quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Reflexão sobre artes cénicas no Museu de Arte Contemporânea de Vigo

Este fim-de-semana realiza-se no Museu de Arte Contemporânea de Vigo ‘Resistencias. Dias de acción y pensamiento’.

A criação cénica europeia contemporânea com dois dos coreógrafos espanhóis mais conceituados internacionalmente, Olga de Soto e Juan Domínguez.

Resistencias. Días de acción y pensamiento’ é um projecto comissariado por Pablo Fidalgo Lareo para o MARCO. Esta iniciativa visa atrair para a Galiza a criação europeia contemporânea e dar lugar a uma nova relação entre comissários, artistas e públicos, que possibilite um novo contexto para a acção e pensamento cénico.

Este projecto será realizado três vezes por ano.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

A BODA de Anton Tchékhov | A BODA de Bertolt Brecht

A companhia Primeiros Sintomas estreia o novo espectáculo: A BODA de Anton Tchékhov A BODA de Bertolt Brecht de 16 a 27 Novembro, no Espaço Negócio (ZDB) em Lisboa.

Segundo Tchékhov, entram os convidados todos para o copo-de-água. Segundo Brecht já tinham chegado antes de nós. No fim a mobília parte-se toda. Resta o quê, de uma boda ou duas?
A BODA
de Anton Tchékhov
Gelados com rum, vinho Haut-Sauternes e lagosta.
A BODA
de Bertolt Brecht
Bacalhau, pudim com natas, bolo, ponche e vinho, muito vinho.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A Companhia Nacional de Bailado no TNSJ


Du Don de Soi é o nome do lugar onde acontece o encontro imprevisto do coreógrafo Paulo Ribeiro com o universo cinematográfico de Andrei Tarkovski (1932-1986). Um desafio promovido pela directora artística da Companhia Nacional de Bailado, Luísa Taveira, que assim inscreveu a CNB no roteiro do Festival Temps d’Images, evento que estimula o diálogo entre as artes performativas e as imagens em movimento, e onde as fronteiras entre as várias artes se tornam na própria matéria de criação artística. Para Paulo Ribeiro – que regressa à CNB logo após a sua participação na obra colectiva Uma coisa em forma de assim (2011) –, trata-se de um combate corpo a corpo com os filmes e os escritos do realizador russo, para quem a poesia era sobretudo uma mundividência e que comparava o seu trabalho ao de um escultor que, “guiado pela visão interior da sua obra, elimina tudo o que não faz parte dela”. Captar uma essência e devolvê-la ao mundo sob a forma de uma ligação poética – eis algo que já todos experimentámos no universo coreográfico de Paulo Ribeiro.

Coreografia de Paulo Ribeiro, dias 11 e 12 de Novembro.

domingo, 6 de novembro de 2011

Peça de Edward Albee no Lliure

© Ros Ribas

O Teatro Lliure tem em cena até 27 de Novembro, na SALA FABIÀ PUIGSERVER, em Barcelona, a peça de Edward Albee ‘UN FRÀGIL EQUILIBRI’

A Delicate Balance de Edward Albee teve a sua estreia mundial na Broadway em 1966, dirigida por Alan Schneider com um elenco liderado por Hume Cronin e Jessica Tandy. Em 1967, Albee recebeu o Premio Pulitzer de Teatro por esta peça, um galardão que já tinha ganho e sido vetado em 1962 por Who’s Afraid of Virginia Woolf?.

UN FRÀGIL EQUILIBRI’...Um equilíbrio que se afigura delicado para iludir o descalabro...

