sábado, 12 de fevereiro de 2011

A Illa das Mulleres Loucas no Auditorio Municipal de Vigo

Inversa Teatro fará uma representação de Illa das Mulleres Loucas no dia 18 de Fevereiro, ás 21:00 horas no Auditório Municipal de Vigo.

Baseada na obra homónima de Alfonso Pexegueiro, a Illa das mulleres loucas é um recital dramático onde a linguagem do corpo (encarnada pelas actrizes María Caparrini e Vanesa Sotelo) e a palavra do próprio autor em cena se combinam com a música original que os integrantes de Berrogüetto, Anxo Pintos (sanfona) e Quico Comesaña (harpa) compuserem para a peça e interpretam ao vivo.

Isto, junto com o desenho de luz criado por Baltasar Patiño, resulta numa peça poética de grande plasticidade onde as fronteiras entre o passado, o presente e o futuro se esvaem para revelar um tempo suspenso onde uma mulher trava a sua própria batalha para definir os limites entre compostura e loucura.

Próximos espectáculos de A Illa das Mulleres Loucas:
(Rede Galega de Teatros e Auditórios)
3 de Março ás 20:30 h no Teatro Colón de A Coruña
24 de Março ás 20:30 h no Auditório Gustavo Freire de Lugo
27 de Maio ás 21:00 h no Teatro Principal de Santiago de Compostela

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Ser Tão Teatro navega pelo Velho Chico para contar a história da Flor de Macambira

Depois de circular com o espetáculo “Farsa da Boa Preguiça” em 2010 por 21 cidades brasileiras de sete estados nordestinos, atingindo um público de mais de 17 mil pessoas, o Ser Tão Teatro empreende sua nova aventura: a realização da tournée de “Flor de Macambira” por dez cidades do leito do Rio São Francisco, além de Belo Horizonte e Rio de Janeiro, entre 11 de Fevereiro e 3 de Abril. As dezoito pessoas da equipa técnica percorrem, de autocarro, cerca de 5.860 km, levando seu teatro às praças públicas de Penedo (AL), Propriá (SE), Petrolina (PE), Paulo Afonso (BA), Juazeiro (BA), Bom Jesus da Lapa (BA), Xique-Xique (BA), Januaria (MG), São Francisco (MG) e Pirapora (MG).

A ESTREIA É NA PRAÇA DOZE DE ABRIL, NO CENTRO DE PENEDO, ALAGOAS, NO DIA 11 DE FEVEREIRO, ÀS 19H.

Dirigido por Christina Streva, o espetáculo é baseado na obra “O Coronel de Macambira”, de Joaquim Cardozo, publicada em 1963, mas pouco encenada até hoje. A pesquisadora Rosyane Trotta e o Ser Tão Teatro assinam a dramaturgia da montagem. O patrocínio é da Chesf, através do Programa Eletrobras de Cultura 2010.

Flor de Macambira” é uma festa popular com música, comicidade, cor e teatralidade que conta a história da jovem Catirina, a mais bela flor da Fazenda Macambira, que sucumbe aos vícios e tentações mundanas e, para salvar-se a si e a seu amado, mergulha nas profundezas de sua alma. Tipos do quotidiano brasileiro como o coronel sanguinário, o padre mercantilista, o bicheiro corrupto, e o triunvirato do capitalismo: o economista ilusionista, o banqueiro especulador e o marqueteiro enganador vão sendo apresentados, quadro a quadro, no espetáculo. “Aparentemente simples, as historias populares ocultam poderosas pistas para o entendimento do ser humano”, diz a diretora, atualmente docente e coordenadora de Cultura da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). A montagem é uma leitura contemporânea da dramaturgia da década de 60 e, apesar de não ignorar a dimensão política original da época, actualiza a narrativa personificando o drama na protagonista, que não existia no texto de Cardozo. “O autor de O Coronel de Macambira não poupou liberdade poética para enlaçar literatura erudita, crítica social e festa popular. Nós buscamos entrelaçar sua poesia com o Brasil de nosso tempo e a linguagem cênica que emana do jogo vivo dos atores”, diz Rosyane Trotta.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Falar Verdade a Mentir

Estreia a 17 de Fevereiro, às 21h30, no Teatro Garcia de Resende, em Évora, Falar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett.

