quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Encontro de Teatro na Argentina


O "Experimenta 11 Teatro" Encontro Internacional de Grupos, em Rosário, Argentina, decorre entre 7 e 13 de Dezembro.

O encontro é realizado pelo “Grupo Laboratório de Teatro El Rayo Misterioso” e propõe trabalhos teóricos e práticos, com organização de seminários, conferências e ateliers.

Ao longo das suas realizações tem contado com a colaboração de companhias, encenadores e convidados especiais da Alemanha, Argentina, Áustria, Brasil, Canadá, Equador, Espanha, Estados Unidos, Itália, México, Suíça, Roménia, França, República Checa, Peru, Venezuela e Finlândia.

Mais informações em

http://www.elrayomisterioso.org.ar/espanol/experimenta.htm

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

The Tangible no Teatro Maria Matos

Entre 7 e 11 de Dezembro, no Teatro Maria Matos, em Lisboa, The Tangible, uma performance de Eve-Chems de Brouwer, Tale Dolven, Liz Kinoshita, Federica Porello, Mokhallad Rasem e Frank Vercruyssen.

O ponto de partida de "The Tangible" é o triângulo Palestina-Bagdad-Beirute, mas ultrapassa as suas fronteiras.

The Tangible procura o mito e a realidade do Crescente Fértil, o Al Hilal Al Khaseeb, que outrora englobava a Mesopotâmia e o Antigo Egipto, o “berço da civilização”. Hoje em dia, a área corresponde, sensivelmente, ao actual Egipto, Israel, Palestina, Líbano e partes da Jordânia, Síria, Iraque, Kuwait, Turquia e Irão e é considerada um barril de pólvora.Usando poemas do palestiniano Mahmoud Darwish e da libanesa Etel Adnan, relatos do britânico John Berger e textos do palestiniano Mourid Barghouti, um pequeno grupo de bailarinas, actores e artistas visuais de países de origem tão diferentes como Noruega, Bélgica, Palestina, Síria, Canadá e Itália experimentam uma aproximação.Como falar sobre o Médio Oriente sem cair em paternalismo, saudosismo ou num neo-orientalismo fácil? The Tangible é uma relexão que vai para além das notícias e das estatísticas, um testemunho pessoal e íntimo sobre os indivíduos, ao invés dos seus partidos políticos; sobre a perda, a injustiça e a continuação da vida, ao invés dasdeclarações oficiais. Ou, talvez, seja simplesmente uma declaração de amor ao berço da civilização, que sempre renasce das cinzas.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Últimos dias de GATA SOBRE TEULADA DE ZINC CALENTA

©Ros Ribas

Termina no próximo dia 12 a carreira de GATA SOBRE TEULADA DE ZINC CALENTA, de TENNESSEE WILLIAMS, numa adaptação livre e encenação de ÀLEX RIGOLA, em cena na Sala GRÀCIA, do Teatro Lliure, em Barcelona.

Um fresco sobre as relações humanas, a mentira, a desagregação de um casal e o desmembramento de uma família. Um retrato dos problemas que temos de enfrentar e falar verdade com as pessoas mais chegadas. WHY IS IT HARD TO TALK ? pergunta Tenneessee Williams pela boca de um dos seus personagens.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Mario Gas encena David Mamet


Emilio Buale, Bernabé Rico, Toni Cantó e Montse Plá são os principais intérpretes de ‘Razas’, a obra mais recente de David Mamet, numa encenação de Mario Gas.

A peça estará em cena no Teatro Naves del Español entre 15 de Dezembro e 23 de Janeiro.

Trata-se de um triller judicial com o tema do racismo como pano de fundo: os sócios de um gabinete de advogados – um branco e um negro –, são encarregados de defender um endinheirado executivo branco que foi acusado de violar uma mulher negra.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Mathilde Monnier e La Ribot no TNSJ

As coreógrafas Mathilde Monnier e La Ribot apresentam no Porto Gustavia, no palco do Teatro Nacional São João, no dia 10 de Dezembro.

