sexta-feira, 26 de abril de 2013

Max Revelação para companhia Escena Miriñaque

A companhia cantábria Escena Miriñaque venceu o Prémio Max na categoria de Espectáculo Revelação pela peça "Cartas de las golondrinas", escrita e encenada por Blanca del Barrio. Esta distinção decidida por um júri de profissionais das artes cénicas das diferentes Comunidades Autónomas de Espanha (designado pela Federación Estatal de Asociaciones de Empresas de Teatro y Danza - FAETEDA) é um dos mais importantes do meio. A cerimónia de entrega dos prémios, na sua 16ª edição, vai ter lugar próximo 13 de Maio nas Naves del Español, Matadero (Madrid).

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Um Dia Ouvi a Lua

A inspiração para a criação do espectáculo “Um Dia Ouvi a Lua” da companhia Dragão 7 foram as canções “Adeus, Morena, Adeus” (Piraci/Luiz Alex); “Cabocla Tereza” (João Pacífico/Raul Torres e “Rio Pequeno” (Tonico/João Merlini) que narram histórias de amor sob o olhar masculino. E para esta montagem o dramaturgo Luís Alberto de Abreu trouxe esses dramas e conflitos, sob o olhar feminino, a partir das personagens que viveram estas histórias.

Em cena no Teatro João Caetano, São Paulo, de 26 de Abril a 2 de Junho.

Texto: Luís Alberto de Abreu Direção Geral: Eduardo Moreira Elenco: Adriana Barja; Ana Cristina Freitas; Andréia Barros; Izildinha Costa; Vander Palma; Wallace Puosso Cenários e Figurinos: Leopoldo Pacheco Direção Musical: Beto Quadros

terça-feira, 23 de abril de 2013

Olhos de Gigante em Palmela

"Não tenhas medo de estares a ver a tua cabeça a ir directamente para a loucura, não tenhas medo! Deixa-a ir até á loucura! Ajuda-a a ir até á loucura. Vai tu também, pessoalmente, com a tua cabeça até á loucura!”.

Enquanto alguns só vêm aquilo que está mais perto, ocupados com os afazeres de cada dia, outros sonham com as paisagens e as quimeras mais longínquas, sem conseguirem distinguir os contornos que os rodeiam. Uns não sabem sonhar senão a vida, outros não sabem viver senão o sonho. Mas como se mantém então o mundo a funcionar? E que mundo é o nosso, que vivido ou sonhado, esconde sempre um outro lado? Queremos partir para o desconhecido, sabendo que é preciso parar para partir, mesmo que se parta sem sair do lugar. Sabendo que se lá chegarmos não poderemos mais perguntar à nossa sombra: de quem foges tu? Sabendo que algo terá de desaparecer quando a luz se apagar. Acreditando que alguma coisa finalmente aparecerá quando a escuridão se acender. - in website O Bando

Olhos de Gigante de 25 a 28 de Abril no Teatro O Bando, Palmela

segunda-feira, 22 de abril de 2013

DURA DITA DURA | Texto de Regina Guimarães


DURA DITA DURA é um espectáculo de marionetas para todas as idades, acerca da atmosfera de terror surdo que reinou, durante meio século, num país onde as paredes tinham ouvidos. Através do olhar atento, por vezes atónito, de uma criança bem amada mas permeável ao mal-estar dominante, pretende-se dar a conhecer um passado ainda próximo mas que tende a esbater-se nas «brumas da memória»
DURA DITA DURA é a história de um menino, o Baltazar, que cresce algures, numa terreola perdida de um Portugal esquecido – mas apertadamente vigiado e auto-vigiado. Baltazar é mudo, mas não surdo. A sua vivacidade de menino fora do baralho conflitua manifestamente com o obscurantismo que caracteriza o Portugal dos pequeninos. Baltazar é um escândalo de silêncio num país silenciado. Mas não se escolhe o lugar e o tempo onde se nasce.
«Era uma vez um menino pequeno que vivia num país pequeno virado para o grande oceano. Dizia-se que, nesse país, grandes homens e homens de todos os tamanhos se tinham lançado pelo mar dentro à procura de outros países e de outros homens. Mas isso tinha acontecido há tanto tempo que o menino de que estamos a falar nunca tinha molhado os pés no mar…»
Regina Guimarães