Duarte é um jovem peralvilho, mentiroso compulsivo, apaixonado de Amália e esta dele. Amália é filha do Sr. Brás Ferreira, um comerciante rico, do Porto que vem a Lisboa para casar a menina. Mas se Brás Ferreira apanhar o Duarte (mentiroso compulsivo) numa mentira, lá se vai o casamento de Amália com Duarte. Joaquina criada de Amália, esperta e ladina pretende casar com José Félix, ladino e imaginativo criado do General Lemos. Juntos tratarão de tornar verdade, perante Brás Ferreira, as mentiras que Duarte inventa. Nesta comédia em acto único de dezassete cenas, Almeida Garrett põe a ridículo a sociedade burguesa no Portugal do século XIX.

Encenação de Victor Zambujo e interpretação de Álvaro Corte Real, Ana Meira, Jorge Baião, José Russo, Maria Marrafa e Rui Nuno.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Prémios Max, 14ª edição, em Córdova

Marta Carrasco no FITEI 2010
©Susana_Neves

O Comité Organizador dos Prémios Max, na sua 14ª edição, deu a conhecer a lista dos finalistas para as 23 categorias do prémio.

O Comité Organizador quis destacar "a elevada participação de espectáculos apresentados nesta edição (apesar da crise económica e financeira), a heterogeneidade das propostas e o elevado número de obras que obtiveram nomeações como finalistas".

A Fundación Autor de la SGAE é a entidade fundadora e organizadora dos Premios Max que, para esta edição conta com os patrocínios do Ayuntamiento de Córdoba e do INAEM. A cidade de Córdoba acolherá a cerimónia da XIV edição dos Prémios Max de las Artes Escénicas, no dial 9 de Maio de 2011, no Gran Teatro.

O Comité Organizador tornará público, proximamente, os Prémios Especiais desta edição 2011. Lembramos que o FITEI já ganhou, em 2008, um Prémio Max Especial.

A lista de nomeados inclui Marta Carrasco, pelo seu trabalho ‘Dies Irae - en el Requien de Mozart’, apresentado na edição do ano passado do FITEI.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

A Cacatua Verde


A Cacatua Verde” de Schnitzler é aparentemente uma peça histórica. A acção situa-se na noite de 13 para 14 de Julho de 1789 em Paris. Numa cave dos arredores de Paris, Prospère, um velho director de uma Companhia de Teatro, abriu uma taberna (A Cacatua Verde) onde a sua Companhia finge que não faz teatro, e cria a ilusão de uma verdadeira taberna de gente de mau porte, ladrões, pedintes, prostitutas, marginais, possibilitando aos nobres que a visitam a sensação, sem perigo, do contacto com o povo e com os episódios excitantes das suas violentas vidas. O processo complica-se quando, na noite da Revolução Francesa, a violência da realidade faz esquecer o processo de ilusão e a história que um dos actores inventou, que a sua mulher, também actriz, o trai sendo amante de um Duque, leva-o a assassinar o nobre seu rival. Seja a razão do crime verdade ou ficção, o crime acontece, mas a realidade da revolução faz com que o acto ciumento do actor se torne num acto de heroísmo na defesa do povo revolucionário e triunfante. E a alegria do “Viva a Liberdade!” é vivida pelo casal como o fim da sua felicidade.


A profunda ironia, própria de toda a obra de Schnitzler, torna a peça quase numa comédia em que o próprio teatro entra em jogo, antecipando os temas caros a Pirandello. Aqui a tensão entre sonho e realidade, ou ilusão e verdade, adquire uma dimensão especial e particularmente interessante pelo facto de a tensão entre ficção e realidade incluir também a tensão entre a História e as consciências individuais, e tocar a própria noção de responsabilidade política. A taberna é uma Cave, o que remete para a imagem da Caverna de Platão e o próprio facto de o taberneiro se chamar Prospére-Próspero remete para o processo ambíguo de “A Tempestade” de Shakespeare. Afinal como em Pirandello, a peça fala mais da vida que do teatro. Com a maior leveza e elegância, e num único acto de uma economia exemplar, Schnitzler desenha um teatro de sombras da própria Revolução, que é um prodígio de ironia na revelação da profunda complexidade do real.


