terça-feira, 10 de abril de 2012

Encontro com Cláudia Dias | Criações e questões: uma visita, seguida de conversa

Encontro com Cláudia Dias - Criações e questões: uma visita, seguida de conversa, na Sala 6x6 do NEC, no Porto, no próximo dia 14, pelas 18 horas.


Cláudia Dias, nasceu em Lisboa, em 1972. Iniciou a sua formação em dança na Academia Almadense. Continuou os seus estudos como bolseira na Companhia de Dança de Lisboa. Frequentou o Curso de Formação de Intérpretes de Dança Contemporânea, promovido pelo Fórum Dança e o Curso de Formação Profissional em Gestão de Organizações e Projetos Culturais, promovido pela Cultideias. Atualmente, frequenta o Mestrado em Artes Cénicas, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa.
Iniciou o seu trabalho como intérprete no Grupo de Dança de Almada. Integrou o coletivo Ninho de Víboras. Colaborou com a Re.Al tendo sido uma intérprete central na estratégia de criação de João Fiadeiro e no desenvolvimento, sistematização e transmissão da Técnica de Composição em Tempo Real.
Desenvolveu um projeto pedagógico na área da composição coreográfica, em parceria com Márcia Lança, que deu origem à peça Vende-se país solarengo com vista parao mar. Foi intérprete na peça Morro como País, encenada por John Romão.
Criou as peças One Woman Show, Visita Guiada, Das coisas nascem coisas, Vontade de ter vontade ea performance/instalação 23+1.
O seu trabalho como coreógrafa, performer e professora tem sido acolhido por várias estruturas, teatros e festivais nacionais e internacionais.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

"Édipo", pelo Teatro do Bolhão


O ACE Teatro do Bolhão estreia a 12 de Abril Édipo, com encenação de Kuniaki Ida e interpretações de António Capelo, João Paulo Costa, João Cardoso, Pedro Lamares, André Loubet, Beatriz Frutuoso, Catarina Ribeiro Santos, Ismael Calliano, Ivo Luz, Joana Melo, Miguel Lemos, Pedro Roquette, Rita Lagarto e Rita Gigante. A peça vai estar em cena até 6 de Maio.

O japonês Kuniaki Ida regressa ao Teatro do Bolhão para encenar um dos textos fundadores da cultura Ocidental - Édipo, de Sófocles, que Aristóteles considerou "a tragédia perfeita". Para além da extraordinária amplitude de leituras que propõe Sófocles - literária, religiosa, sociológica, antropológica, jurídica e policial (até psicanalítica para alguns), Édipo mostra-nos hoje, nesta época em que se buscam paradigmas ou se aguardam destinos, a importância exemplar dos arquétipos enraizados na nossa memória cultural.

domingo, 8 de abril de 2012

Revista Drama n.º 4 | Dramaturgia Contemporânea


O n.º 4 da Revista DRAMA encontra-se já online em http://drama.argumentistas.org

O Tema deste número é a Dramaturgia Contemporânea, cujo editor convidado foi Jorge Palinhos. Este extenso dossier conta com entrevistas a vários autores importantes dos últimos anos, como Jean-Pierre Sarrazac, Jorge Silva Melo, Juan Mayorga, Tim Crouch e José Maria Vieira Mendes.
Na secção temática conta ainda com textos-panorama de Joaquim Paulo Nogueira (Portugal) e Jorge Louraço Figueira (Brasil) e contributos - testemunhos, análises e perfis - de diferentes autores: Armando Nascimento Rosa, Carlos Costa, Jorge Feliciano, Sandra Pinheiro, Renata Portas, Cláudia Lucas Chéu, Rui Pina Coelho, Cláudia Marisa Oliveira, Ana Mendes e Luís Miguel Gonçalves.

Neste número (Para Além do Tema) é dado particular destaque a dois argumentistas: um elogio a Suso Cecchi D’Amico (argumentista italiana que colaborou com De Sica, Visconti ou Antonioni e que morreu em 2010) e uma entrevista a John Logan (autor de vários guiões e atualmente com dois filmes em cartaz: "Hugo" e "Coriolano"). Termina com as habituais rubricas de Crítica e Livros.