DITA DURA | Texto – Regina Guimarães | Encenação e Interpretação – Igor Gandra | Teatro Nacional S. João (Salão Nobre) | 24, 25, 26 e 27 de Abril | À meia noite e um quarto

domingo, 21 de abril de 2013

CANTIGAS DE UMA NOITE DE VERÃO (Uma peça de amores e desencontros)

Os Artistas Unidos voltam a trabalhar com a encenadora norueguesa Franzisca Aarflot, desta vez num texto dos escoceses David Greig e Gordon McIntyre. Um espectáculo, com canções, que retrata a vida de um casal improvável e que faz parte de uma trilogia que inclui "Lua Amarela" e "A História do Duende Dudas".

Sexo, amor e relações na sociedade contemporânea são temas centrais na peça que leva o público numa viagem pelas ruas e bares de Edimburgo, num fim-de-semana chuvoso de Verão. Quatro dias de amor, encontros e desencontros, que começam com Bob e Helen, bêbedos, em encontros de mau sexo.

Peça da autoria de David Greig e Gordon McIntyre, com interpretação de Miguel Fevereiro (músico) e dos actores Andreia Bento e Pedro Carraca, em cena no Teatro da Politécnica de 29 de Maio a 29 de Junho de 2013.

sábado, 20 de abril de 2013

Mostra de Processos em nova edição

A 2ª edição da MAP/P Mostra de Processos irá acontecer entre os dias 09 e 13 de Julho.2013, no Porto. 

MAP/P é aberta à participação de artistas (nacionais e internacionais) de qualquer área criativa, desde que a proposta a apresentar tenha o movimento como base de trabalho/pesquisa.

Informações em http://www.transartists.org/event/mapp-mostra-de-processo-porto-portugal

Fichas de inscrição podem ser solicitadas para o e-mail: fabrica.de.movimentos@gmail.com | fabricamovimentos@hotmail.com

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Júlia, encenação de Christiane Jatahy

Em Júlia, trabalho que lhe valeu o Prémio Shell 2012 para Melhor Encenação, Christiane Jatahy parte de um texto clássico de Strindberg para abordar questões sociais e políticas do Brasil actual  Congregando teatro e cinema em palco, o espectáculo cria uma fricção permanente entre o que pode ser visto pela presença dos actores e o que só pode ser entrevisto nos planos cinematográficos.

A peça estará em cartaz no Teatro Maria Matos - Lisboa nos dias 19 e 20.04, Mosteiro São Bento da Vitoria - Porto nos dias 23 e 24.04 e no Teatrão - Coimbra nos dias 27 e 28.04, integrando a programação teatral do Ano do Brasil em Portugal.

Adaptação da peça Menina Júlia que August Strindberg escreveu em 1888, o novo espectáculo da encenadora brasileira Christiane Jatahy dá seguimento ao seu trabalho anterior, marcado pela exploração de novos territórios cénicos e pela busca de novas formas de interagir com o público, integrando teatro e cinema em cena e expondo o dispositivo cinematográfico.