A Cacatua Verde”, de ARTHUR SCHNITZLER, tradução de FREDERICO LOURENÇO e encenação de LUIS MIGUEL CINTRA, com ALICE MEDEIROS, ANTÓNIO FONSECA, CATARINA LACERDA, CLEIA ALMEIDA, DINIS GOMES, DUARTE GUIMARÃES, GONÇALO AMORIM, JOANA DE VERONA, JOÃO GROSSO, JOÃO VILLAS-BOAS, JOSÉ MANUEL MENDES, LUIS LIMA BARRETO, LUIS MIGUEL CINTRA, MIGUEL LOUREIRO, MIGUEL MELO, NEUSA DIAS,NUNO CASANOVAS, RICARDO AIBÉO, RITA BLANCO, RITA LOUREIRO, SOFIA MARQUES, TIAGO MANAIA, TIAGO MATIAS, TOBIAS MONTEIRO e VÍTOR D’ANDRADE.

co-produção TNDM II e TEATRO DA CORNUCÓPIA

Sala Garrett Teatro Nacional D. Maria II
17 de Fev a 27 de Mar 2011

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Alexandria (fragmentos) de Joclécio Azevedo | Apresentação informal

Dia 11 de Fevereiro, 6ª feira, pelas 19horas, nas novas instalações do NEC - Av. Rodrigues de Freitas,164, Porto, será apresentado informalmente o projecto Alexandria (fragmentos) de Joclécio Azevedo.

Esta criação nasceu do convite do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória e da Biblioteca Central da Faculdade de Letras da Universidade do Porto para a realização de uma intervenção / comunicação, no âmbito da Conferência “Alexandria ad Aegyptum”, realizado na Faculdade de Letras do Porto, em Outubro de 2010. O processo de trabalho continuará a ser desenvolvido durante o ano de 2011, contando com algumas apresentações informais de fragmentos do material produzido. As apresentações finais do trabalho deverão decorrer a partir de Outubro.

Concepção e interpretação: Joclécio Azevedo
Produção:
Contentor
Produção executiva:
Núcleo de Experimentação Coreográfica

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Oficina de dança contemporânea e pesquisa coreográfica

Continuam abertas as inscrições para o Programa de Formação com o coreógrafo Nir de Volff da TOTAL BRUTAL

AULA de dança contemporânea
A aula começa com uma dinâmica lenta e vai aumentando a sua intensidade com o vocabulário de movimento do coreógrafo.
Concentra-se na forma de usar os músculos utilizando menos força e trabalhando com um corpo vazio e leve. LESS is MORE, é o ponto de partida do aquecimento, trazendo ao corpo uma total relaxação dos músculos e da mente, através de uma intensa massagem a pares.
Nir foca o seu trabalho no movimento do corpo como se não tivesse estrutura óssea e na reconstrução do nosso centro a partir do pescoço.


Considero o pescoço como uma parte essencial no corpo, onde consigo detectar se alguém usa demasiada força através dos movimentos. Acho que todo o tipo de corpo tem habilidade para encontrar harmonia no sentido de fluidez, suavidade de movimento, fundindo-se facilmente com movimentos mais energéticos e directos. Nir de Volff

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Ibsen no CCB

Dias 10, 11 e 12 de Fevereiro às 21:00 e dia 13 às 16:00, o CCB Centro Cultural de Belém apresenta ROSMERSHOLM, de Ibsen, encenação de Gonçalo Waddington.

Escrita em 1886 e considerada uma das obras-primas do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen, ROSMERSHOLM é apresentada num ambiente cénico contemporâneo, que faz uso das novas tecnologias.

A acção da peça decorre em Rosmersholm, uma velha casa senhorial onde vive Johannes Rosmer, antigo pároco que renunciou ao cargo após o suicídio da mulher. Os seus crescentes ideias liberais tornam-no objeto de suspeição entre a comunidade, que também reprova a sua aproximação a Rebekka, antiga companheira da sua falecida mulher. Enquanto a relação entre estas duas personagens se aprofunda, o seu isolamento face à comunidade aumenta – e pressões morais, políticas e sociais irão ditar o seu destino.