Gustavia é um diálogo entre duas coreógrafas maduras, sozinhas num palco, frente a frente, duas cabeças diferentes apoiadas num mesmo corpo: andrógino, pernas compridas, cabelos claros. Mais do que um dueto, é um solo para dois corpos. Gustavia também é nome de mulher, mas é sobretudo um nome artístico. La Ribot: "É um clown sexual, uma amazona futurista. Ela evoca todos os fantasmas da mulher livre". Mathilde Monnier: "É uma mulher contemporânea, paradoxal e contraditória". Também é uma personagem que nos fala do palco e dos seus códigos, a esboçar um retrato do artista enquanto figura ridícula, que tropeça, cai e recomeça, sempre a transformar a incompetência em competência, sempre a pedir um pouco da nossa atenção. O burlesco é uma energia indisciplinada, que atravessa todas as artes sem se deixar aprisionar numa forma precisa e estável. Gustavia é um vaudeville burlesco. Duas mulheres trágicas e cómicas caminham de saltos altos num terreno acidentado. Procuram uma espécie de paraíso perdido – a infância e o riso, toca e foge, Bucha e Estica. - in web site TNSJ

sábado, 4 de dezembro de 2010

Um homem singular em Faro

UM HOMEM SINGULAR, pelo ACTA é apresentado no Teatro Lethes, em Faro, até 19 de Dezembro.

O texto é de Alexandre Honrado e a encenação de Luís Vicente.

Um Homem Singular, história teatral que recria a vida de um homem, que faz o circuito doce das aventuras geográficas e sentimentais, usando a linguagem dominadora, e nem sempre inteligível, da cultura. Esta artimanha transfigura um homem comum num ser sedutor, profundamente humano. São retratos deste cidadão do mundo que por acaso, foi Presidente de uma nova República que, cem anos depois, tarda em entendê-lo. Mas deixa um nome que atravessará os séculos – Manuel Teixeira Gomes.

Bruno Martins, Carlos Pereira, Elisabete Martins, Glória Fernandes, Luís de A. Miranda, Pedro Mendes e Tânia Silva são os intérpretes.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Prémio 'Butaca del Teatro Catalán' para Marta Carrasco

©Susana_Neves

Marta Carrasco recebe mais um prémio. Com o seu espectáculo 'Dies Irae el Requiem de Mozart' recebeu o Prémio para o melhor espectáculo de dança na edição 2010 dos Prémios 'Butaca del Teatro Catalán'.

Este espectáculo, muito discutido na sua apresentação na última edição do FITEI, continua a receber um amplo reconhecimento da crítica internacional, a que junta mais este prémio.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

In Situ – In Transit

A apresentar pelo Teatro Plástico em residência artística no Museu Nacional de Soares dos Reis ‘In Situ – In Transit’ parte da especificidade deste local emblemático da cidade do Porto e equaciona as questões centrais do trabalho ‘in situ’ articulando-o com a estética desta companhia e a colecção do mais antigo museu português.Construído sobre o confronto entre Museu enquanto espaço estático e símbolo do perene e o Teatro enquanto arte do efémero e símbolo do presente imediato (e da conjugação destes opostos aparentemente contraditórios) este espectáculo transdisciplinar pretende abordar o Teatro como arte total e convocar as suas múltiplas ferramentas para explorar as enormes potencialidades do debate entre passado e presente, memória e realidade, arte e vida, e questionar a função dos museus e do teatro na sociedade contemporânea.