Encenação de Mário Gas, com Mia Esteve, Pep Ferrer, Mercè Montalà, Rosa Novell, Rosa Renom e Albert Vidal.

sábado, 5 de novembro de 2011

Legado teatral do Século XX


O Legado teatral do Século XX (La Escena a la escucha de la Historia) é um ciclo de leituras dramatizadas organizado pelo Nuevo Teatro Fronterizo e pelo Le Monde Diplomatique em espanhol, em colaboração com La Casa Encendida que, através da selecção de diversas obras de teatro do século passado, permite identificar uma série de acontecimentos históricos e processos culturais, políticos e sociais daquela época que, de alguma maneira, têm continuação na nossa. O objectivo do projecto é que o conhecimento da conjunção entre o palco e a realidade que então se produziu seja útil para o teatro que se faz hoje em dia e para o espectador que a ele assiste.

De 14 de Novembro até 12 de Dezembro, pelas 19.30h, em La Casa Encendida, Madrid.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O DESEJO IGNORANTE


No palco os bailarinos esperam que algo lhes aconteça, esperam o momento em que aparece o desejo. Do desejo pode surgir a ação e por isso o gesto, o movimento, a palavra. Os bailarinos constroem frente ao espectador um diálogo permanente entre o que conhecem e o que desconhecem. Apresentam-se a cru, numa espécie de dança documentário. O vídeo aparece em O Desejo Ignorante à maneira dos Grandes Ballets Russos e das Óperas Renascentistas onde os cenários pintados imitavam a realidade trazendo paisagens majestosas para cena. O vídeo propõe contexto, cenário, paisagem. Uma das questões que é fundamental na pesquisa para O Desejo Ignorante é a de unir pensamento e ação, fazê-los dialogar em simultâneo, não os separar dizendo que agora pensamos e agora dançamos.

O DESEJO IGNORANTE, projecto e direcção de Márcia Lança e Aniol Busquets, dias 11 e 12 de Novembro 2011, integrado no Festival Temps d’Images.

Teatro Maria Matos, Lisboa.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Na Idade da Loba estreia em São Paulo

Verdades, mentiras, conquista e sedução num relacionamento via internet, esse é o ponto de partida da montagem "Na Idade da Loba" que estreia no Teatro Ruth Escobar.

Mariana nunca teve sorte no amor. Aos 40 anos, bonita e executiva bem sucedida, decide procurar alguém.

Num chat da internet conhece Gabriel, um jovem de apenas 17 anos que mente dizendo ter 40 anos.

Com texto de Roberto de Freitas e direção de Fernando Couto estreia dia 4 de Novembro e estará em cartaz até 27 de Novembro, no Teatro Ruth Escobar, Sala Dina Sfat, em São Paulo.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Teatro do Frio estreia Cruzadas

Criado em residência artística no âmbito da Capital Europeia da Cultura - Guimarães 2012, em co-produção com o Teatro Nacional São João, o Teatro do Frio estreia no dia 4 de Novembro no TeCA - Teatro Carlos Alberto CRUZADAS, com direcção artística de EWAN DOWNIE, direcção musical e apoio dramatúrgico de ANNA PORUBCANSKY, assistência à direcção artística de ANA MADUREIRA e intérpretação de CATARINA LACERDA, JAIME MEARS, PEDRO FABIÃO, ROSÁRIO COSTA e RODRIGO MALVAR.

CRUZADAS é o espectáculo resultante de um projecto de pesquisa teatral e criação colectiva, com direcção artística de Ewan Downie, actor, encenador e autor escocês, recentemente consagrado com o prémio do Júri e do Público no Festival Eurotopics, Lille/França pela co-autoria do espectáculo HIDDEN BIRDS.

CRUZADAS assume este capítulo da História Mundial como mote à reflexão e criação artística sobre o lugar das causas comuns na evolução da Humanidade.

