segunda-feira, 11 de março de 2013

Manifesto CAM volta para 5 únicas apresentaç​ões


Apresentado entre 26 de Novembro e 16 de Dezembro de 2012, C. A. M., ponte para um renascer de espaço e trabalho, um confronto entre morte e vida, húmus, será reposto entre 14 e 18 de Março de 2013, pelas 21.30h, num armazém situado em frente ao Teatro Meridional, no Beco da Mitra, Rua do Açúcar, ao Poço do Bispo, em Lisboa.

C. A. M. foi considerado um dos dez melhores espectáculos do ano de 2012, pelo semanário Expresso, no balanço do seu suplemento Atual do dia 29.12.2012.

C. A. M. – Conceito, Arquivo, Museu – é um evento performativo na linha do PERFINST em investigação pelo colectivo KARNART, um espectáculo-manifesto que conta com a participação de uma série de jovens performers e ajusta contas com o passado, usando o presente para confrontar o futuro, que felicita.

Com C. A. M. a KARNART despede-se do armazém que foi sede da estrutura entre Agosto de 2009 e Março de 2013.

Integram o colectivo C. A. M., sob direcção de Luís Castro e Vel Z, os performers Magda Gautier, Fernando Grilo e André Santos, e os jovens artistas André Fialho, Artur Moura, Carina Costa, Diana Serrano, Hugo Coutinho, Hugo Rodrigues, Inês Mendes, Laura Gonçalo, Luana Melo, Mafalda Ferraz, Marcos Marques, Mário Mendes, Miguel Valle Grilo e Tiago Correia. Apoio Técnico de Ricardo Pinto.

domingo, 10 de março de 2013

LA VIDA ES SUEÑO no Lliure

O Teatro Lliure, em Barcelona, tem em cena LA VIDA ES SUEÑO, uma nova abordagem ao clássico de Calderon de la Barca encenada por Helena Pimenta. Esta versão, da autoria de Juan Mayorga, conta com a interpretação de Blanca Portillo no papel de Segismundo.

LA VIDA ES SUEÑO, de Calderón, é um dos textos mais belos e expressivos do Século de Ouro do teatro espanhol. Foi estreada em 1635. Juan Mayorga afirma, a propósito deste texto, ‘se a condição do clássico é a sua permanente actualidade, não há clássico no nosso teatro que o seja tanto como LA VIDA ES SUEÑO.

Este espectáculo estará em cena até 17 de Março na sala MONTJUÏC. Trata-se de uma produção da Compañía Nacional de Teatro Clásico.

sábado, 9 de março de 2013

"André y Dorine" em Madrid

Depois de dois anos em digressão internacional e de vários prémios, o espectáculo "André y Dorine", do ​​Kulunka Teatro, companhia sediada no País Basco, será apresentado em Madrid, na Kubik Fabrik, entre 14 e 17 do mês corrente, às 20h.

André e Dorine são um singular casal de anciãos cuja relação caiu na rotina. O que outrora tinha despertado a paixão um no outro tornou-se indiferente ou até mesmo motivo de perturbação. Mas a doença vem quebrar a monotonia: Alzheimer, que devora as memórias e a identidade. Mas esta significa também um novo começo para a relação de André e Dorine. A encenação desta peça, que remete para o universo das marionetas, sem diálogos, está a cargo de Iñaki Recarte e no palco estão Jose Dault,Garbiñe Insausti e Edu Cárcamo.

Mais informações no sítio online da Kubrik Fabrik.

sexta-feira, 8 de março de 2013

PERIFERIAS - Festival Internacional de Artes Performativas de Sintra


Teve ontem início a segunda edição do Festival Internacional de Artes Performativas de Sintra - Periferias. Organizado pelo Chão de Oliva - Centro de Difusão Cultural, este certame tem como objectivo a configuração de um arquivo da produção teatral das regiões periféricas dentro e fora de Portugal, com prioridade, nesta última geografia, para os países de língua portuguesa, que este ano estão representados por Moçambique e Brasil. Além da apresentação de espectáculos, o festival, que decorre até dia 17, conta também com uma exposição reveladora do percurso do Chão de Oliva, que pretende privilegiar a convivência entre criadores, a formação e a reflexão.

