estabelecida entre centros de investigação que, ultrapassando o horizonte da sua especificidade disciplinar, desencadearam uma iniciativa conjunta e multilateral, amplamente justificada pelo tema seleccionando. Com efeito, à extrema complexidade dos problemas, filológicos, críticos, exegéticos e hermenêuticos, colocados pela dimensão literária do texto shakespeariano, acresce o facto de a sua plena realização e fruição estética se articular com as artes performativas que lhe conferem corpo e voz no espaço cénico. Para reflectir sobre as múltiplas perspectivas cruzadas, que Shakespeare origina, tornava-se efectivamente necessário promover a reunião de investigadores dedicados à problemática da interpretação literária com especialistas em estudos de teatro, em particular na história do reportório shakespeariano em Portugal e com o testemunho precioso de actores e encenadores cuja experiência recente e directa constitui apetrecho insubstituível numa leitura que se pretenda globalizante.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

"PORTUGAL e a MEMÓRIA - A REPÚBLICA" tema em Torres Vedras


No ano em que se comemora o primeiro Centenário da Implantação da República em Portugal, o Teatro-Cine de Torres Vedras subordina o Ciclo PORTUGAL e a MEMÓRIA a esta temática, num evento que terá lugar de 22 a 27 de Março e que se pretende de exploração da memória colectiva. Com o propósito de acentuar a vertente que transforma o Teatro-Cine de Torres Vedras num agente cultural cívico, o evento PORTUGAL e a MEMÓRIA servirá, em 2010, de mote para a promoção de um encontro crítico e reflexivo entre novos criadores, oriundos de distintas áreas criativas, acerca do tema "A Implantação da República, o seu ideário e o seu imaginário". A proposta deve basear-se neste ponto específico da nossa memória colectiva, para que se investigue e se conheça melhor o seu imaginário, os seus protagonistas e os tempos e as forças que se confrontaram na altura. A partir daí o que se visa é criar, de um modo livre e actualizado, obras que estabeleçam novos olhares e questionem a nossa herança cultural, revitalizando-a.

Seguindo este princípio, em 2010, propõe-se um regime de residência na Cidade de Torres Vedras onde se desenvolvam projectos nas áreas das artes performativas e artes visuais, assentes na exploração e dissecação dos significados e processos de construção da memória colectiva tendo por base a temática da Implantação da República.

Todos os interessados em participar devem apresentar até ao próximo dia 7 de Março, no Teatro-Cine de Torres Vedras, por correio ou por e-mail, um curriculum completo e uma carta com as motivações que os leva a participar no evento. Dos candidatos sairão entre 8 a 10 seleccionados que trabalharão, nos espaços destinados para o efeito, em Torres Vedras, entre
os dias 22 e 27 de Março, sendo que os dois últimos dias se destinam a apresentar publicamente os resultados obtidos.

Os seleccionados serão acompanhados artisticamente, nos dias 26 e 27 de Março em que decorrerão as apresentações públicas dos trabalhos, pelos criadores convidados Alberto Lopes (Encenador e Artista Plástico), Miguel Moreira (Actor e Encenador), Manuel João Vieira (Músico e Artista Plástico) e Rui Gato (Músico e Videasta). A selecção é da responsabilidade do Teatro-Cine de Torres Vedras ou de quem por ele for incumbida. Não existe recurso e os candidatos que aceitem participar terão apoio às suas actividades, bem como à estada na cidade nos dias de participação. As apresentações públicas dos trabalhos decorrerão no Teatro-Cine de Torres Vedras, no espaço da Transforma AC, Académico de Torres Vedras e Galeria da Cooperativa de Comunicação e Cultura.

Informações úteis:
Envio de propostas para:
Portugal e a Memória 2010 – República
A/C: João Garcia Miguel
Teatro-Cine de Torres Vedras
Av. Tenente Valadim, n.º 19
2560-274 Torres Vedras
Portugal
ou
teatro@cm-tvedras.pt
teatro.cine@cm-tvedras.pt
Informações e esclarecimentos
Teatro-Cine de Torres Vedras
Telefone: +351 261 338 131
Fax: +351 261 338 133

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Variação da Cultura no Porto




Vão ser dois espectáculos por dia para combater as "carências culturais da cidade" e responder à "falta de espaços para acolher projectos em início de carreira". O projecto Variação da Cultura - que junta cerca de 15 companhias e criadores das áreas do teatro, dança e cinema - alugou a sala-estúdio Latino, no Teatro Sá da Bandeira, e vai apresentar uma programação "continuada e diversificada".

