Em Júlia, trabalho que lhe valeu o Prémio Shell 2012 para Melhor Encenação, Christiane Jatahy parte de um texto clássico de Strindberg para abordar questões sociais e políticas do Brasil actual Congregando teatro e cinema em palco, o espectáculo cria uma fricção permanente entre o que pode ser visto pela presença dos actores e o que só pode ser entrevisto nos planos cinematográficos.
A peça estará em cartaz no Teatro Maria Matos - Lisboa nos dias 19 e 20.04, Mosteiro São Bento da Vitoria - Porto nos dias 23 e 24.04 e no Teatrão - Coimbra nos dias 27 e 28.04, integrando a programação teatral do Ano do Brasil em Portugal.
Adaptação da peça Menina Júlia que August Strindberg escreveu em 1888, o novo espectáculo da encenadora brasileira Christiane Jatahy dá seguimento ao seu trabalho anterior, marcado pela exploração de novos territórios cénicos e pela busca de novas formas de interagir com o público, integrando teatro e cinema em cena e expondo o dispositivo cinematográfico.
“Quando alguma coisa é entre-cortada por outra, eu acredito que crio um novo tipo de relação com o espectador. É uma possibilidade de renovação do olhar do público, que fica novamente activo colaborador, mais interessante e interessado.” - Christiane Jatahy
sexta-feira, 19 de abril de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Regresa ao Teatro Libre, de Bogotá, 'Algún día nos iremos'
Escrita por Piedad Bonnett e dirigida por Christian Ballesteros, a obra situa-se nos anos 90. Começa com a morte do pai, personagem temido e odiado pelos seus inimigos, recria a vida de tantos colombianos, habitantes do campo e das aldeias, que enfrentam diariamente a ameaça das mais diversas e confusas violências, presos às suas terras, muitas vezes apenas por afecto e outras por necessidade, mas pensando em existências pacíficas noutras cidades ou países. Entre quatro paredes de sua casa, cinco irmãos lutam por encontrar o seu futuro. O seu alento é o amor entre eles e a esperança da mais jovem de que tudo pode melhorar. Mas têm que afastar a sombra dos seus fantasmas: o seu pai assassinado, a violência do lugar onde vivem, os maus passo dados por um dos irmãos, o incesto...
“Algún día nos iremos” constitui uma obra onde se apresenta a realidade colombiana de uma forma comovedora e, por isso, pertinente.
“Algún día nos iremos” constitui uma obra onde se apresenta a realidade colombiana de uma forma comovedora e, por isso, pertinente.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Paulo Pimenta ganha prémio com foto de espectáculo da 'Erva Daninha'
Paulo Pimenta ganhou o 2º Prémio de Fotojornalismo Estação Imagem/Mora 2013 na categoria Arte e Espectáculos com fotografias do espectáculo "Aduela", criação da jovem companhia portuense Erva Daninha.
"Aduela", espectáculo de rua e palco, uma co-produção Ideias Peregrinas e Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, estreou em Guimarães e seguiu depois pela Europa, em caravana, até Maribor, na Eslovénia. A Erva Daninha, companhia que se tem dedicado ao circo contemporâneo, escolheu neste trabalho a aduela, que se verga com o calor do braseiro, imagem possível do Portugal de agora.
Paulo Pimenta iniciou a sua formação com o Curso Superior de Fotografia na ESAP. Já colaborou com o jornal “Tal e Qual”, com a extinta revista “HEI” e com a revista “Visão”. Actualmente é fotojornalista do jornal “Público”. Expõe com regularidade individual e colectivamente, ganhando destaque o seu trabalho “10 Espectáculos 10 Mulheres “, projecto de Luísa Pinto com as reclusas de Stª Cruz do Bispo (representação de 10 Divas do Século XX); “As Três Primeiras Músicas“ – 12 anos de concertos; e “Vou ao Porto“ na estação de metro do Campo 24 de Agosto, projecto desenvolvido com famílias de bairros sociais do Porto (Bairro São João de Deus, Lagarteiro, Cerco do Porto, Vale Campanhã), exposição realizada no âmbito do FITEI 2008.