Hoje serão apresentados "O Funâmbulo" (manipulação de som e objectos), da Alma d’Arame (Portugal), na Casa Teatro Sintra, e no Cine-Teatro Eduardo Brazão, no Bombarral, "A cavaqueira do poste", do Grupo Teatral Lareira (Moçambique). Todo o programa pode ser consultado aqui.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Voadora nos prémios Max e María Casares


O espectáculo «Tokio3», da companhia galega Voadora é finalista dos Prémios Max de Teatro na categoria de Melhor Espectáculo Revelação. O vencedor será revelado dia 13 de Maio, durante a Gala Max, em Madrid.

Está também nomeado para nove distinções dos Prémios de Teatro María Casares. Marta Pazos concorre nas categorias de melhor encenadora, cenógrafa e actriz; o português Hugo Torres de melhor actor; Baltasar Patiño para melhor iluminação; Fany Bello para melhor maquilhagem; Uxía Vaello em figurinos; José Díaz e Hugo Torres para melhor música original. Os vencedores serão dados a conhecer a 27 de Março

A companhia, que participou já no FITEI com bastante sucesso, apresenta também a partir de hoje e até domingo a peça «Happy End» (na imagem), no festival ALT13, em Vigo. O programa pode ser consultado aqui.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Co-produção Teatro da Terra e Comédias do Minho

Estreia hoje em Ponte de Sor, PAISAGEM, guião e encenação de João Pedro Vaz com Luís Filipe Silva, Patrícia André e o grupo Mensagem de Teatro, produção do Teatro da Terra em parceria com as Comédias do Minho. Baseada em textos de Tchekhov, Turguénev, Thoreau e Whitman,“esta é uma peça principalmente poética, que retrata a vida no meio natural, é uma peça para reflectir o que é a vida no meio da natureza”.

Estará no palco do Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor, onde vai ser representada até 17 de Março.

terça-feira, 5 de março de 2013

A Visita da Velha Senhora, novo projecto de Nuno Cardoso

Em 1956, Dürrenmatt escreve uma peça fulgurante sobre uma cidade arruinada que espera a visita da mulher mais rica do mundo para encontrar o seu resgate económico. Exactamente cinquenta e seis anos depois, seria difícil encontrar um texto que nos devolvesse com maior precisão a confusão ética e política em que o estado de necessidade financeira lança uma comunidade que sempre se regeu por valores convencionais. Claire Zachanassian é o arquétipo do poder, da sua discricionariedade e do seu lado pulsional. É a face do dinheiro, fria e determinada. Esta montagem d’ A Visita da Velha Senhora é, pelo contrário, a face da colaboração e das virtualidades da partilha artística e de investimento com o objectivo de construir um espectáculo a escala que já não é habitual, nestes tempos de todas as crises. Duas companhias e dois teatros (para já…) juntam esforços, elencos, equipas criativas e técnicas, para persistir na ideia do Teatro como um mecanismo, negro e cómico, de questionamento de nós próprios.

Texto de Friedrich Dürrenmatt, tradução e João Barrento e encenação de Nuno Cardoso, A Visita da Velha Senhora estreia dia 7 de Março no Teatro Municipal S. Luiz, em Lisboa. Até 27 de Março. A interpretação é de Maria João Luís, Horácio Manuel, Cândido Ferreira, Luís Lucas, Tónan Quito, Pedro Frias, Daniel Pinto, João Melo e Companhia Maior: António Pedrosa, Carlos Nery, Celeste Melo, Cristina Gonçalves, Diana Coelho, Helena Marchand, Isabel Millet, Isabel Simões, Iva Delgado, Jorge Falé, Júlia Guerra, Kimberley Ribeiro, Manuela de Sousa Rama, Paula Bárcia, Vitor Lopes.

segunda-feira, 4 de março de 2013

O Teatro do Vestido com Paredes de Vidro em Lisboa


O Teatro do Vestido estreia em Lisboa PAREDES DE VIDRO, que estará em cena de 6  a 10 de Março de 2013, no CCB.