Interpretação de Gonçalo Waddigton, Carla Maciel, Pedro Lacerda, Peter Michael, Flávia Gusmão e João Lagarto.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Patrícia Portela em digressão pela Bélgica


A COLECÇÃO PRIVADA DE ACÁCIO NOBRE, criação de Patrícia Portela, está em tournée na Bélgica.

10 e 11 de Fevereiro no Monty, em Antuérpia
16 de Fevereiro no festival ARTEFACT, no STUK em Leuven
26 de Fevereiro no festival PERFORMATIK, no Kaaitheater em Bruxelas.

Acácio Nobre foi um homem de referência do século XIX para quem foi um fardo viver no século XX.Uma máquina de escrever vintage, um teclado wireless e um filme mudo dão um concerto e desenvolvem um diálogo sobre o arquivo de Acácio Nobre, recriando o ambiente 2,5 D de um autor enquanto escreve.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Titzina em Madrid

©Susana_Neves



A companhia Titzina estreia em Madrid 'Exitus', na sala do Teatro de La Abadía, onde permanecerá em cena de 2 a 13 de Fevereiro.

A morte é o tema de partida para este espectáculo com autoria, direcção e interpretação de Diego Lorca e Pako Merino. Quatro personagens com histórias e desejos diferentes cruzam-se sem terem a consciência do destino comum que as une. São elas um agente funerário, um homem à procura de emprego, o director de um laboratório farmacêutico e um advogado. Nesta tragicomédia cheia de emoções, as personagens enfrentam a morte e encaram-na de diferentes pontos de vista; uma profissão, uma tragédia, um acto irreversível da vida…

“Exitus” é o terceiro trabalho produzido pela companhia Titzina Teatro, uma das peças mais aplaudidas na última edição do FITEI, onde já antes tinham obtido assinalável sucesso com as suas criações anteriores.

Durante a sua temporada em Madrid, será lançado o livro editado pela Artezblai com os textos das três obras criadas por Titzina: "Folie à deux. Sueños de psiquiátrico", "Entrañas" e "Exitus".

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Prémio para Paloma Pedrero

No próximo domingo, 6 de Fevereiro, na Nova Cena do Teatro Nacional de Praga, será entregue mais um prémio à dramaturga espanhola Paloma Pedrero, cerimónia integrada na abertura oficial da XVI Mostra de Teatro Checo.

Paloma Pedrero consegue este novo reconhecimento internacional, ao obter o Prémio do Público do Teatro Checo 2010 pela montagem da sua Ana el once de marzo. A peça teve encenação de Jana Janeková e foi estreada no Teatro Nacional de Opava em Janeiro de 2010 na presença da autora.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O Teatro Bisturi vai estrear Histórias de Família


Uma das estruturas emergentes da cidade do Porto, o Teatro Bisturi, vai estrear Histórias de Família de Biljana Srbljanovic, com direcção de actores de Daniel Pinto.

Com tradução de Maria do Céu Ribeiro e interpretação de Cátia Guedes, Cristovão Carvalheiro, Miguel Lemos e Rita Lagarto, Histórias de Família é uma visão mordaz e critica do nacionalismo sérvio e da sua pesada herança numa negra e irónica comédia trágica.

"Todas as personagens desta peça são crianças. Conforme as necessidades da história, elas envelhecem e rejuvenescem. Às vezes, mudam de sexo. Não há razão para espanto.
Os actores, em compensação, não são crianças. Nesta peça, são os adultos que fazem de crianças, que, por sua vez, fazem de adultos. Também não há razão para espanto. Haverá muitas outras razões para espanto. Os heróis desta peça não são os pobres, nem pelo seu carácter, nem pela sua vida quotidiana. São os cidadãos de um país em ruínas."