"Aduela", espectáculo de rua e palco, uma co-produção Ideias Peregrinas e Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, estreou em Guimarães e seguiu depois pela Europa, em caravana, até Maribor, na Eslovénia. A Erva Daninha, companhia que se tem dedicado ao circo contemporâneo, escolheu neste trabalho a aduela, que se verga com o calor do braseiro, imagem possível do Portugal de agora.
Paulo Pimenta iniciou a sua formação com o Curso Superior de Fotografia na ESAP. Já colaborou com o jornal “Tal e Qual”, com a extinta revista “HEI” e com a revista “Visão”. Actualmente é fotojornalista do jornal “Público”. Expõe com regularidade individual e colectivamente, ganhando destaque o seu trabalho “10 Espectáculos 10 Mulheres “, projecto de Luísa Pinto com as reclusas de Stª Cruz do Bispo (representação de 10 Divas do Século XX); “As Três Primeiras Músicas“ – 12 anos de concertos; e “Vou ao Porto“ na estação de metro do Campo 24 de Agosto, projecto desenvolvido com famílias de bairros sociais do Porto (Bairro São João de Deus, Lagarteiro, Cerco do Porto, Vale Campanhã), exposição realizada no âmbito do FITEI 2008.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Abriu o período de candidaturas para IBERESCENA 2013-2014
O prazo para apresentação de candidaturas a apoios financeiros 2013-2014 foi aberto pela IBERESCENA.
O Conselho Inter-governamental Iberescena abriu as candidaturas para o Fundo de Ajudas para as Artes Cénicas Ibero-americanas IBERESCENA.
O prazo de apresentação de propostas termina no dia 12 de Setembro de 2013.
Portugal é dos poucos países do universo ibérico e latino-americano que não faz parte da plataforma IBERESCENA.
Mais informações em http://www.iberescena.org/es/bases-convocatorias
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Umore Azoka-Feria de Artistas Callejeros de Leioa 2013
Umore Azoka-Feria de Artistas Callejeros de Leioa 2013 continua nesta edição o propósito de apresentar espectáculos novos. Um em cada três espectáculos da programação do evento, constituem estreias absolutas. Este importante certame realizado no País Basco dirigido por Ana López Asensio, realizar-se-á este ano entre 16 e 19 de Maio. Foram recebidas cerca de 300 propostas artísticas e foram seleccionados 55 espectáculos, grande parte de Euskadi, Catalunha e França, ainda que façam parte do programa criações das diversas regiões do Estado Espanhol, da Holanda, Reino Unido, Polónia, Rússia, Roménia, Itália, Israel e Turquia.
O programa completo do Umore Azoka-Feria de Artistas Callejeros de Leioa 2013 pode ser consultado AQUI.
O programa completo do Umore Azoka-Feria de Artistas Callejeros de Leioa 2013 pode ser consultado AQUI.
domingo, 14 de abril de 2013
Carlos Costa eleito para o IETM
Carlos Costa, da companhia de teatro da cidade do Porto 'Visões Úteis', foi eleito para o Comité de Aconselhamento do IETM, cujo plenário da Primavera vai hoje no seu segundo dia.
O IETM international network for contemporary performing arts está reunido em Dublin até ao próximo dia 14.
O IETM international network for contemporary performing arts está reunido em Dublin até ao próximo dia 14.
sábado, 13 de abril de 2013
Yerma, de Lorca
Encenada Catarina Gonçalves Ferreira, a peça conta o drama de uma mulher que não consegue conceber um filho. Faz de tudo para engravidar, apesar da indiferença do marido que não revela qualquer interesse no assunto. Ambientada no meio rural andaluz, Yerma foi escrita em 1934 por Federico García Lorca. A interpretação está a cargo de Álvaro Dominguez Escalona, Ana Pinhal, Francisco Almeida e João Lázaro. A peça está em cena no Teatro Helena Sá e Costa, no Porto, até amanhã.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Pessoa e a 'avó louca'
Maria do Céu Guerra e Adérito Lopes levam a cena, no Teatro da Barraca, Lisboa, “Menino de sua Avó”, um texto inédito de Armando Nascimento Rosa. A peça é um dueto cénico entre o poeta Fernando Pessoa e a sua 'Avó Louca'. Nestes sete divertidos encontros cruzam-se o fantástico e a realidade, o material e o imaterial. À maneira pessoana, as personagens passam do lado de cá para o lado de lá da vida. De referir que a música original da peça é de António Victorino d' Almeida.