A DRAMA 4 vai ser lançada no próximo dia 14 de Abril, pelas 18h, no Teatro da Politécnica, em Lisboa, em associação com os Artistas Unidos.

sábado, 7 de abril de 2012

Divas da rádio homenageadas em espectáculo teatral no Brasil

Com passagem recente pelo Theatro São Pedro, em Porto Alegre, o espectáculo "Emilinha e Marlene - As Rainhas do Rádio" mantem-se em digressão. A vida das divas, interpretadas por Solange Badin e Vanessa Gerbelli, tem como pano de fundo seis décadas da história do Brasil e a ascensão de um importante e pioneiro veículo de comunicação de massas do século XX - a rádio - e seu maior expoente no Brasil, a lendária Rádio Nacional. O espetáculo conta com uma orquestra composta por seis músicos e nove actores no elenco.

A trajetória de duas divas é remontada através da história de duas irmãs que são rivais e, por ocasião da morte de sua mãe, devem entrar na sua antiga casa e remexer nos objetos do passado, rememorando assim as suas histórias de vida. Uma é fã ardorosa de Emilinha e a outra de Marlene. O texto é de Thereza Falcão e Julio Fischer.

O espectáculo conta com mais de 50 canções interpretadas ao vivo. Interpretação de Solange Badin, Vanessa Gerbelli, Stella Maria Rodrigues, Angela Rebello, Andrea Dantas, Cristiano Gualda, Luiz Nicolau, Ettore Zuim, Mona Vilardo, Lenita Lopez e Cilene Guedes.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

“SOLIDÃO A DOIS – FRAGMENTOS” - Estreia dia 14 de Abril no Viga Espaço Cênico, em São Paulo

Livremente inspirado nas obras de Edward Hopper, Fiódor Dostoievski e Christian Boltanski,
"Solidão a Dois - Fragmentos" é a segunda montagem de uma trilogia iniciada em 2010 com o espectáculo 'Fragmentos Tchekhov'. Reúne varias linguagens, como as artes plásticas, o audiovisual, a dança e a literatura e contempla, como resultado do trabalho de pesquisa, as sugestões e reacções de destacados nomes das artes brasileiras ao trabalho desenvolvido.

Tendo o homem solitário como ponto de partida, a companhia utilizou a obra do artista plástico norte-americano Edward Hopper, retratista da angústia e do vazio humano; as instalações do artista franco-judeu Christian Boltanski, que em sua obra procura enfatizar o anónimo, a memória, a identidade e a perda; e a utilização de trechos da obra do romancista russo Fiódor Dostoievski, que coloca em evidência conflitos existencialistas e interpessoais em obras caracterizadas por cenas febris e dramáticas.

A aproximação com as obras destes artistas e das diferentes linguagens de artes em cena possibilitou ao espectáculo evidenciar o homem contemporâneo, que, apesar da globalização e das inúmeras ferramentas de comunicação, ainda se sente perdido na multidão.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Chévere e a Nasa ganham o Prémio María Casares

Citizen ganhou o Prémio para o melhor espectáculo, melhor encenador (Xesún Ron), melhor actriz (Patricia de Lorenzo), melhor música original (Xacobe Martínez) e melhor actriz secundaria (Mónica García). E a trajetória da própria Sala Nasa (que recentemente encerrou por falta de apoios) foi homenageada com Marisa Soto, numa gala que também galardoou Avelino González com os prémios para o melhor texto (juntamente com Artur Trillo, María Ordoñez e Sechu Sende) e para a melhor adaptação.