Textos: André Gide, Fernando Pessoa, John Banville, Paul ValérySamuel Beckett, Theodor Adorno, Walter Benjamin Direcção Artística: Francisco AlvesInterpretação: Andrea Moisés, Maria Reis Lima, Tiago BarbosaAna Ferreira, Ana Rita Pinto, André Marinheiro, Catarina Falcão, Joel Sines, Jorge Coutinho, Juliana Alexandria, Marcos Bastos, Margarida Barata, Paulo Freitas, Roberto Mendes, Vanessa Dinger

Participações especiais: Albuquerque Mendes e João Paulo Costa

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Texto de Jacinto Lucas Pires levado à cena no Porto

Estreia hoje no Estúdio Zero, no Porto, TU ÉS O DEUS QUE ME VÊ, texto de Jacinto Lucas Pires e encenação de Luís Mestre.

Há um homem que tem um problema grave de saúde e que sobrevive como que por milagre. E a partir desse momento em que diz ter visto Deus, falado com Ele, muda de vida. E a de outros muda com a sua.

O desafio foi lançado a Jacinto Lucas Pires pelo Teatro Nova Europa, que assina o projecto em co-produção com As Boas Raparigas Vão p/ o Céu e as Más p/ Todo o Lado e com a Casa das Artes de Famalicão.

Interpretação de António Parra e José Topa, o espectáculo tem desenho de Luz de Joana Oliveira, figurinos e cenografia de Ana Gormicho e desenho de Som e sonoplastia de Luís Aly. Estará em cena até 15 de Dezembro.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

HUMUS | UM ESPECTÁCULO DE PERFINST PERFORMANCE-INSTALAÇÃO


A partir do dia 1 de Dezembro, o Karnart apresenta na Galeria Monumental, HÚMUS, co-produção KARNART/ Artistas Unidos com textos Raúl Brandão e direcção de Luís Castro.

O espólio de objectos da KARNART e os textos de Raúl Brandão são neste espectáculo as principais fontes de inspiração de um colectivo que singularmente cruza as artes performativas e as artes plásticas nos seus trabalhos de pesquisa artística. No espaço labiríntico de uma galeria de arte o espectador é convidado a sentir, a procurar, a descobrir, a decifrar acções que sublinham, antagonizam, ironizam ou metaforizam o texto que lhes serve de suporte, num todo de intensa dimensão estética e forte impacto interventivo.

Conceito, direcção, instalação e direcção de Luís Castro, a partir de HÚMUS, HISTÓRIA DUM PALHAÇO e A MORTE DO PALHAÇO, de Raul Brandão.

"Este espectáculo, constituído por quinze cenas e nove intermezzi, prossegue a investigação do conceito de perfinst a que nos dedicamos desde 1996. Abrimo-lo com o que chamamos A DITADURA e encerramo-lo com A REVOLTA, excertos retirados do último capítulo de Húmus - VÊM AÍ OS DESGRAÇADOS... - que Raúl Brandão só manteve na primeira edição do texto. Achámo-los fundamentais na contextualização da situação social, política e cultural que atravessamos. Nós em 2010 como ele em 1917. Nunca como nestes dois últimos anos nos sentimos tão próximos da realidade descrita por Raul Brandão, nunca como hoje nos sentimos tão desprotegidos e mal amados."

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Inversa Teatro na Galiza com Kamouraska

Entre o encerramento e o refúgio, Kamouraska é um lugar mental onde as suas três habitantes (entre humanas e caninas) têm a possibilidade de reinventar um universo com regras próprias onde o jogo é rir-se da infelicidade para ser feliz.

O desequilíbrio entre a necessidade e a impossibilidade de amar, de pertencer a um lugar e de sonhar dá azo a um espectáculo contemporâneo e carácter associativo que procura o riso como via de escape ante o violentíssimo acto de existir.

Pensada como uma comédia cruel dentro duma tragédia subterrânea, Kamouraska oferece onze embates cheios de excentricidade, elementos grotescos e desenfadados que desembocam numa troca de pele das actrizes em cena.

Com dramaturgia e direcção de Vanesa Sotelo, Kamouraska estará em cena no Auditório Luis Tobío, na Galiza, no dia 2 de Dezembro.

domingo, 28 de novembro de 2010

Encuentros Te Veo 2011


Os Encuentros Te Veo 2011vão realizar-se entre 22 e 26 de Maio em Zamora (Espanha), o que constitui a XIII edição do evento.