“Menino de sua Avó” pode ser vista até 28 de Julho.
Mais informações aqui.
“Menino de sua Avó” pode ser vista até 28 de Julho.
Mais informações aqui.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
"Rosencrantz & Guildenstern Estão Mortos" no TNSJ
Baseando-se em duas personagens criadas por William Shakespeare para "Hamlet", o autor britânico Tom Stoppard escreveu "Rosencrantz & Guildenstern Estão Mortos". Datada de 1966, esta peça, que hoje estreia com encenação de Marco Martins, no Teatro Nacional São João (Porto), conta a história, precisamente, de Rosencrantz e Guildenstern, que foram enviados pelo tio do Príncipe da Dinamarca para conter a ira do sobrinho e desvendar a origem da sua loucura.
Esta "comédia de ideias" coloca as personagens numa deriva existencialista. São incapazes de descodificar o mundo que os rodeia, bem como a geografia do lugar que ocupam na intriga.
A peça estará em cena até dia 28 de Abril. Mais informações podem ser encontradas no sítio do TNSJ.
Esta "comédia de ideias" coloca as personagens numa deriva existencialista. São incapazes de descodificar o mundo que os rodeia, bem como a geografia do lugar que ocupam na intriga.
A peça estará em cena até dia 28 de Abril. Mais informações podem ser encontradas no sítio do TNSJ.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Nova peça de Lars Norén em Madrid
A mais recente peça de Lars Norén - "Fragment" - pode ser vista até amanhã no Teatro La Abadía (Sala Juan de la Cruz), em Madrid. O autor sueco, um dos mais importantes dramaturgos contemporâneos, escreveu esta obra para o programa «Cities on Stage», projecto de cooperação internacional que tem como objectivo a criação de propostas cénicas de reflexão sobre a sociedade actual.
"Fragment" explora as consequências de um ambiente urbano onde as diferenças entre distintos grupos vai aumentando e onde centro e periferia estão cada vez mais afastados. A encenadora sueca Sofia Jupither põe em cena o trabalho, que é produzido pelo Folkteatern (Gotemburgo) e pelo Théâtre National de la Communauté Française (Bruxelas), em colaboração con Odéon-Théâtre de l’Europe (Paris) e La Abadía (Madrid).
Mais informações aqui.
"Fragment" explora as consequências de um ambiente urbano onde as diferenças entre distintos grupos vai aumentando e onde centro e periferia estão cada vez mais afastados. A encenadora sueca Sofia Jupither põe em cena o trabalho, que é produzido pelo Folkteatern (Gotemburgo) e pelo Théâtre National de la Communauté Française (Bruxelas), em colaboração con Odéon-Théâtre de l’Europe (Paris) e La Abadía (Madrid).
Mais informações aqui.
terça-feira, 9 de abril de 2013
MARIA! NÃO ME MATES, QUE SOU TUA MÃE
O Teatro da Palmilha Dentada e as Comédias do Minho apresentam MARIA! NÃO ME MATES, QUE SOU TUA MÃE, com estreia no Porto, a 11 de Abril, pelas 21h46 na Sala-Estúdio Latino no Teatro Sá da Bandeira.
Vinde ouvir, damas e cavalheiros, a história escabrosa que em Lisboa se passou: uma mãe pela filha morta.
História alinhavada por Camilo Castelo Branco em uma noite apenas. Um pequeno livro, que merece a atenção do público e é comprado sofregamente, salvando o poeta da bancarrota.