Eles são pais. E esta peça é sobre essa condição que eles três partilham.

‘Não sei quando é que comecei a ser pai e a tentar desenrolar isto,’ diz ele;

‘Tinha vontade de te ter, tive sempre vontade de te ter, não sabia se tinha jeito vocação ou sei lá como se chama,’ diz ela;

‘Tinha medo, pensava que não era corajosa,’ diz a terceira deste trio.

Depois dizem mais coisas. Por vezes não dizem, fazem só, e nesse gesto observamos acima de tudo a sua luta para conseguirem. Paredes de Vidro é um espectáculo sobre essa luta.

Direcção, Textos: Joana Craveiro
Co-criação e Interpretação: Gustavo Vicente, Inês Rosado, Isabel Gaivão

domingo, 3 de março de 2013

O Peso de Uma Semente no Teatro Maria Matos

Depois da estreia no Festival Guidance no CC VilaFlor em Guimarães, neste fim-de-semana no Teatro Maria Matos, dias 2 e 3 de Março, 'a menina dos meus olhos associação cultural' apresenta O PESO DE UMA SEMENTE, de Marina Nabais.

Partindo do paradoxo do esforço e da inércia, e fruto de uma residência artística com adolescentes, revela-se "O PESO DE UMA SEMENTE". Se numa balança dois pesos se equilibram estagnando, o que os fará mover? O peso de uma semente. Ela encerra em si o potencial, a origem e a reprodução da vida. É o princípio de todo o movimento. Com a medida certa de esforço, esse peso - medido em apenas miligramas - recai sobre a terra e transforma-se em vida e forma, ao longo do tempo. O PESO DE UMA SEMENTE é a dança como metáfora de Vida, onde o esforço não é mais desmedido. Desenvolve-se em dois momentos: um prólogo, em estreita relação com jovens de cada local de acolhimento; e um solo de dança criado em relação com a música e espaço sonoro. A residência artística teve lugar em Guimarães, onde se contou com a colaboração de jovens na criação/interpretação/música do prólogo e na confecção dos figurinos.

Em Lisboa a residência artística contou com alunos do Conservatório Nacional.

Direção Artística/ Coreografia/Interpretação | Marina Nabais

sábado, 2 de março de 2013

Discursos de um "Portugal emoldurado"

"Anteontem", peça do Teatro Inédito do Porto, tem hoje a sua última apresentação no Espaço Contagiarte (Porto), às 22h00. Com texto e encenação de Paulo Freitas, o espectáculo parte de um pressuposto singular: o tempo parou na manhã do dia 23 de Abril de 1974. Os dois actores em palco (Jorge Delgado e Pedro Miguel Dias) são dois homens que representam facções opostas. Um é opositor ao Estado Novo e o outro é polícia da DGS - Direcção Geral de Segurança (antiga PIDE). Ambos falam de um Portugal sonhado, "um Portugal emoldurado em cabeças que acreditavam nele". De referir que a banda sonora é original e interpretada ao vivo por Luís Ferreira.
Mais informações no sítio do Teatro Inédito do Porto - TIPO: http://teatroineditodoporto.weebly.com.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Cenas sobre a violência de Estado, em São Paulo

Orientada para um teatro de reflexões políticas, sociais e estéticas, a companhia brasileira Kiwi apresenta a partir de hoje no espaço Grande Otelo, em São Paulo, o seu mais recente trabalho "Morro Como um País". Transformação, justiça, violação dos direitos humanos e violência de Estado são os temas tratados. Escrito e dirigido por Fernando Kinas, este solo interpretado por Fernanda Azevedo é composto por 33 cenas autónomas, que nasceram de uma mistura de textos ficcionais, artigos de jornal, depoimentos de vítimas de repressão e músicas nacionalistas.