Ao longo deste processo de trabalho, sustentado por 3 momentos distintos de criação, elaborado ao longo de 4 meses, construiremos um objecto artístico assente na reflexão sobre a essência dos conflitos humanos, a necessidade de fronteiras e o papel do perdão na legitimação de contendas, lançando pontes concretas à interpretação do lugar do indivíduo na (re) definição da sociedade contemporânea.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Companhia do Porto apresenta-se em Sevilha

A produção DÉJÀ VU, a partir de ‘A Cena do Ódio’ de José de Almada Negreiros, uma co-produção PONTO TEATRO/ESTACA ZERO TEATRO, foi seleccionada para o III CENIT Certamen de Nuevos Investigadores Teatrales CICUS/TNT e apresenta-se em Sevilha, no dia 5 Novembro 2011.

DÉJÀ VU exalta os vícios, os derrotados, os ultrajados, os religiosos sexualmente frustrados e discrimina o homem civilizado. Partindo do conjunto de aliterações e paronímias, as imagens de gozo sádico e a profusão de personagens sociais do texto original, o espectáculo manifesta-se num corpo de paradoxos: uma vulgar cena familiar com um diálogo extra-ordinário; uma atmosfera realista cuja acção ganha contornos surrealistas; e uma família de estereótipos que redescobrem o herói/anti-herói que habita no íntimo de cada um de nós. De entre ‘aristocratas, intelectuais, canalha, gente simples operária, rural ou varina, empregados citadinos, políticos, jornalistas, tropa e o burguês’, cinco personagens encontram-se à volta de uma mesa para um jantar que vai revolucionar os seus passados interlaçados, o presente comum a todos nós e um futuro desconhecido. Discutir o modo de viver das diferentes personagens, ainda que estereotipados, pessoas muito reais; discutir um Portugal passado e futuro, mas que representa ainda o modo como vivemos hoje; descobrir o herói e o anti-herói no âmago das personagens, mas que habita em cada um de nós; tornar-se-á, para o público, uma experiência surreal de 'déjà vu'.

Adaptação, dramaturgia, encenação, dispositivo cénico e desenho de luz de EMANUEL DE SOUSA, com música original de TIAGO ALMEIDA e interpretação de ALEXANDRE SÁ, DANIELA GONÇALVES, EMANUEL DE SOUSA, PEDRO DIAS e RITA VIEIRA

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Livro narra 500 anos de teatro na Bolívia

Trata-se de uma compilação de mais de trinta autores que relatam as vivências e êxitos do teatro na Bolívia. Intitulada "500 años de teatro en Bolivia: Testimonios y reflexiones desde el siglo XVI al XX", a obra apresenta ensaios e testemunhos reunidos que mostram a diversidade, riqueza e a persistência da produção teatral na Bolívia, apesar das guerras internacionais, crises políticas internas, escassos recursos de toda a índole, precários espaços dedicados ao teatro e outros motivos para o desalento.

O actor e encenador Carlos Cordero Caraffa realizou um trabalho minucioso a que dedicou mais de 10 anos. Nesta obra, o autor refere como primeira peça de teatro representada na Bolívia, uma comédia apresentada na cidade Potosí em 1572.

domingo, 30 de outubro de 2011

Manresa prepara-se para nova maratona teatral

A Fira Mediterrània de Manresa celebrou este ano três acordos de cooperação com comunidades autónomas do Estado espanhol que permitirão que oito companhias diferentes façam parte do programa 2011 na sua secção oficial. A Junta de Andaluzia, o Governo de Aragão e o Governo do País Basco assinaram estes convénios que permitem que a direcção artística do encontro teatral de Manresa escolha os projectos mais destacados do panorama de espectáculos destas regiões. Desta forma, se estrutura um corredor cultural bidireccional desde o sul em direcção a Andaluzia, que se cruza com Valência e Múrcia, até à via do rio Ebro penetrando por Aragão e Euskadi.

Este evento realiza-se há 14 anos. Em 2011 tem a duração de 4 dias e inicia-se no dia 3 de Novembro.

sábado, 29 de outubro de 2011

Companhia de Almada volta aos textos de Brecht

A Companhia de Teatro de Almada volta a estrear uma peça de Bertolt Brecht: Santa Joana dos matadouros, com encenação de Bernard Sobel e interpretação dos alunos finalistas do Conservatório Nacional e da ACT– Escola de Actores. O espectáculo estará em cena entre 2 e 20 de Novembro, num dispositivo cénico montado dentro da caixa de palco da Sala Principal do TMA.