- Senhores, às musas não mais pedimos que nos iluminem como iluminaram Camilo para que possamos nós abrilhantar o vosso serão com história tão pungente, tão sofrida que ficará para sempre na vossa memória e de onde, estou certo, retirareis mil ensinamentos. E que quando o chapéu rodar por entre vós, não vos acanheis e saberdes dar justo pagamento a quem vos emocionou e vos levou às lágrimas.
Coprodução | Teatro da Palmilha Dentada e Comédias do Minho
Texto | Ricardo Alves, a partir de Camilo Castelo Branco
Encenação | Ricardo Alves
Direcção plástica | Sandra Neves
Figurinos | Inês Mariana Moitas
Direcção musical e actores | Rodrigo Santos
Interpretação | Ivo Bastos, Mónica Tavares, Nuno Preto, Pedro Mendes, Tânia Almeida e Vasco Ferreira
Vinde ouvir, damas e cavalheiros, a história escabrosa que em Lisboa se passou: uma mãe pela filha morta.
História alinhavada por Camilo Castelo Branco em uma noite apenas. Um pequeno livro, que merece a atenção do público e é comprado sofregamente, salvando o poeta da bancarrota.
- Senhores, às musas não mais pedimos que nos iluminem como iluminaram Camilo para que possamos nós abrilhantar o vosso serão com história tão pungente, tão sofrida que ficará para sempre na vossa memória e de onde, estou certo, retirareis mil ensinamentos. E que quando o chapéu rodar por entre vós, não vos acanheis e saberdes dar justo pagamento a quem vos emocionou e vos levou às lágrimas.
Coprodução | Teatro da Palmilha Dentada e Comédias do Minho
Texto | Ricardo Alves, a partir de Camilo Castelo Branco
Encenação | Ricardo Alves
Direcção plástica | Sandra Neves
Figurinos | Inês Mariana Moitas
Direcção musical e actores | Rodrigo Santos
Interpretação | Ivo Bastos, Mónica Tavares, Nuno Preto, Pedro Mendes, Tânia Almeida e Vasco Ferreira
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Por responsabilidade, o FITEI recusa-se a morrer - comunicado da direcção
A Direção-Geral das Artes publicou a sua proposta de decisão para os apoios directos anuais e plurianuais ao teatro. Propõe não atribuir qualquer apoio ao FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica. Ao longo dos seus 36 anos de história, o FITEI, primeiro festival de teatro em Portugal, realizou-se ininterruptamente, sempre com apoio financeiro público.
A relação que ao longo das décadas foi criando com a cidade do Porto, tanto com o público como com os criadores, as pontes de intercâmbio que fundou com países essenciais da história do teatro contemporâneo, como Espanha e países da América Latina, a ligação à criação emergente dos países africanos da lusofonia e a promoção que tem levado a cabo do teatro português fora de portas foram factores desconsiderados pelo júri que avaliou a candidatura.
(Para ler comunicado na íntegra clicar aqui)
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Pensar a pátria do amanhã e das esperanças
Fazendo uma releitura do mito sebastianista e a partir de textos de Fernando Pessoa, Cátia Terrinca e Ricardo Boléo construíram o drama "Éter", que sobe ao palco do Teatro Turim (Lisboa) até ao próximo dia 14.
"'Éter' constrói-se sobre o signo da espera: das palavras de dois actores e um dramaturgo nasce um texto que reflete sobre as paisagens e desencontros onde esperamos, porque esperamos, com quem esperamos. Esboça-se uma pátria do amanhã e das esperanças (...)".
A coordenação dramatúrgica está a cargo de Ricardo Boléo, a concepção do espaço cénico é de Cátia Terrinca, Miguel Rebelo e Ricardo Boléo, e em palco estão Cátia Terrinca e Miguel Rebelo. Mais informações aqui: http://teatroturim.com.