Continuando o sentido e o espírito dos Encuentros Te Veo, esta edição procura manter as reuniões e debates para além da apresentação das propostas cénicas dedicadas ao público mais novo (infância e juventude).

Para esta nova edição a organização procura manter e aprofundar a ligação a encenadores e coreógrafos que trabalhem com este escalão etário em Espanha e Portugal.

sábado, 27 de novembro de 2010

Prémio Nacional de Teatro para La Zaranda

A companhia teatral La Zaranda foi galardoada com o Prémio Nacional de Teatro, em Espanha, concedido pelo Ministério da Cultura do Estado Espanhol. O júri foi presidido por Félix Palomero, director do Instituto Nacional de las Artes Escénicas y la Música (INAEM).

Teatro La Zaranda, uma carismática companhia com trinta anos de existência, esteve várias vezes no FITEI, a última das quais em 2002. É dirgida por Francisco Sánchez, mais conhecido como Paco de la Zaranda, e dela fazem parte Eusebio Calonge, autor dos textos, e os actores Enrique Bustos e Gaspar Campuzano.

Os objectos, o expressionismo visual, a depuração dos textos, a criação de personagens limite e, como método de trabalho, “um rigoroso processo de criação em comunidade” são características evidentes desta companhia.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Inscrições abertas para o 4º FESTLIP

Com o objectivo de promover no período de 06/07/2011 a 24/07/2011 a 4ª edição do FESTLIP - Festival de Teatro da Língua Portuguesa, que será composto por uma mostra teatral e cultural dos países da comunidade da língua portuguesa Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, a organização abriu um período de candidaturas.

O FESTLIP 2011 pretende promover o intercâmbio entre grupos teatrais da comunidade da língua portuguesa e amigos da língua, valorizar seus processos de criação, as artes cênicas e incentivar as manifestações culturais na cidade do Rio de Janeiro, com possível desdobramento em São Paulo. Nesta edição do FESTLIP - Festival de Teatro da Língua Portuguesa, grupos de Galiza e Macau também estão elegíveis para participação.

As inscrições estarão abertas no período de 22/11/2010 a 31/03/2011,

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

desARTificação da cultura em Portugal


Os serviços admnistrativos do FITEI Festival de Teatro de Expressão Ibérica estarão encerrados hoje, dia de Greve Geral em Portugal. No entanto, elementos da direcção e colaboradores estarão no Abraço ao Teatro Nacional São João "Porque num teatro cabe toda a criação artística. Porque este teatro, o TNSJ, é exemplo único da descentralização de programação/criação artísticas de iniciativa governamental. E assim o queremos."

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

José Luís Ferreira foi a escolha do júri para a direcção do Teatro São Luiz

José Luís Ferreira, responsável pelas relações internacionais do Teatro Nacional São João, no Porto, foi a escolha do júri do concurso para a direcção artística do São Luiz Teatro Municipal, em Lisboa, anunciou ontem a EGEAC, que tutela este teatro.

Nesta fase o júri propôs o nome de José Luís Ferreira e todos os concorrentes ao cargo foram já notificados, dispondo de cinco dias úteis para se pronunciarem. Após esse prazo, o júri - composto por Ana Marin, António Pinto Ribeiro, Pedro Burmester, Emmanuel Demarcy-Mota e Francisco Motta Veiga - avaliará as eventuais reclamações e, se estas levarem a alterações, terá que proceder a nova audiência prévia.

domingo, 21 de novembro de 2010

Teatro da Terra em Lisboa


Diógenes, de Pablo Albo, pelo Teatro da Terra, apresenta-se em Lisboa, nos dias 4, 5, 11 e 12 de Dezembro, no Instituto Franco-Português.