A falta de um local com capacidade para acolher jovens em início de carreira é "inadmissível" numa cidade com quatro escolas de teatro.

Este projecto foi estruturado para sobreviver sem apoios: vive do trabalho e da boa vontade de um conjunto de criadores que querem transformar o Sá da Bandeira no bastião da resistência ao deserto cultural em que vêem o Porto transformado nos últimos anos.

A câmara e o Ministério da Cultura ficaram fora do projecto, facto que não parece criar surpresa entre os mentores da iniciativa. "O pelouro da Cultura [da Câmara do Porto] demitiu-se das funções que deve ter há algum tempo", acusou Ricardo Alves, um dos mentores da ideia, que admitiu nem sequer ter tentado o contacto com a autarquia por esta já ter deixado claro que não apoia financeiramente projectos culturais. As companhias concorreram a um apoio junto do Ministério da Cultura, mas a resposta só deve chegar dentro de alguns meses.

O Variação da Cultura quer contribuir também para a formação cultural dos cidadãos, com um programa que aposta no teatro, em espectáculos infantis e em ciclos de cinema e performances.

A organização acredita que os 87 profissionais do espectáculo e as 15 companhias envolvidos no projecto vão levar ao Sá da Bandeira cerca de 15 mil espectadores nos próximos seis meses, o que corresponde a uma taxa de ocupação da sala de 50 por cento.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Tragédia de Sófocles no Nacional

Foto de Jorge Gonçalves

Numa co-produção do Teatro Nacional D. Maria II e Artistas Unidos, em colaboração com a Orquestra de Câmara Portuguesa, estreia no Teatro Nacional D. Maria II a 18 de Fevereiro de 2010, REI ÉDIPO, a partir de Sófocles, versão e encenação de Jorge Silva Melo.

Escrita por Sófocles por volta de 427 a.C., REI ÉDIPO foi considerada por Aristóteles o mais perfeito exemplo de tragédia. No mito de Édipo, confrontamo-nos com as nossas perguntas sobre a identidade do poder, a ascensão e queda dos vitoriosos, a incerteza da vida, a relação entre o público e o privado, o desígnio do destino em oposição ao livre arbítrio. A peste atinge a cidade. E o Rei Édipo quer saber porquê. Juntam-se as gentes à porta do palácio. E o Rei vem ter com a multidão e diz:Nas ruas, há gemidos, cantos fúnebres, lamentos.Mas chora o quê a nossa cidade?Que esperais?De pergunta em pergunta, de resposta em resposta, os enigmas vão caindo. Édipo quer saber. Quer saber que maldição paira sobre a sua cidade, quer saber quem é. Vai descobrir uma verdade tremenda. Esta é a tragédia do saber.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

O Banqueiro Anarquista de João Garcia Miguel

O Banqueiro Anarquista, de Fernando Pessoa, adaptação dramatúrgica e outros textos de João Garcia Miguel, estará em Guimarães, dia 13 de Fevereiro de 2010, no Centro Cultural Vila Flor.

À mesa de um restaurante dois amigos debatem a situação social de um deles que diz paradoxalmente que se tornou banqueiro por que é anarquista politicamente. O absurdo da situação, a falta de teatralidade e o devaneio mental deste personagem, conduzem-nos perante um retrato de vida do qual a maior parte dos ouvintes conhece, ou por experiência própria ou por proximidade familiar. É a evolução clássica de um ponto da escala política, até ao seu oposto, no decorrer de uma vida, tão comum nos nossos políticos e porque não também em alguns dos mais conhecidos membros da nossa finança e economia. O desenrolar da história tem muitas semelhanças e reverberações com os reality shows actuais ou os programas confessionais onde se tece a biografia pessoal em termos mais ou menos fantasiosos.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Novo espectáculo de Els Joglars estreia em Sevilha

Els Joglars estreiam no próximo dia 11 de Fevereiro, no Teatro Lope de Veja, em Sevilha a peça escrita e encenada por Albert Boadella '2036 Omena-G'.

Esta apresentação constitui o primeiro acto das comemorações do 50º aniversário de Els Joglares.

Segundo Albert Boadella, construiu-se o que se poderá chamar uma "anti-homenagem", já que 2036 Omena-G dá um salto de 25 anos para o futuro. Imaginemos que em 2036, no 75º aniversário, se realiza um acto de homenagem à companhia. Que será de Els Joglars por aquela altura? Os actores ainda serão vivos? E o director? Que farão? Como será a sociedade em 2036?
O resultado é uma obra cruel, divertida, terna, sarcástica e sem restrições, interpretada pela habitual equipa artística de Joglars: Jesús Agelet, (31 anos em Joglars) Ramón Fontseré (27), Pilar Sáenz, (23), Jordi Costa, (31), Minnie Marx (17), Xavier Sais (7), Dolors Tuneu (13) e Lluis Olivé (5).