A coordenação dramatúrgica está a cargo de Ricardo Boléo, a concepção do espaço cénico é de Cátia Terrinca, Miguel Rebelo e Ricardo Boléo, e em palco estão Cátia Terrinca e Miguel Rebelo. Mais informações aqui: http://teatroturim.com.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Últimos dias do Festival de Teatro de Curitiba
O Festival de Teatro de Curitiba (Brasil) está na recta final da sua 22ª edição. Até domingo ainda é possível assistir a várias propostas deste importante evento de artes cénicas do país, que tornou Curitiba numa cidade de referência do teatro. O festival divide-se em diferentes secções, das quais se destacam a Mostra e o Fringe.
Além de teatros e outros espaços tradicionais, os espectáculos são apresentados em barracões, ruas, praças, bares e outros locais alternativos.
Inovador e autêntico, o Festival de Teatro de Curitiba recebe todos os anos companhias de diversos estados do Brasil e do exterior, promovendo o encontro de enorme diversidade artística e humana na cidade. "Homem Vertente", "Horses Hotel" (na imagem), "Matiné Manacá", "O Médico e o Monstro", "O Terraço" e "O Diário de Genet" são algumas das peças que podem ser vistas até ao final do certame.
Estão disponíveis mais informações no sítio oficial do festival.
Inovador e autêntico, o Festival de Teatro de Curitiba recebe todos os anos companhias de diversos estados do Brasil e do exterior, promovendo o encontro de enorme diversidade artística e humana na cidade. "Homem Vertente", "Horses Hotel" (na imagem), "Matiné Manacá", "O Médico e o Monstro", "O Terraço" e "O Diário de Genet" são algumas das peças que podem ser vistas até ao final do certame.
Estão disponíveis mais informações no sítio oficial do festival.
terça-feira, 2 de abril de 2013
Prémio Max para Mostra de Autores Contemporâneos
O Prémio Max Novas Tendências 2013 foi atribuído, por unanimidade do comité organizador, à Mostra Teatro Espanhol de Autores Contemporâneos. Esta XVI edição dos Prémios Max organizados pela Fundación Autor de la SGAE, atribuiu este prémio tendo em conta o papel da mostra no fomento da criação contemporânea espanhola a nível nacional e internacional. Guillermo Heras, director da Mostra, já esteve no FITEI como convidado (foto), declarou tratar-se de "um prémio partilhado com os cerca de 500 autores que nos têm acompanhado ao longo dos anos, com a equipa de gestão, com as instituições que nos apoiam e com os espectadores, eixos fundamentais para o desenvolvimento da Mostra". Este evento realiza-se anualmente, em Alicante.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Kamouraska em digressão pela a América Latina
A companhia galega Inversa Teatro inicia em Abril uma digressão pela Venezuela, México e Colômbia com a peça Kamouraska. Esta digressão realiza-se entre os dias 2 de Abril e 2 de Maio. Participarão em diferentes Festivais e cidades como o Festival Gran Caribe, em Cartagena de Índias, o Festival Somos Más, de Caracas, e em Jalisco, no Teatro Experimental de Jalisco.A peça Kamouraska, tem direcção de Vanesa Sotelo e interpretação de Beatriz Campos, María Caparrini e Marta Pérez.
Esta é a terceira viagem que Inversa Teatro faz à América Latina, depois de passar pela VII Mostra Latino Americana de Teatro, em São Paulo no mês de Abril do ano passado e de realizar uma digressão de um mês pela Colômbia, onde realizaram 7 representações e 7 ateliers de artes cénicas em diferentes cidades, como Bogotá, Bucaramanga, Tunja, Vila de Leyva e Cartagena de Indias. O interesse que suscitou a peça no Brasil e na Colômbia possibilitou que outros países se interessassem pela trabalho da Inversa Teatro e, assim, surgiu o convite para esta digressão em três países latino-americanos. A companhia tem já convites para este ano em países como Uruguai, Venezuela, México, Equador, Brasil, Colômbia, Chile e Cuba.
domingo, 31 de março de 2013
‘Gertrude’, de Simão do Vale, peça bilingue no TNSJ
Está marcada para o dia 5 de Abril, no TECA, a estreia absoluta de 'Gertrude', peça com dramaturgia, encenação e interpretação de Simão do Vale. Trata-se de uma coprodução do Teatro Nacional de São João e a companhia portuense ‘A Turma’.