Histórias de Família, Estúdio Zero, Rua do Heroísmo, nº 86,Porto, Portugal, a partir de 9 de Fevereiro.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

OPERA | O Teatro Nacional de S. Carlos visto por Augusto Alves da Silva


A exposição resulta de uma parceria entre a Fundação EDP e o TNSC que, em 2006, encomendou a vários fotógrafos um levantamento das instalações daquele que permanece como o único teatro de ópera do país.

“É sobre esse grande corpo fragmentário (que no seu interior guarda cenários de tantas dramaturgias e que Augusto Alves da Silva transforma ele mesmo em cenário) que a fotografia regista um pequeno número de ficções: recebe a vida de um cão que descansa na vasta sombra do largo, o incómodo de um sem-abrigo preso ao chão do pórtico, a velocidade de uma jovem que dobra uma esquina ou o peso da velha que para essa esquina se arrasta, o trabalho exposto dos que preparam um espetáculo, a alegria suspensa das multidões indistintas que assistem ‘de fora’ ao que se passa ‘lá dentro’...”, escreve João Pinharanda, responsável pela programação artística da Fundação EDP.

O olhar artístico de Augusto Alves da Silva surpreende, nomeadamente quando nos oferece momentos que a banalidade tornou já invisível. A sua obra, que foge sempre do imediato, testa o observador desafiando-o a ler pequenas narrativas do quotidiano, sugeridas por enquadramentos e jogos cromáticos.Opera é o primeiro olhar de um ciclo expositivo que revela o TNSC por fora e por dentro. A partir de 25 de Março, este ciclo prossegue com uma exposição fotográfica que, pelo olhar de Paulo Catrica, nos levará então ao interior do São Carlos.

Augusto Alves da Silva, português e fotógrafo, nasceu em Lisboa em 1963. Estudou no London College of Printing e na Slade School of Fine Art, em Londres. O seu trabalho ganhou grande protagonismo a partir da década de 90, altura a partir da qual começou a participar regularmente em exposições em Portugal e no estrangeiro. No seu currículo de exposições individuais destacam-se, entre outras, Iberiano MUSAC - Museo Arte Contemporanea Castilla y León (2010), Sem Saída / Ensaio sobre o Optimismono Museu de Serralves (2009) e Una Ciudad Así e Carretera en Obrasno Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madrid. Foi aliás, o primeiro artista português a ter uma exposição individual Museo Reina Sofia. A título colectivo destacam-se, também entre muitas outras, Metafluxna IX Bienal de Veneza de Arquitectura (2004), Revisitar Canariasna Galeria Elba Benitez, Madrid (2003) e Initiareno Centro Cultural de Belém, Lisboa (2000).


Expo/OPERA
Museu da Electricidade, Lisboa
28 de Janeiro a 20 de Março

sábado, 29 de janeiro de 2011

Mímica Total e Teatro Físico

O Estúdio Luis Luis, que procura realizar no Brasil, cursos e workshops na área das artes cénicas com a mesma qualidade e seriedade encontrada nas grandes escolas européias, anuncia a realização de Mímica Total e Teatro Físico (Módulo 1).

O estudo e a vivência da Mímica Total e do Teatro Físico, sob as referências de Etienne Decroux, Jacques Lecoq, Desmond Jones e Luis Louis. Serão abordados: Os conceitos e a técnica da Mímica Total e do Teatro Físico / A construção de uma gramática corporal refinada, possibilitando meios e liberdade para tornar pensamentos, idéias e emoções em realidade física / O processo de criação de cenas e composições de dramaturgias por meio das ações físicas / O actor criador e a persona na "Mímica Total".

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Prémio da Crítica para FIMFA e João Paulo Seara Cardoso


A Associação Portuguesa de Críticos de Teatro atribuiu o Prémio da Crítica, relativo ao ano de 2010, ao FIMFA e a João Paulo Seara Cardoso. O júri foi constituído por Alexandra Moreira da Silva, João Carneiro, Maria Helena Serôdio e Rui Pina Coelho.

O mesmo júri decidiu ainda atribuir três Menções Especiais, respectivamente, a Miguel Guilherme (O Senhor Puntila e o seu Criado Matti, Novo Grupo/Teatro Aberto), Luís Castro/Karnart (Húmus) e ao colectivo de Mulheres Profundas / Animais Superficiais, espectáculo d’ As Boas Raparigas: Carla Miranda, Maria do Céu Ribeiro e Miguel Eloy.