Em 2008, Bernard Sobel criou com os actores finalistas do Conservatório Nacional Superior de Arte Dramática de França e com a participação do Jeune Théàtre National, uma nova encenação de Santa Joana dos Matadouros, de Brecht.

O projecto agora apresentado a Bernard Sobel – um director bilingue que introduziu em França a dramaturgia alemã - foi o de desenvolver o mesmo projecto com os finalistas portugueses do Curso de Teatro da Escola Superior de Teatro e Cinema. O convite foi recebido com entusiasmo pelo Director do Departamento de Teatro da ESTC, o dramaturgo e encenador Carlos J. Pessoa.

Escrita por Bertolt Brecht entre 1929 e 1932, imediatamente antes da sua fuga aos nazis que o levou ao exílio nos EUA, Santa Joana dos matadouros aborda a crise do capitalismo motivada pelo crash da bolsa de Nova Iorque, em 1929. É-nos contada a história de Joana Dark, uma jovem católica, ligada a uma organização de beneficência (os Chapéus Negros), mas que acaba por se integrar nas lutas dos operários dos matadouros de Chicago contra os seus patrões: os negociantes de carne que apostam na especulação bolsista para a obtenção de lucros fáceis.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Paulo Ribeiro no Constantino Nery


No dia 5 de Novembro a Companhia Paulo Ribeiro estará no Cine-Teatro Constantino Nery com o espectáculo de Dança Contemporânea “Sábado 2”.

Este trabalho vive da repressão da energia sexual, e da sua confrontação com a fantasia romântica e religiosa que só encontra “redenção” numa espécie de sacrifício de automutilação.É um trabalho que tem uma carga erótica muito semelhante ao que se vivia, ou pelo menos eu vivi, no nosso passado de católicos, cheios de Nossa Senhora de Fátima e de Infernos meio orgásticos, meio redentores.Sábado 2 é uma obra essencialmente egoísta; o outro existe para dar relevo às nossas fantasias; compadecemo-nos a pensar que sofremos de amor, mas não passa de imaginação e convenção social. É aí que entra o texto, para dar relevo ao estereótipo das convenções sociais, à banalidade da palavra e até dos sentimentos, quase sempre fugazes e virtuais. Resumindo, nesta peça tentei explorar o turbilhão vazio do indivíduo virado essencialmente para si próprio, tomando a ligação com o divino como espécie de energia redentora. O trabalho de autor não se esgota no impacto maior ou menor que as criações possam ter no momento em que são criadas. A Dança é das artes que mais sofre o efémero. Este princípio precisa ser contrariado, não só porque muitas obras precisam de tempo para serem realmente apreendidas, como também é essencial poder rever o que está para trás para situar melhor o presente. Depois, não tenho dúvidas que a linguagem que identifica um autor só faz sentido quando há longevidade. Talvez seja este o factor maior para o reconhecimento e independência face à voracidade das modas, tendências e mercados. Celebramos o nosso décimo quinto aniversário. O Sábado 2 foi a nossa primeira e muito emblemática obra. Só pode fazer sentido recuperá-la e partilhá-la com todos os que apreciam a Dança e a sua muito particular capacidade de ser intemporal. Para quem não conhece, será certamente uma feliz descoberta, para quem já viu será um momento festivo como aqueles em que revemos um ente querido que regressa após uma longa ausência.- Paulo Ribeiro

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Teatro em Cádiz | O festival decorre até ao próximo dia 29

As bandeiras do FIT Cádiz ladeiam a da cidade

Está a decorrer em Cádiz, a vigésima sétima edição do Festival Iberoamericano de Teatro de Cadiz. Termina no dia 29 de Outubro. Montra anual do teatro latino-americano, é um dos poucos eventos que possibilita o conhecimento na Europa do teatro que se produz na América do Sul. Também nesta edição de 2011, se pode assistir a apresentações de companhias oriundas de Argentina, México, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Guatemala, Uruguai, para além de Espanha e Portugal.