A peça parte do desafio de trabalhar William Shakespeare e uma das personagens de um dos textos do dramaturgo inglês. A ‘Gertrude’ de Simão do Vale, é uma peça bilingue (português e italiano), onde dois actores – o autor, um português a residir em Turim, e a italiana de Génova Fiammetta Bellone – interpretam vários personagens: Gertrude, Hamlet e Cláudio, Polónio, o Espectro do falecido Rei, Ofélia e o Actor.
sábado, 30 de março de 2013
Realizador Carlos Saura estreia-se no teatro
O cineasta Carlos Saura estreia-se na encenação, aos 81 anos de idade, com o clássico "El Gran Teatro del Mundo", de Calderón de la Barca. A peça estreia na próxima quinta-feira, 4 de Abril, no Matadero, em Madrid.
Esta peça descreve a vida como uma encenação, imagina o mundo como se fosse um grande teatro e transmite a idea de que só através da morte se chega à verdadeira vida. Cada personagem desta grande comédia encena o seu papel, e, quando a obra terminar, receberá um prémio ou um castigo. Saura, aborda esta peça como um ensaio, em que é o próprio Calderón que dirige a obra, com uma companhia de actores que terá de se esforçar para esclarecer a complexidade que representa para o espectador de hoje um Auto Sacramental do século XVII.
A peça pode ser vista até 5 de Maio. Mais informações aqui.
Esta peça descreve a vida como uma encenação, imagina o mundo como se fosse um grande teatro e transmite a idea de que só através da morte se chega à verdadeira vida. Cada personagem desta grande comédia encena o seu papel, e, quando a obra terminar, receberá um prémio ou um castigo. Saura, aborda esta peça como um ensaio, em que é o próprio Calderón que dirige a obra, com uma companhia de actores que terá de se esforçar para esclarecer a complexidade que representa para o espectador de hoje um Auto Sacramental do século XVII.
A peça pode ser vista até 5 de Maio. Mais informações aqui.
sexta-feira, 29 de março de 2013
Ana Luísa Amaral é a autora da mensagem do FITEI 2013
Ana Luísa Amaral, voz singular da poesia actual, aceitou o desafio de redigir a mensagem para a 36ª edição do FITEI. A escritora, que viu já algumas das suas obras dramatizadas (pela Assédio: "O Olhar Diagonal das Coisas" e "A História da Aranha Leopoldina"), é docente universitária e investigadora nas áreas de Estudos Anglo-americanos e Estudos Feministas.
Em forma de drama publicou "Próspero Morreu - poema em acto". Com Gabriela Macedo editou "Dicionário de Crítica Feminista". Mais recentemente preparou a edição anotada de "Novas Cartas Portuguesas" (1972), de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa. Tem tido uma destacada intervenção cívica e política.
Em forma de drama publicou "Próspero Morreu - poema em acto". Com Gabriela Macedo editou "Dicionário de Crítica Feminista". Mais recentemente preparou a edição anotada de "Novas Cartas Portuguesas" (1972), de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa. Tem tido uma destacada intervenção cívica e política.
quinta-feira, 28 de março de 2013
Arrepios na Ribeira
A companhia Primeiros Sintomas apresenta hoje no espaço RIBEIRA, em Lisboa, a última representação de ARREPIOS, a partir de contos de Edgar Allan Poe e Oscar Wilde, numa encenação de Sandra Faleiro e dramaturgia de Inês Pereira, Sandra Faleiro e Sofia Vitória.
Três irmãs arrepiadas. Contam histórias noite dentro. Muitas delas assombradas. O pai era pintor. A mãe era bonita. Mas é história de terror. A que envolve esta família. Corajosas atrevidas. Têm os seus rituais. No jardim constroem puzzles. Com os seus estranhos animais. No castelo há portas trancadas. Com segredos muito antigos. Mas as chaves estão enterradas. Em jazigos, em jazigos.
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