A cerimónia da entrega destes prémios realiza-se no próximo dia 12 de Março (sábado), no Jardim de Inverno do São Luiz Teatro Municipal (Lisboa), às 15h00, sendo livre a entrada.

Segundo uma nota do juri, o prémio da cítica é atribuido ao FIMFA – Festival Internacional de Marionetas de Lisboa – por dez anos de trabalho perseverante e continuado na apresentação, em Portugal, do que de mais interessante e importante existe no Teatro de Marionetas, Objectos e Formas Animadas. E a João Paulo Seara Cardoso, sem o qual o Teatro de Marionetas em Portugal não existiria na sua forma, dimensão e qualidade actuais.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Nature Theater of Oklahoma apresentam Life and Times

De volta a Lisboa, os Nature Theater of Oklahoma apresentam Life and Times, um musical que conta a história da vida de uma mulher perfeitamente normal registada em 16 horas de conversas telefónicas. O resultado é uma jornada épica da vida quotidiana. Este primeiro episódio transporta-nos de volta à infância: os primeiros passos, o primeiro dia de escola…

Life and Times - Episode 1 - quinta 27 a sábado 29 Janeiro - Teatro Maria Matos, Lisboa

O modus operandi da companhia nova-iorquina Nature Theater of Oklahoma basea-se quase sempre na utilização de elementos biográficos nos seus trabalhos. A partir de histórias, gestos e situações do dia-a-dia de amigos e familiares, constroem as suas peças de teatro, desafiando sempre convenções e estilos. O público lisboeta já teve oportunidade de conhecer o resultado fascinante deste método de trabalho em No Dice, a grande surpresa do alkantara festival 2008, mas em Life and Times a ambição é incomparavelmente maior: os Nature Theater querem, nem mais nem menos, do que contar a vida inteira de Kristin Worrall, um dos membros da companhia. O objectivo é tornar as 16 horas de gravações de conversas telefónicas com Kristin num género de novela teatral da vida quotidiana em dez episódios. Episode 1 é a primeira parte desta epopeia biográfica em versão musical, no qual se começa precisamente pelo início da vida: a infância.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Teatro La Mascara vai apresentar 'Acéfalos' do Teatro del Presagio


O TEATRO del PRESAGIO, de Cali, Colômbia, vai apresentar nos dias 11 e 12 de Fevereiro, no Teatro La Mascara, 'Acéfalos', trabalho já apresentado na Europa, em Londres, e que ganhou o Prémio de Teatro de Cali.

'Acéfalos' tem encenação de Diego Fernando Montoya.

O Teatro del Presagio é um grupo de investigação, produção e cração de espectáculos de teatro contemporâneo. É constituido por profissionais formados nas escolas de teatro da cidade de Cali (Colômbia). Foi fundado em 2005 e tem actualmente cinco espectáculos em reportório.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

3D pela Mala Voadora

3D

26 a 30 janeiro (Quarta-feira a Domingo) às 21:30
NEGÓCIO: Rua de O Século nº 9 porta 5, Lisboa Tel. 21 343 02 05

Um grupo de pessoas reúne-se. Chegam ao local com um pouco de antecedência, sozinhas ou em pequenos grupos. Esperam um pouco. Algumas fumam um cigarro. Algumas lêem na expectativa de ficarem mais bem preparadas para o que vai acontecer. Algumas regozijam-se por se encontrarem, mesmo que a situação não seja propícia a grandes convívios. Algumas trocam palavras de circunstância, por cordialidade. Quando chega a hora, e se encontram reunidas as condições para que tal aconteça, entram. As portas fecham-se e as pessoas ficam lá dentro, protegidas do exterior. Procura-se que, nesta circunstância, se sintam confortáveis. Sentam-se. Ocupam cadeiras dispostas em fila, todas voltadas para o mesmo lado – as de trás numa posição ligeiramente mais alta do que as da frente.
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http://en.wikipedia.org/wiki/Realism