Evaristo Calvo, ganhou o prémio para melhor actor pelo segundo ano consecutivo, desta feita por Oeste Solitario, que obteve três prémios. O Teatro Rosalía de Castro, da Corunha, acolheu a cerimónia de atribuição dos Prémios Maria Casares, onde as referências à crise e à gestão do governo galego se sucederam nas declarações de quase todos os premiados, com críticas ao desprezo pelo património, pela cultura e pela língua galega.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Mariana Chaud estreou EN LA HUERTA


O Espacio Callejón, em Buenos Aires, tem em cena EN LA HUERTA, um espectáculo de Mariana CHAUD, nova versão de ‘El horticultor autosuficiente’, baseado no Guia Prático Ilustrado para o Horticultor Autossuficiente, de John Seymour, com interpretação de Moro Anghileri e William Prociuk.
Uma mulher fica só numa casa no meio do campo e decide fazer uma horta biológica. Um jardineiro ajuda-a e acompanha-a; e ao mesmo tempo que a horta, irão cultivando entre eles uma relação muito especial.
A dramaturga e encenadora Mariana Chaud, que é conhecida por apresentar histórias extravagantes, ao abordar esta relação entre um jardineiro e uma socióloga, acaba por, segundo as suas próprias palavras, ser a primeira vez que conta uma história de amor.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Purga, a versão espanhola do texto de Sofi Oksanen, estreará em Maio em Donostia

Está prevista para os dias 19 e 20 de Maio no Teatro Principal de San Sebastian / Donostia a estreia PURGA, a aclamada obra de Sofi Oksanen.

PURGA estreou no Teatro Nacional de Helsínquia em 2007 com extraordinário êxito, o que veio a repetir-se nas representações seguintes. Posteriormente Sofi Oksanen escreve, a partir da obra de teatro original, a novela que se converte num autêntico best seller a nível mundial e recebe numerosos prémios, entre eles o Prémio Europa para a melhor obra de 2010.

Um trabalho de colaboração entre Vaivén e Ilmatar Teatro, com encenação é de José Herrero.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

SCENALISBOA 2012: CENOGRAFIA NO CRUZAMENTO DE CULTURAS

De 9 de Abril a 6 de Maio, o Espaço Chiado acolhe a segunda edição do SCENALISBOA. Depois do sucesso da iniciativa em 2011, o SCENALISBOA 2012 apresenta este ano um cartaz com conferências, workshops, exposições e concertos.

Tendo como eixo o CAFÉ SCENA@CHIADO, espaço aberto e de convívio informal, o público é convidado para um diálogo aberto com personalidades de renome nacional e internacional no universo da criação cenográfica, da arquitectura teatral, iluminação, artes performativas e gestão cultural.

domingo, 1 de abril de 2012

De 3 a 7 de Abril no Teatro Helena Sá e Costa | 100ª criação do Art'Imagem

Madrugada” é uma peça baseada e ficcionada a partir de um dos interrogatórios da PIDE exercido sobre uma das muitas mulheres que nas suas instalações sofreram uma das maiores opressões que existem e continuam a persistir neste suposto mundo moderno: a castração do seu Direito ao “Livre Pensamento”, ou seja, a castração à “Liberdade do Indivíduo”.

Muitas foram as mulheres que por lá passaram e urge ter uma perspectiva do seu sofrimento.

Este espectáculo coloca em cena um interrogatório nas vésperas do 25 de Abril. No entanto a situação é apresentada de forma intemporal, num "Aqui" e "Agora" que continuam a marcar os nossos tempos de forma universal.

As duas personagens digladiam-se, cada um no seu território, num palco despojado de adereços e futilidades, deixando espaço ao interior de cada um e ao ferimento da luz que é corrente vital para ambos, que a qualquer instante determina o rumo e a vida de alguém.

O jogo de presa/predador é constante durante esta hora de espectáculo:

“Interrogador – Este é o meu trabalho, não estou de nenhum lado, livre de grelhas e chavões. Ninguém me espera mas todos me aguardam.
Interrogada – O que faz de predador presa ou presa livre? Eu neste momento sou maior que tu, eu sou a raiz!”