Diógenes é um rapaz com um passatempo particular: coleccionar! Mas coleccionar todo o tipo de coisas!… Encontra-as, apanha-as e leva-as consigo!…
Na verdade, o seu vício de amealhar coisas já vem de família – e de hà várias gerações! Os seus avós namoraram-se enquanto recolhiam e amontoavam poças de água… a sua irmã adolescente colecciona objectos inúteis… os seus pais, tudo o que possam encontrar, desde que em grande quantidade – para que o seu irmão mais novo possa contar, já que é esse o seu vício!… Finalmente, o seu tio, que é carteiro e solteiro, colecciona cartas de amor!…
Será com este tio que veremos que "aquilo que fazemos, às vezes, tem consequências inesperadas"…
Esta micronovela isenta de pedagogia e boas intenções, feita de pequenas peças que se entrelaçam, mesclam e imiscuem umas nas outras e que, entre o humor absurdo e o afecto, conduzem o espectador até um final trágico. O protagonista fala da sua família e das suas peculiares inclinações: o hábito do granjeio, como lhe chamou o pai.
Neste espectáculo procuramos priveligiar a proximidade do nosso público mais jovem com o mundo desta família, que construimos, aproximando-nos das linguagens do teatro visual e de objectos, numa viagem de descoberta inspirada pela beleza poética do texto de Pablo Albo. Lançamos-vos o desafio de se deixarem apaixonar por estas personagens, pelas suas colecções e pelas suas histórias…

Texto de Pablo Albo, com tradução de Elisabete Ramos, encenação de Miguel Sopas e interpretação deInês Pereira, Joaquim Rocha, Sónia Vicente e Vânia Lavado.

sábado, 20 de novembro de 2010

1974 pelo Teatro Meridional

© Susana Paiva

"1974" tem como objecto temático a identidade portuguesa a partir do discurso narrativo de três importantes períodos da História de Portugal do último século: a Ditadura, a Revolução de Abril e a entrada de Portugal na Comunidade Europeia.

Inscrito na lógica de construção cénica e artística dos espectáculos do Teatro Meridional, "Para Além do Tejo" (2004) e "Por Detrás dos Montes" (2006), o espectáculo "1974" alia à linguagem cénica, essencialmente não verbal, construída através da fisicalidade do actor, a linguagem musical, com criação de José Mário Branco.


Na Sala Garrett do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, entre 18 de Novembro e 19 de Dezembro.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Salomé no Salón Teatro

Salomé, a próxima produção do Centro Dramático Galego é uma aposta numa leitura satírica da tragédia de Óscar Wilde, numa encenação de Carlos Santiago.

Dentro da obra dramática de Oscar Wilde, Salomé ocupa um lugar singular. Ao contrário das comédias de tom irónico e subtil que lhe proporcionaram êxito e fama na época, como Uma Mulher sem Importância, O Leque de Lady Windermere, Um marido ideal ou A importância de se Chamar Ernesto, elegantes sátiras da sociedade vitoriana, o dramaturgo irlandês escolleu nesta peça um episódio evangélico para criar uma tragédia de fundo escabroso em torno do conflito mítico entre Eros e Tanatos, tema recorrente no movimento simbolista. A peça é também uma crítica extrema do poder e do puritanismo moral num retrato cru das paixões humanas.

Salomé estreia no dia 26 de Novembro, no Salón Teatro de Santiago de Compostela.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Teatro defondo com Macbeth em Madrid


A Companhia Teatro defondo estreou Macbeth, de William Shakespeare, no Círculo de Bellas Artes, de Madrid.

Com encenação de Vanessa Martínez, a Companhia Teatro defondo volta a abordar os textos de Shakespeare, depois de ‘A Tempestade’ e ‘Muito barulho por nada’.

Integramente interpretada por homens e transporta para o mundo das máfias carcerárias, esta versão de Macbeth tem música original de Jorge Cabadas interpretada ao vivo.

O espectáculo estará em cena até 2 de Dezembro.