Quando alguma coisa é entre-cortada por outra, eu acredito que crio um novo tipo de relação com o espectador. É uma possibilidade de renovação do olhar do público, que fica novamente activo  colaborador, mais interessante e interessado.” - Christiane Jatahy


quinta-feira, 18 de abril de 2013

Regresa ao Teatro Libre, de Bogotá, 'Algún día nos iremos'

Escrita por Piedad Bonnett e dirigida por Christian Ballesteros, a obra situa-se nos anos 90. Começa com a morte do pai, personagem temido e odiado pelos seus inimigos, recria a vida de tantos colombianos, habitantes do campo e das aldeias, que enfrentam diariamente a ameaça das mais diversas e confusas violências, presos às suas terras, muitas vezes apenas por afecto e outras por necessidade, mas pensando em existências pacíficas noutras cidades ou países. Entre quatro paredes de sua casa, cinco irmãos lutam por encontrar o seu futuro. O seu alento é o amor entre eles e a esperança da mais jovem de que tudo pode melhorar. Mas têm que afastar a sombra dos seus fantasmas: o seu pai assassinado, a violência do lugar onde vivem, os maus passo dados por um dos irmãos, o incesto...

Algún día nos iremos” constitui uma obra onde se apresenta a realidade colombiana de uma forma comovedora e, por isso, pertinente.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Paulo Pimenta ganha prémio com foto de espectáculo da 'Erva Daninha'

Paulo Pimenta ganhou o 2º Prémio de Fotojornalismo Estação Imagem/Mora 2013 na categoria Arte e Espectáculos com fotografias do espectáculo "Aduela", criação da jovem companhia portuense Erva Daninha.

"Aduela", espectáculo de rua e palco, uma co-produção Ideias Peregrinas e Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, estreou em Guimarães e seguiu depois pela Europa, em caravana, até Maribor, na Eslovénia. A Erva Daninha, companhia que se tem dedicado ao circo contemporâneo, escolheu neste trabalho a aduela, que se verga com o calor do braseiro, imagem possível do Portugal de agora.

Paulo Pimenta iniciou a sua formação com o Curso Superior de Fotografia na ESAP. Já colaborou com o jornal “Tal e Qual”, com a extinta revista “HEI” e com a revista “Visão”. Actualmente é fotojornalista do jornal “Público”. Expõe com regularidade individual e colectivamente, ganhando destaque o seu trabalho “10 Espectáculos 10 Mulheres “, projecto de Luísa Pinto com as reclusas de Stª Cruz do Bispo (representação de 10 Divas do Século XX); “As Três Primeiras Músicas“ – 12 anos de concertos; e “Vou ao Porto“ na estação de metro do Campo 24 de Agosto, projecto desenvolvido com famílias de bairros sociais do Porto (Bairro São João de Deus, Lagarteiro, Cerco do Porto, Vale Campanhã), exposição realizada no âmbito do FITEI 2008.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Abriu o período de candidaturas para IBERESCENA 2013-2014


O prazo para apresentação de candidaturas a apoios financeiros 2013-2014 foi aberto pela IBERESCENA.

O Conselho Inter-governamental Iberescena abriu as candidaturas para o Fundo de Ajudas para as Artes Cénicas Ibero-americanas IBERESCENA.

O prazo de apresentação de propostas termina no dia 12 de Setembro de 2013.

Portugal é dos poucos países do universo ibérico e latino-americano que não faz parte da plataforma IBERESCENA.

Mais informações em http://www.iberescena.org/es/bases-convocatorias

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Umore Azoka-Feria de Artistas Callejeros de Leioa 2013

Umore Azoka-Feria de Artistas Callejeros de Leioa 2013 continua nesta edição o propósito de apresentar espectáculos novos. Um em cada três espectáculos da programação do evento, constituem estreias absolutas. Este importante certame realizado no País Basco dirigido por Ana López Asensio, realizar-se-á este ano entre 16 e 19 de Maio. Foram recebidas cerca de 300 propostas artísticas e foram seleccionados 55 espectáculos, grande parte de Euskadi, Catalunha e França, ainda que façam parte do programa criações das diversas regiões do Estado Espanhol, da Holanda, Reino Unido, Polónia, Rússia, Roménia, Itália, Israel e Turquia.