A sua principal referência é o texto "Morro Como um País", escrito em 1978 por Dimitris Dimitriadis, escritor e poeta grego. Testemunho sobre a "ditadura dos coronéis" que dominou a Grécia entre 1967 e 1974, o livro descreve de modo metafórico a destruição total de um país.

A peça pode ser vista até dia 28 de Abril. Mais informações na sítio da companhia: http://www.kiwiciadeteatro.com.br.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

"Entre o detergente e a revolução"

No teatro El Galpón, Montevideo (Uruguai), estreou na semana passada "Huele a fiera", uma homenagem a Jean Genet escrita e encenada por Marianella Morena e protagonizada por Gisella Marsiglia, Sarit Ben Zeev e Rosario Martínez. A partir da peça "As Criadas", a autora aborda as relações de poder utilizando o palco como "espaço político do jogo". As três actrizes actuam em dois papéis: o de patroa e empregada. "Entre o detergente e a Revolução" é o 'slogan' deste trabalho que aborda a obra de Jean Genet para apresentar uma analogia próxima do público uruguaio.

Mais informações na página web da companhia El Galpón, que marcou já presença por diversas vezes no FITEI.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Vencedores do Prémio Autores 2013

Os vencedores do Prémio Autores 2013 na área das artes cénicas são:

TEXTO PORTUGUÊS REPRESENTADO
CHÃO DE ÁGUA de João Monge

MELHOR ACTRIZ
Maria do Céu Ribeiro em DEVAGAR
 MELHOR ACTOR Miguel Eloy em DEVAGAR

MELHOR ESPECTÁCULO
TRÊS DEDOS ABAIXO DO JOELHO de Tiago Rodrigues 

MELHOR COREOGRAFIA
PERDA PRECISOSA de Rui Lopes Graça

Na foto: a actriz Maria do Céu Ribeiro

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

18º Aniversário da Companhia espanhola Ultramarinos de Lucas

La sombra de Lear marca o 18º Aniversário da companhia espanhola Ultramarinos de Lucas, que apresentará o espectáculo na sala madrilena Cuarta Pared, nos dias 1 e 2 de Março. Nesta adaptação de Juan Berzal, está a história de um rei, Lear, que, velho e cansado, decide repartir o reino pelas suas três filhas, com todas as riquezas, autoridade, poder e obrigações, mantendo para si apenas a coroa e o título de rei. Mas logo as suas filhas vão traí-lo, cada uma de uma de sua feição, vendo-se o rei só, doente e desprezado, enfrentando um destino que ele mesmo pôs em marcha. Arrastando-se até à morte, conhecerá a loucura, a vergonha, a fidelidade, a alegria e o horror. Trata-se de uma história sobre a velhice, o poder, a autoridade e as relações familiares...

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Mistério Bufo contemplado com o Prémio de Teatro Myriam Muniz

A Fundação Nacional de Artes – Funarte, do Brasil, divulgou a lista dos premiados 'Funarte de Teatro Myriam Muniz/2012'. Este prémio foi criado em 2006 pela Funarte/Ministério da Cultura para todo o Brasil em homenagem à actriz brasileira Myriam Muniz de descendência luso-italiana, como estímulo e fomento à produção e à pesquisa de artes cénicas. Entre os contemplados de 2012 está 'Mistério Bufo', espectáculo encenado por Neyde Venesiano, criadora brasileira que trabalhou com Dario Fo.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A criação do povo Maia