O Festival Iberoamericano de Teatro de Cadiz é o terceiro mais antigo festival ibero-americano, depois de Manizales e Porto (FITEI) e tem um forte reconhecimento e apoio da autarquia local. A alcaldesa da cidade esteve presente no evento.
A alcaldesa de Cádiz numa sessão do festival

Em 2012, Cádiz será Capital Ibero-americana da Cultura, o que acontece mercê da existência e trabalho desenvolvido pelo festival de teatro dirigido por Pepe Bablé.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

PIEZAS EN FUGA

A companhia La Intrusa , criada por Damián Muñoz e Virginia García em 1996, apresenta PIEZAS EN FUGA, de 26 de Outubro até 5 de Novembro de 2011, no MERCAT DE LES FLORS, em Barcelona.

PIEZAS EN FUGA é um percurso pela criação mais recente da companhia. Inspirados em conceitos que actualmente continuam inquietando e interessando a companhia, são retomados para criar novas instalações-performance onde são acompanhados por artistas convidados de diferentes disciplinas.

As peças revisitadas são Ataraxia, Pobres bestias e Tres tristes streapteases. O programa conta com uma performance da companhia Sol Picó.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

As Polacas no Rio de Janeiro


As Polacas estão em cena entre 20 de Outubro e 18 de Dezembro, no Teatro I do CCBB, Rio de Janeiro.

O espectáculo entrelaça histórias de vida das chamadas polacas, jovens judias que abandonaram o Leste Europeu durante a 2ª Guerra Mundial e imigraram para o Brasil em busca de melhores condições de vida. Ao acompanhar os passos das polacas prostitutas Esther e Celina, da juventude à idade madura, a peça destaca a árdua convivência nos prostíbulos cariocas, a violência da polícia e dos cafetões, a aspereza das cafetinas, o preconceito social, a rejeição dos filhos, entre outros dramas. Algumas destas mulheres já eram prostitutas em sua terra natal, mas a maioria chegou ao Brasil em busca de uma vida melhor, enganadas por traficantes de mulheres.

Com texto e direcção de João das Neves, As Polacas tem interpretação de Ivone Hoffmann, Gillray Coutinho, Alexandre Akerman, Carla Soares, Ilea Ferraz, Leonardo Miranda, Lígia Tourinho, Luciana Mitkiewicz, Marina Elias e Wilson Rabelo.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O Grupo Actoral 80 em cena com Excusas


Protagonizada por Jesús Cova, Angélica Arteaga, Wadih Hadaya e Ana Alicia Pérez, Excusas, de Joel Joan e Jordi Sanchez, está em cena no Espacio Trasnocho, na Venezuela.

Este trabalho do Grupo Actoral 80 é uma comédia sobre a crise dos trinta, essa idade em que as pessoas começam a estabilizar as suas vidas, a casar-se, e abandonam a liberdade e a despreocupação juvenil. Na peça, as quatro personagens principais conseguiram uma estabilidade de trabalho que lhes proporciona aquilo que procuram. No entanto, à medida que a acção se desenvolve, vamos descobrir que nem tudo é como parece...