O programa completo do Umore Azoka-Feria de Artistas Callejeros de Leioa 2013 pode ser consultado AQUI.

domingo, 14 de abril de 2013

Carlos Costa eleito para o IETM

Carlos Costa, da companhia de teatro da cidade do Porto 'Visões Úteis', foi eleito para o Comité de Aconselhamento do IETM, cujo plenário da Primavera vai hoje no seu segundo dia.

O IETM international network for contemporary performing arts está reunido em Dublin até ao próximo dia 14.

sábado, 13 de abril de 2013

Yerma, de Lorca

Encenada Catarina Gonçalves Ferreira, a peça conta o drama de uma mulher que não consegue conceber um filho. Faz de tudo para engravidar, apesar da indiferença do marido que não revela qualquer interesse no assunto. Ambientada no meio rural andaluz, Yerma foi escrita em 1934 por Federico García Lorca. A interpretação está a cargo de Álvaro Dominguez Escalona, Ana Pinhal, Francisco Almeida e João Lázaro. A peça está em cena no Teatro Helena Sá e Costa, no Porto, até amanhã.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Pessoa e a 'avó louca'

Maria do Céu Guerra e Adérito Lopes levam a cena, no Teatro da Barraca, Lisboa, “Menino de sua Avó”, um texto inédito de Armando Nascimento Rosa. A peça é um dueto cénico entre o poeta Fernando Pessoa e a sua 'Avó Louca'. Nestes sete divertidos encontros cruzam-se o fantástico e a realidade, o material e o imaterial. À maneira pessoana, as personagens passam do lado de cá para o lado de lá da vida. De referir que a música original da peça é de António Victorino d' Almeida.

“Menino de sua Avó” pode ser vista até 28 de Julho.
Mais informações aqui.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

"Rosencrantz & Guildenstern Estão Mortos" no TNSJ

Baseando-se em duas personagens criadas por William Shakespeare para "Hamlet", o autor britânico Tom Stoppard escreveu "Rosencrantz & Guildenstern Estão Mortos". Datada de 1966, esta peça, que hoje estreia com encenação de Marco Martins, no Teatro Nacional São João (Porto), conta a história, precisamente, de Rosencrantz e Guildenstern, que foram enviados pelo tio do Príncipe da Dinamarca para conter a ira do sobrinho e desvendar a origem da sua loucura.

Esta "comédia de ideias" coloca as personagens numa deriva existencialista. São incapazes de descodificar o mundo que os rodeia, bem como a geografia do lugar que ocupam na intriga.

A peça estará em cena até dia 28 de Abril. Mais informações podem ser encontradas no sítio do TNSJ.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Nova peça de Lars Norén em Madrid

A mais recente peça de Lars Norén - "Fragment" - pode ser vista até amanhã no Teatro La Abadía (Sala Juan de la Cruz), em Madrid. O autor sueco, um dos mais importantes dramaturgos contemporâneos, escreveu esta obra para o programa «Cities on Stage», projecto de cooperação internacional que tem como objectivo a criação de propostas cénicas de reflexão sobre a sociedade actual.

"Fragment" explora as consequências de um ambiente urbano onde as diferenças entre distintos grupos vai aumentando e onde centro e periferia estão cada vez mais afastados. A encenadora sueca Sofia Jupither põe em cena o trabalho, que é produzido pelo Folkteatern (Gotemburgo) e pelo Théâtre National de la Communauté Française (Bruxelas), em colaboração con Odéon-Théâtre de l’Europe (Paris) e La Abadía (Madrid).

Mais informações aqui.

terça-feira, 9 de abril de 2013

MARIA! NÃO ME MATES, QUE SOU TUA MÃE

O Teatro da Palmilha Dentada e as Comédias do Minho apresentam MARIA! NÃO ME MATES, QUE SOU TUA MÃE, com estreia no Porto, a 11 de Abril, pelas 21h46 na Sala-Estúdio Latino no Teatro Sá da Bandeira.