Dramaturgia, espaço cénico e encenação de Albert Boadella.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Festa de Família em S. Paulo


Está em cartaz no Sesc Avenida Paulista, S. Paulo, Brasil, a peça "Festa de Família", adaptação do filme do dinamarquês Thomas Vinterberg, um dos realizadores que integravam o movimento Dogma 95. A peça estreou no passado dia 5.

A história é a mesma do filme: durante as comemorações dos 60 anos de seu pai, o jovem Christian revela a todos o motivo que, segundo ele, levou sua irmã gémea ao suicídio.
Bruce Gomlevsky, que dirige e também interpreta o rapaz, está à frente de 14 actores que, assim como no cinema, passam a história em volta de uma mesa de jantar. O público não fica distante desse embate e pode sentar-se ao lado dos personagens e sentir a tensão de perto.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Teatro em Eibar


Um total de 17 obras teatrais, mais de metade das quais se apresentam pela primeira vez no País Basco, uma zarzuela e um espectáculo de ballet compõem o programa das Jornadas de Teatro de Eibar, este ano na sua trigésima primeira edição.



Nomes como Manuel Galiana, Teté Delgado, Luis Merlo e María Pujalte fazem parte da larga lista de actores que participarão neste certame teatral realizado na cidade de Eibar (Guipuscoa).

A mostra teatral inicia-se no dia 7 de Fevereiro e prolonga-se até 15 de Março.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Letra M - depois das Caldas da Rainha, chega ao Porto


Da antiga lavandaria do Hospital Termal das Caldas da Rainha para o claustro do Mosteiro de São Bento da Vitória, Letra M faz o seu caminho por espaços ditos “não convencionais”, os únicos capazes de conterem e funcionalizarem o dispositivo cénico e as pinturas de João Vieira, naquele que viria a ser o derradeiro acto performativo de um dos mais notáveis criadores portugueses das últimas décadas. Cultor de paradoxos, o encenador Fernando Mora Ramos fala-nos de um espectáculo “sem vocação para a morte”, isto porque nele quis centralmente reflectir sobre a “vida como desejo vital”. No interior do cenário concebido por João Vieira, lugar de arremesso de palavras e gestos, António Durães e Paulo Calatré trazem à presença dos espectadores O Lavrador da Boémia, de Johannes von Saaz, escrito em 1401 na sequência da morte da esposa amada. Texto iluminado em noite de trevas, este duro combate dialogado entre duas personagens – a Morte e o Lavrador – celebra a beleza da amada desaparecida na juventude da vida, contrariando assim, através da criação poética, o gesto destruidor da morte. Não será esse o papel da arte: tentar os impossíveis, rebelar-se contra a Grande Regra? - in wesite do TNSJ

Com interpretação de António Durães e Paulo Calatré (com Isabel Lopes e Cristina do Aido), numa co-produção Teatro da Rainha/TNSJ e encenação de Fernando Mora Ramos.

Até 13 de Fevereiro no Mosteiro de S. Bento da Vitória, no Porto.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010


Noite de Reis, de William Shakespeare está de novo nos jardins do Globe, em São Paulo, até 6 de Março.

Trata-se de uma encenação musical onde as referências aos anos oitenta convidam a plateia a compartilhar uma noite de aventura, humor, romance e mal-entendidos.

Dirigidos por Ramiro Silveira, os 13 alunos/actores do curso do Globe-SP, que integra a actriz portuguesa Tânia Reis, oferecem uma adaptação de Noite de Reis, traduzida por Marcos Daud.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Electra, de Olga Roriz no TNSJ


O Ciclo Solos encerra no Teatro Nacional de S. João com Electra, coreografia e interpretação de Olga Roriz.

Não será tão importante o entrecho da acção quanto os contornos emocionais da personagem – que a psicanálise se encarregou de examinar. Para Olga Roriz, que com Electra retorna aos solos e aos grandes mitos e personagens femininos, esta é uma “paixão justa carregada de excesso”. Longa se torna a espera para Electra, que exige justiça e reparação. Na coreografia que encerra este ciclo de solos teatrais, ouvem-se lamentos e o assobio do vento, mas acima de tudo a respiração de um corpo contraído, inquieto, que sangra incontidamente. Como na tradição trágica, Electra começa e acaba sozinha.