Inspirado no livro sobre a cultura maia «Popol Vuh», do século XVI, que aborda omo tema da criação do mundo deste povo, Rubén Pagura escreveu e musicou e interpreta «La historia de Ixquic» (Costa Rica). Este espectáculo para um actor, com música ao vivo, canto e dança, encenado por Juan Ferando Cerdas, estará em cena no CELCIT (Centro Latino-Americano de Criação e Investigação Teatral, em Buenos Aires, Argentina) a partir de 1 de Março e até 26 de Abril. «La historia de Ixquic» faz parte da programação da temporada internacional do CELCIT. Mais informações no seu sítio oficial online: www.celcit.org.ar.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Drama e comédia familiar em Madrid

 "Mitad y Mitad", espectáculo que pode ser visto até dia 31 de Março na sala madrilena La Latina, é um drama camuflado com pinceladas de comédia. Conta-se aqui a história de dois irmãos que entram em conflito devido à doença da mãe e a futura herança que lhes caberá. Juan, interpretado por Fernando Tejero, e Carlos, por Pepón Nieto, apercebem-se que estão ambos dispostos a precipitar a morte da mãe para poderem repartir do dinheiro.

"Em toda a comédia existe uma parte de drama. Neste país, rimo-nos de tudo. A situação em que vivemos é para chorar, mas rimo-nos", diz Nieto, citado pelo jornal "El País".

A peça está em cena quartas, quintas, sextas e sábados. Mais informações do sítio oficial do Teatro la Latina: http://www.teatrolalatina.es.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Húmus pela companhia Cão Danado


Até ao próximo domingo, dia 24, no Espaço Panmixia (no CACE Cultural do Porto), está em cena a peça "Húmus", da Companhia de Teatro O Cão Danado. A partir da obra homónima de Raúl Brandão, Sara Barbosa põe em palco um espectáculo que, remetendo para a natureza fragmentária do livro, assenta nos princípios da colagem, numa sinestesia de fragmentos em jogos combinatórios, múltiplos e plurais.

A concepção plástica do espectáculo é de Fabio Ramunni, Paulo Capelo Cardoso e Sara Barbosa, as interpretações são de André Figueira, Eliana Veríssimo (piano), Estefânia Surreira (soprano), Rodrigo Amado (saxofone), Sara Barbosa e Tiago Correia e direcção de actores é de Nuno M. Cardoso. A ilustração é de Eva Mendes.

Mais informações através dos números 914673235 e 968688691 ou do endereço electrónico geral@caodanado.com.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Harry Edward Catarina no Teatro Turim

Verão sufocante numa qualquer ilha do mediterrâneo, onde Harry e Edward habitam uma casa isolada. Harry tenta escrever um novo romance na companhia de um caranguejo. Edward desenha um plano de fuga enquanto luta com um armário. Catarina entra em rota de colisão com a pacatez podre da ilha.Harry e Catarina lutam pela posse do último despojo: Edward.Três personagens a fugir da morte. Três personagens a correr para a morte. De quem será o sangue que corre para o mar?

Harry Edward Catarina, texto e encenação de Nuno Vicente e interpretação de Pedro Mendes, Sérgio Moura Afonso e Susana C. Gaspar. 21, 22 e 23 de Fevereiro, no Teatro Turim, em Lisboa.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

DO PRECIPÍCIO TEMPESTUOSO DE RICARDO III

Texto de Luís Mestre a partir de William Shakespeare com interpretação de António Durães, DO PRECIPÍCIO TEMPESTUOSO DE RICARDO III é a nova criação do Teatro Nova Europa e constitui o espectáculo inaugural da segunda edição do ciclo Solos promovido pelo TNSJ. DO PRECIPÍCIO TEMPESTUOSO DE RICARDO III lança-nos na escrita e reescrita do jovem dramaturgo português Luís Mestre, também actor e encenador, numa nova revisitação da obra de Shakespeare e dos amores e traições do monarca que Luís Mestre descreve como “um homem aleijado e só”. Estará no TeCA, Porto, de 21 a 24 de Fevereiro. Quinta a sábado pelas 21h30 e domingo às 16h.