Vinde ouvir, damas e cavalheiros, a história escabrosa que em Lisboa se passou: uma mãe pela filha morta.
História alinhavada por Camilo Castelo Branco em uma noite apenas. Um pequeno livro, que merece a atenção do público e é comprado sofregamente, salvando o poeta da bancarrota.
- Senhores, às musas não mais pedimos que nos iluminem como iluminaram Camilo para que possamos nós abrilhantar o vosso serão com história tão pungente, tão sofrida que ficará para sempre na vossa memória e de onde, estou certo, retirareis mil ensinamentos. E que quando o chapéu rodar por entre vós, não vos acanheis e saberdes dar justo pagamento a quem vos emocionou e vos levou às lágrimas.


Coprodução |  Teatro da Palmilha Dentada e Comédias do Minho
Texto |  Ricardo Alves, a partir de Camilo Castelo Branco
Encenação |  Ricardo Alves
Direcção plástica |  Sandra Neves
Figurinos |  Inês Mariana Moitas
Direcção musical e actores |  Rodrigo Santos
Interpretação |  Ivo Bastos, Mónica Tavares, Nuno Preto, Pedro Mendes, Tânia Almeida e Vasco Ferreira

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Por responsabilidade, o FITEI recusa-se a morrer - comunicado da direcção









A Direção-Geral das Artes publicou a sua proposta de decisão para os apoios directos anuais e plurianuais ao teatro. Propõe não atribuir qualquer apoio ao FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica. Ao longo dos seus 36 anos de história, o FITEI, primeiro festival de teatro em Portugal, realizou-se ininterruptamente, sempre com apoio financeiro público.

A relação que ao longo das décadas foi criando com a cidade do Porto, tanto com o público como com os criadores, as pontes de intercâmbio que fundou com países essenciais da história do teatro contemporâneo, como Espanha e países da América Latina, a ligação à criação emergente dos países africanos da lusofonia e a promoção que tem levado a cabo do teatro português fora de portas foram factores desconsiderados pelo júri que avaliou a candidatura.
(Para ler comunicado na íntegra clicar aqui)

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Pensar a pátria do amanhã e das esperanças

Fazendo uma releitura do mito sebastianista e a partir de textos de Fernando Pessoa, Cátia Terrinca e Ricardo Boléo construíram o drama "Éter", que sobe ao palco do Teatro Turim (Lisboa) até ao próximo dia 14. "'Éter' constrói-se sobre o signo da espera: das palavras de dois actores e um dramaturgo nasce um texto que reflete sobre as paisagens e desencontros onde esperamos, porque esperamos, com quem esperamos. Esboça-se uma pátria do amanhã e das esperanças (...)".

A coordenação dramatúrgica está a cargo de Ricardo Boléo, a concepção do espaço cénico é de Cátia Terrinca, Miguel Rebelo e Ricardo Boléo, e em palco estão Cátia Terrinca e Miguel Rebelo. Mais informações aqui: http://teatroturim.com.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Últimos dias do Festival de Teatro de Curitiba

O Festival de Teatro de Curitiba (Brasil) está na recta final da sua 22ª edição. Até domingo ainda é possível assistir a várias propostas deste importante evento de artes cénicas do país, que tornou Curitiba numa cidade de referência do teatro. O festival divide-se em diferentes secções, das quais se destacam a Mostra e o Fringe. Além de teatros e outros espaços tradicionais, os espectáculos são apresentados em barracões, ruas, praças, bares e outros locais alternativos.

Inovador e autêntico, o Festival de Teatro de Curitiba recebe todos os anos companhias de diversos estados do Brasil e do exterior, promovendo o encontro de enorme diversidade artística e humana na cidade. "Homem Vertente", "Horses Hotel" (na imagem), "Matiné Manacá", "O Médico e o Monstro", "O Terraço" e "O Diário de Genet" são algumas das peças que podem ser vistas até ao final do certame.

Estão disponíveis mais informações no sítio oficial do festival.