  • Realism (arts), the depiction of subjects as they appear in everyday life
  • Realism (theatre), a movement towards greater fidelity to real life
  • Realism (visual arts), a style of painting that depicts what the eye can see
  • American realism, a turn of the 20th century idea in arts
  • Classical Realism, an artistic movement in late 20th Century that valued beauty and artistic skill
  • Hyperrealism (painting), a genre of painting that resembles high resolution photography
  • Kitchen sink realism, an English cultural movement in the 1950s and 1960s that concentrated on contemporary social realism
  • Literary realism, a 19th century literary movement
  • Magic realism, an artistic genre in which magical elements appear in an otherwise realistic setting
  • Nazi heroic realism or the art of the third Reich, a style of propaganda art associated with Nazi Germany
  • Neorealism, a movement emphasising realism in cinema and literature
  • New Realism, an artistic movement founded in 1960 by Pierre Restany and Yves Klein
  • Poetic realism, a film movement in France in the 1930s that used heightened aestheticism
  • Photorealism, a genre of painting that resembles photography
  • Pseudorealism, a genre of art initiated by Indian artist Devajyoti Ray where reality is approached via abstraction.
  • Pseudorealism, a term coined by American film critics, used to describe films in which digital unreal images are created and amalgamated with regular scenes thereby creating an illusion that is difficult to distinguish from reality.
  • Romantic realism, an aesthetic art term popularized by writer/philosopher Ayn Rand
  • Social realism, an artistic movement which depicts working class activities
  • Socialist realism, a style of propaganda art associated with Communism

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direcção Jorge Andrade . texto a partir de A Vida Modo de Usar de Georges Perec, Desimaginação, Farsa Quotidiana de António Pedro, Design for Rehearsal de Noël Coward e The Cocktail Party de T.S. Eliot . com Anabela Almeida, Bernardo de Almeida, Bruno Huca, Jorge Andrade, Rita Seguro, Vítor Oliveira, Wagner Borges e, também, Diana Dias, Diogo Campos, Emília Ferreira, Gracinda e Tiago Rafael . cenografia e figurinos José Capela . produção Manuel Poças . agradecimentos Ilídio Silva, Júlio Esteves e Liz Vahia

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espectáculo para maiores de 18 anos . Contém cenas eventualmente chocantes.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Colóquio Internacional Imagens de uma Ausência

O Centro de Estudos de Teatro (CET) organiza o Colóquio Internacional Imagens de uma Ausência - Modos de (re)conhecimento do teatro através da imagem, nos dias 17, 18 e 19 de Fevereiro, tendo como convidados Sandra Pietrini e John Kulvicki.
Clique na imagem para ter acesso a outras informações

sábado, 22 de janeiro de 2011

Curso de Introdução às Técnicas de Palco

Um Curso de Introdução às Técnicas de Palco inicia-se no dia 29 de Janeiro na Culturgest.

Com o “Curso de Introdução às Técnicas de Palco” pretende-se fazer a iniciação nas áreas cénicas da Cenografia, Iluminação Cénica, Sonoplastia, Vídeo, Figurinos, Adereços e Caracterização. Cada tema terá uma oficina com a duração de um fim-de-semana. Serão sete entre Janeiro e Julho, uma por mês. Apesar de autónomas, estas oficinas permitem, no conjunto, uma visão alargada e integradora do universo das técnicas teatrais não performativas. O curso terá uma forte componente técnica, com espaço para a experimentação e criação por parte dos formandos.

Os destinatários são encenadores e coreógrafos que queiram ter conhecimentos básicos das diversas áreas cénicas, actores, bailarinos e performers interessados em dominar os aspectos técnicos para potenciar a sua capacidade performativa, profissionais da área do espectáculo para quem seja útil uma visão de conjunto das artes cénicas (produtores, directores de cena, directores técnicos) e estudantes dos cursos de artes cénicas.

Para estudantes universitários, o Curso de Introdução às Técnicas de Palco permite a obtenção de créditos ECTS (European Credit Transfer and Accumulation System), que serão emitidos pela Universidade de Évora. Cada oficina vale um crédito, o curso completo dá direito a sete créditos. Para a obtenção de créditos ECTS é obrigatória a apresentação de um trabalho escrito.