domingo, 23 de outubro de 2011

Adaptação teatral do ‘Purgatório’ de Dante

Com encenação de Luciano Cohen e Gonzalo Villanueva, todos os Sábados é apresentada no Palacio Barolo, em Buenos Aires, Vitriol, adaptação teatral de ‘Purgatório’, da Divina Comédia de Dante Alighieri.
Ideia, tradução e adaptação literária de Jorge Sanguinetti.
Interpretação de Emiliano Carrazzone, Jose Luis De Giano, Oscar Rodriguez, Patricia Carro, Juan Moretti, Sebastian Bisio, Leonardo Alcarraz, Edgardo Souza, Gonzalo Villanueva, Oscar Gimenez, Nicolas Conti, Inti, Miguel Finkelstein, Eva Matarazzo, Paula Cancela, Anahi Calvigioni, Sofía Spano, Mailén Niño, Ruth Nomeisky, Juan Altamirano e Ignacio Parra.

sábado, 22 de outubro de 2011

"Premios Escenarios" em Sevilha


As oito categorias dos Premios Escenarios entregues na Fiesta de Presentación de la Temporada de Artes Escénicas reconheceram os trabalhos com maior destaque de 2010/2011.

Eram 24 os espectáculos finalistas e o palmarés é o seguinte:

ESPECTÁCULO DE DANÇA
Vencedor: “Upper”, de Chinabaus Danza
Finalistas: “Paseo por el amor y la muerte”, de Fernando Romero; Animals Party”, de El Punto! Danza Teatro
ESPECTÁCULO DE TEATRO
Vencedor: “La gloria de mi mare”, de Choni Cía. Flamenca
Finalistas: “Queipo, el sueño de un general”, de La Fundición; “Santa Clara, Leyenda de Sevilla”, de Producciones Imperdibles
INTÉRPRETE MASCULINO DANÇA
Vencedor: Fernando Romero por “Viaje por el amor y la muerte”, de Fernando Romero
Finalistas: Javier Pérez por “Upper”, de Chinabaus Danza; Sergio Fuentes por “Animals Party”, de El Punto! Danza Teatro
INTÉRPRETE FEMENINO DANÇA
Vencedora: Lucía Vázquez por “Los siete pecados capitales”, de Producciones Imperdibles
Finalistas: Diana Noriega por “Upper”, de Chinabaus Danza; Raquel Madrid por “Japiverdy”, de Cía. Dos Proposiciones
INTÉRPRETE MASCULINO TEATRO
Vencedor: Juanjo Macías por “La gloria de mi mare”, de Choni Cia. Flamenca
Finalistas: David Montero por “Perversidad en la 237”, de TNT & CICUS; Tomás Pombero por “Naúfragos”, de Desguace Teatro
INTÉRPRETE FEMENINO TEATRO
Vencedora: Paz de Alarcón por “El baúl de la Piquer”, de La Butaca Roja
Finalistas: Mª Paz Sayago por “Qué fue de baby Juanita”, de Cía. Manuel Monteagudo; María Alfonsa Rosso por “Últimos días de una puta libertaria”, de Devenir y Zasaraga
CRIADOR/A
Vencedor: Juan Dolores Caballero “El chino”
Finalistas: José María Roca; Jorge Barroso “Bifu”
ESPECTÁCULO INFANTIL
Vencedor: “La cebra Camila”, de Escenoteca
Finalistas: “El Mago de Oz”, de Búho y Maravillas; “Un regalo inesperado”, de La Calabaza Danza
PREMIO ESPECIAL PELO TRABALHO DESENVOLVIDO NAS ARTES CÉNICAS
Vencedor: Diario de Sevilla

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Mary Stuart no Teatro do Bolhão | 28 e 29 de Outubro


Performed in English (sem tradução)

Duas rainhas, dois países, duas religiões.
Mary Stuart de Darcia Maraini é baseada na peça de Friedrich Schiller, de 1799 com o mesmo nome. Relata os eventos do Verão de 1567 na perspectiva de Elizabeth I (rainha de Inglaterra) e Mary Stuart (rainha da Escócia e mãe do futuro rei Jaime I de Inglaterra e Escócia).

O confronto entre Mary Stuart e Elizabeth I será uma guerra de religião e poder, pura insegurança e rivalidade ou antes, um desejo de amizade e cumplicidade?