Este espectáculo, uma co-produção do TEatroensaio com a companhia Teatro Art´Imagem, que contabiliza o seu 100º espectáculo, e que com ele comemora o seu 30º aniversário de actividade. Enquadra-se, ainda, no tema anual de trabalho da companhia TEatroensaio em 2012: “Migração, Espaços Físicos e Psicológicos”, contribuindo para a discussão da nossa história recente e memória colectivas.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Peças curtas de teatro de GUY DE COINTET

A Fundação de Serralves apresenta um programa de peças curtas de teatro do artista Guy de Cointet, interpretado por Mary Ann Duganne Glicksman, integrado no Ciclo paralelo à Exposição Locus Solus. Impressões de Raymond Roussel, dia 30 de Março, às 21h30, e dia 31 de Março, às 19h00, no Auditório de Serralves.

Guy de Cointet (Paris - 1934, Los Angeles - 1983), representado na exposição Locus Solus.Impressões de Raymond Roussel, é um dos artistas cuja obra foi fortemente marcada pela escrita e pelos jogos de linguagem usados por Raymond Roussel — a codificação, a criptografia, o hieróglifo – influência reconhecível nos seus objectos cénicos, verdadeiros quadros vivos próximos do teatro e da poesia sonora e visual. Figura chave do movimento da arte conceptual e da performance que emergiu na cena californiana nos anos 1970, Cointet é um dos artistas que melhor sintetizam a relação entre o teatro e a arte contemporânea e o responsável pela divulgação da obra de Raymond Roussel junto das neo-vanguardas norte americanas.

Frente ao cubo branco como lugar de exposição, a obra de Cointet acontece num território ambíguo e fronteiriço, entre o museu e o espaço cenográfico do teatro. As peças curtas de teatro que apresentamos no Auditório de Serralves são representativas desta arte que situa o teatro dentro do teatro, partindo do hermetismo da linguagem e da sua capacidade para inventar sistemas de representação entre o jogo e a lógica, a literalidade e a alegoria.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Esta é a Minha Cidade e Eu Quero Viver Nela


Esta é a Minha Cidade e Eu Quero Viver Nela, com partida do Mosteiro de S. Bento da Vitória, no Porto, em últimas apresentações, hoje e amanhã.


Esta é a Minha Cidade e Eu Quero Viver Nela é um projeto que parte da cidade, da vivência que nela se constrói dia-a-dia, do quotidiano às vezes doloroso dos espaços, dos sentidos que se encontram nas coisas mínimas, nas pessoas, atrás de um muro, de uma esquina, de um banco de jardim, de uma porta fechada, de uma janela entreaberta. É um projeto de colaboração que já conheceu quatro edições em Lisboa e agora se estende ao Porto, sempre com a mesma premissa: o Teatro do Vestido convida criadores exteriores à companhia e durante duas semanas de trabalho intensivo concebe um projeto de intervenção e questionamento da cidade. Para esta edição especial no Porto, o Teatro do Vestido propõe-se descobrir uma cidade que lhe é, de certa forma, estrangeira, com a ajuda de criadores que a ela pertencem, ou pertenceram, ou se encontram em processo de vir a pertencer. Conduzidos pelos seus olhos, memórias e interrogações, lançam-se como cegos numa cidade nova para poderem vir a desejar viver nela também. Como descobrir uma cidade? “As grandes cidades ensinam, educam, e não com doutrinas roubadas aos livros. Não há aqui nada de académico, o que é lisonjeiro, pois o saber acumulado rouba-nos a coragem”, responde Robert Walser. Coragem – uma palavra-chave para conquistar território desconhecido. - in Web site TNSJ

quarta-feira, 28 de março de 2012

Greek | Versão de Édipo Rei | de Steven Berkoff




Greek de Steven Berkoff, tradução de Rafael Spregelburd e interpretação de Ingrid Pelicori, Roxana Berco, Horacio Roca e Martín Urbaneja, está em cena na Sala Gonzalez Tuñón, em Buenos Aires (Centro Cultural de la Cooperación).