De 4 a 7 de Fevereiro.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

'El café' de Goldoni no Teatre Romea


No Teatre Romea, de Barcelona, o encenador Joan Ollé e a companhia do Teatre Romea apresentam “El Café” de Goldoni em catalão, com tradução de Narcís Comadira. A estreia decorreu em 2 de Fevereiro e estará em cena até 5 de Abril.

A companhia e o encenador já tinham abordado este texto, numa leitura encenada realizada à cerca e um ano.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Atalaya aborda Shakespeare


Ricardo III, de William Shakespeare estreia no dia 28 de Abril no Teatro Lope de Vega, em Sevilha. Nova criação de Atalaya – estiveram no FITEI 2009 com Ariadna - constitui a primeira aproximação da companhia a Shakespeare depois de fechar a Trilogia das Heroínas da Tragédia - Elektra, Medea e Ariadna - e ter levado à cena em outras ocasiões Lorca, Heiner Müller, Vale-Inclán, Bertolt Brecht e Maiakovski.

As vinte personagens são encarnados por nove actores de quatro gerações de Atalaya, desde Carmen Gallardo – co-fundadora do grupo, que regressa à equipa – a Nazario Díaz, que integra o elenco, procedente da última acção de formação da companhia.

Em Sevilha de 29 de Abril a 9 de Maio

sábado, 30 de janeiro de 2010

Animação no Museu da Marioneta


Numa parceria do Museu da Marioneta e da Monstra - Festival de Animação de Lisboa, inaugura dia 11 de Fevereiro a exposição "Desassossego".

Viagem aos bastidores do cinema de animação a partir das personagens da primeira curta de animação de volumes de Lorenzo Degl'Innocenti "Desassossego". O filme de 20 minutos, uma produção da Sardinha em Lata e da IB Cinema, conta-nos a história de Ivan, um frustrado empregado de charcutaria preso à tradição familiar que sonha desesperadamente em abrir uma loja onde possa vender e desenhar os seus próprios móveis. À medida que o tempo passa, Ivan começa a desenhar móveis, mas a clientela frequente da chacutaria não lhe permite levar avante os seus desenhos. Quanto mais tenta, mais frustrado se sente, ao ponto de involuntariamente começar a projectar a sua insatisfação nos clientes que, um dia, se transformam eles mesmos em objecto de design.

O Museu da Marioneta expõe, assim, a caricata história de Ivan permitindo ao público conhecer os bastidores da curta de animação. Cenários, desenhos, marionetas, materiais de película e muitos adereços permitem entender o trabalho que está por trás de uma obra de animação.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Ana Mira e Margarida Bettencourt no Maria Matos


Duas coreógrafas, dois solos. Ana Mira e Margarida Bettencourt participaram no Solo Performance Commissioning Project de Deborah Hay. Neste projecto aprenderam um solo da coreógrafa e foram desafiadas a apropriarem-se da obra de maneira livre e pessoal. Com a colaboração de João Tabarra e Francisco Tropa apresentam, de 31 Janeiro a 2 Fevereiro, no Teatro Maria Matos, em Lisboa, as suas adaptações de At Once.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Jornadas sobre a dramaturgia do Século XXI


As primeiras jornadas do Projecto Alcover abordarão o tema “A dramaturgia do Século XXI".

Estas jornadas realizar-se-ão na Universidade de Alicante nos dias 4 e 5 de Fevereiro e pretendem ser um “foro de encontro, análise e avaliação das artes cénicas e, em especial do teatro, oriundo da Catalunha, Valência, Andorra e Ilhas Baleares”.

O Projecto Alcover é uma iniciativa que tem a participação da FiraTàrrega, da Mostra de Teatro d’Alcoi e da Feira de Teatro de Manacor.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Candidaturas abertas para Festival na Argentina


Abriu o período de candidatura para companhias de teatro de todo o mundo tendo em vista a participação no VI Festival Iberoamericano CUMBRE DE LAS AMERICAS 2006, de 1 de Fevereiro até 30 de Abril de 2010.

O festival realiza-se em Mar del Plata, Buenos Aires, Argentina de 3 a 12 de Dezembro de 2010, com o objectivo de estimular, promover, intercambiar e difundir os trabalhos dos criadores vinculados a este âmbito da expressão artística.

O festival, de carácter competitivo, é dirigido por HUGO KOGAN.

Mais informações podem ser solicitadas para: hugokogan@yahoo.com.ar