Na versão do dramaturgo inglês Steven Berkoff o mito situa-se na década de 80. A violência no futebol, os ódios raciais, a especulação económica, a perda de contacto de uns com os outros, a exploração laboral, são alguns elementos que Berkoff toma para descrever a peste contemporânea.

terça-feira, 27 de março de 2012

Mensagem do Dia Mundial do Teatro 2012 por John Malkovich

Sinto-me honrado por ter sido convidado pelo Instituto Internacional de Teatro, órgão da UNESCO, para escrever esta mensagem, na comemoração do 50º aniversário do Dia Mundial do Teatro. Vou tecer os meus breves comentários aos meus companheiros trabalhadores de teatro, colegas e camaradas:

– Que a vossa arte seja atraente e original.
– Que ela seja profunda, comovente, contemplativa e única.
– Que ela nos possa ajudar a reflectir sobre a questão do que significa hoje o ser humano, e como essa reflexão pode ser acompanhada com o coração, a sinceridade, a franqueza e a graça.
– Que possam superar a adversidade, a censura, a pobreza e o niilismo, como muitos de vós certamente terão de o fazer.
– Que sejam abençoados com o talento e o rigor para nos ensinar sobre o bater do coração em toda a sua complexidade, e a humildade e curiosidade para fazer o trabalho das vossas vidas.

E que o melhor de vós - para cada um será o melhor de si, e mesmo assim só nos momentos mais raros e mais breves - ter sucesso na hora de pensar a mais básica das perguntas: "Como é que vamos viver?"

Merda!!!

John Malkovich

segunda-feira, 26 de março de 2012

PLAY, THE FILM, UM ESPECTÁCULO CONSTRUÍDO A PARTIR DO FILME THE GREAT GABBO (1929) de JAMES CRUZE


PLAY, THE FILM, UM ESPECTÁCULO CONSTRUÍDO A PARTIR DO FILME THE GREAT GABBO (1929) de JAMES CRUZE, por CÃO SOLTEIRO & ANDRÉ GODINHO, no Teatro Camões, de 27 a 31 de Março.

PLAY: The Film, PLAY/ THE FILM, PLAY THE FILM GODDAMMIT.
(Começamos mal)
O que adiante se visionará não é um filme nem um espectáculo de teatro mas o espaço ínfimo entre os dois formatos. Um momento de interferência em que as regras aceites de bem fazer (fazer bem sem olhar a quem) coexistem enervadas e sobrepostas. 
Àquilo que se enuncia logo se renuncia: propõe-se um OLHAR deslocado sobre dois objectos cuja vista se atravanca para que a sua forma original, desprovida de significado, seja apenas matéria da cena. Des/monta-se o filme através do acto teatral, e o invés. Ao filme, aliás, faz-se-lhe de tudo: cortar, colar, inverter, dobrar. Sem qualquer um dos pudores da cinefilia. 
Opera-se sobretudo pela transferência de dados, quer cénicos quer textuais, entre formatos recorrendo a encontros já de si históricos como o do Vaudeville com o Musical de Hollywood, concentrando-nos na figura de maravilhoso mau gosto - o ventríloquo. 
(Não se nos apresentam soluções, apenas o desejo de sublimar neste local o caos instaurado nas nossas cabeças.

Um espectáculo dobrado por :
André Godinho / Frank . Joana Manuel / Mary .Noëlle Georg /Babe .
Paula Sá Nogueira /Otto . Paulo Lages / Gabbo

Participação especial de :
António Gouveia . Michelle D'Orleans e
CAIS SODRÉ CABARET

domingo, 25 de março de 2012

Cinco estruturas teatrais do Porto pedem reuniões com deputados dos 5 partidos com assento parlamentar

O FITEI Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica integra um conjunto de 5 estruturas de teatro do Porto, que decidiu, no âmbito da comemoração do Dia Mundial do Teatro a 27 de Março, solicitar uma reunião a 5 deputados eleitos pelo circulo do Porto (um deputado por cada um dos grupos parlamentares que elegeram deputados no distrito).

2012 é um ano decisivo para o futuro de Portugal e da Europa, no qual se encerram diversos processos de decisão política e orçamental relativamente aos quais importa reflectir, nomeadamente no que diz respeito ao papel da cultura, do património e da criação artística enquanto eixos do desenvolvimento nacional e europeu.

O FITEI solicitou assim ao Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda o agendamento de uma reunião - que se realizará a 27 de Março, terça-feira, no Porto - com a deputada eleita pelo círculo do Porto, Catarina Martins.

sábado, 24 de março de 2012

João Torto | Produção Magnólia Teatro

Junho de 1540, o homem anunciou: “Saibam todos os senhores habitantes desta cidade, que não terminará este dia sem se ver a maior das maravilhas, a qual vem a ser um homem desta cidade voar, com asas feitiças, da Torre da Sé ao Campo de São Mateus, pelo que responde por sua pessoa e bens, João de Almeida Torto”. 20 de junho de 1540, o homem fez: lançou-se do alto da Sé de Viseu, para voar claro, com duas asas que manufaturou. História ou Lenda? No curso da História, a experiência de 1540 é pioneira em Portugal e sucedeu aos estudos que Leonardo da Vinci (1452-1519) desenvolveu sobre a possibilidade humana de voo. João Torto, o espetáculo, é o sonho de todos os homens que sonham fazer mais. Em palco, o sol nasce e todos avançamos pelo dia acima. Todos somos ecos de um só homem. E tememos, vacilamos, trememos. Mas, assumimos o mesmo compromisso: tentar falhar o melhor possível. E hoje. Não podemos dormir enquanto é tempo.

Criação Magnólia Teatro, direção artística de Rafaela Santos, consultoria artística Cristina Carvalhal, dramaturgia Fernando Giestas, co-criação e interpretação de Leonor Keil, Margarida Gonçalves, Miguel Fragata e Rafaela Santos.

Até dia 1 de Abril no Teatro Nacional D. Maria II [Sala Estúdio]

sexta-feira, 23 de março de 2012

LOS MUERTOS OLVIDADOS

O projecto teatral LA PETISA BABILONIA estreou em Buenos Aires LOS MUERTOS OLVIDADOS, de Jeremy Vagabundo, no Teatro La Mascara.

LA PETISA BABILONIA é um projecto teatral multiétnico e itinerante que conta com três equipas de trabalho artístico em três cidades: Bogotá, Quito e Buenos Aires. O seu director Jeremy Vagabundo, realizou mais de doze montagens, convocando artistas em cada cidade, destacando-se por ser um teatro de vanguarda com enfâse na dramaturgia, na imagem e na partitura corporal.

LOS MUERTOS OLVIDADOS, é a história de uma família de aldeia, afectada pelo conflito e pela violência em seu país. Uma história contada de forma anacrónica através de três irmãs. Uma dessas historias que não se quer contar, uma voz, um grito, um eco no silêncio.

Interpretação de AILEN ACOSTA, GISELLE BALADO, LUCILA URQUIOLA e MIRTA WAINGARTEN.

quinta-feira, 22 de março de 2012

O teatro sai às ruas de Porto Alegre

O 4º Festival de Teatro de Rua será realizado de 8 a 17 de Abril, em Porto Alegre. Consolidado como um dos maiores eventos do gênero no Brasil, conta com 150 inscrições de grupos de 15 estados, numa demonstração cultural para a comunidade.

"O teatro de rua é herdeiro da Commedia Dell''Arte, do século XVI, mas hoje é difícil conceber um espetáculo de rua sem que seus artistas dominem as técnicas de interpretação, da dramaturgia dos espaços e diversos elementos, como, por exemplo, a ressignificação dos espaços públicos", afirma o director do evento.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Apresentação pública de Tempestade Indiana

De passagem por Guimarães 2012, e procurando conhecer as histórias de quem a visita, a Footsbarn Travelling Company convida a população para um serão à fogueira, no dia 22 de Março, às 20h00, no Parque Desportivo de Creixomil.

Trata-se da apresentação pública da companhia que estará em residência artística, criando um espectáculo para Guimarães 2012, a estrear no dia 21 de Maio e que será posteriormente apresentado no FITEI, na cidade do Porto, nos dias 28 e 29 de Maio.