A peça "No Exit - Entre Quatro Paredes", de Jean Paul Sartre,
estreia na Sexta-feira dia 12, no Sesc Santo André, em S. Paulo, com Chris Couto, Ando Camargo,
José Geraldo Junior e Sabrina Greve. A encenação desta peça, que o próprio Jean Paul Sartre (1905-1980) descreveu como "O inferno são os outros", é de Caco Ciocler.
As agruras do vazio existencial estão em "No Exit - Entre Quatro Paredes", peça que remete à modernidade de individualismos e de aparências. Estão em cena - ou no inferno - o covarde Garcin (José Geraldo Junior), a fútil burguesa Estelle (Sabrina Greve) e a egoísta funcionária dos correios Inês (Chris Couto). Eles são recebidos pelo Criado (Ando Camargo). Presos num quarto por toda a eternidade, os três não podem dormir. Nessa
realidade sem cortes, vivem um vazio interior, sem espelhos. "Esses três
desconhecidos perdem a referência de quem são", diz Ciocler, citado pelo jornal Folha de S. Paulo. Segundo a mesma fonte, ele optou por um cenário minimalista, feito com material reciclável,
compatível com o deserto vivido pelos personagens e com as austeridades da época da Segunda Guerra, quando a peça foi escrita.
terça-feira, 9 de julho de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
A Visita da Velha Senhora
A Visita da Velha Senhora, de Friedrich Dürrenmatt, com tradução de João Barrento e encenação de Nuno Cardoso, sobe à cena no palco do Teatro Nacional S. João, entre os dias 10 e 14 de Junho.
Uma cidade arruinada espera a visita da mulher mais rica do mundo. Todas as esperanças se concentram na possibilidade de um resgate que refinancie a economia local e permita à cidade viver o conforto e a opulência que já conheceu. A visita começa por correr bem, tudo parece apontar para que o resgate aconteça. Porém, o preço a pagar é muito alto e ameaça fraturar a sociedade local. Conhece esta história? Foi contada por Friedrich Dürrenmatt em 1956 e qualquer semelhança com a nossa atualidade é pura coincidência. Ou talvez não, porque, como premonitoriamente anotava o dramaturgo suíço, “não há alusões ao mundo contemporâneo, mas o mundo contemporâneo ouve-se aqui”. Com encenação de Nuno Cardoso – que já nos sobressaltara com Medida por Medida, espetáculo que encenava uma Viena de esplanadas e autoestradas sobre a qual se abatia uma punitiva austeridade –, A Visita da Velha Senhora é uma “comédia trágica” que, de forma lúcida e lúdica, nos dá a ver o destino de uma comunidade que é submetida à força arbitrária do poder do dinheiro… No plano artístico, esta Visita é também o ponto de encontro de duas companhias independentes – Ao Cabo Teatro e Companhia Maior –, que aqui materializam uma possibilidade de criação artística que excede o estreitamento a que a produção teatral parece votada. - in web site TNSJ.
Interpretação de Maria João Luís, Horácio Manuel, Cândido Ferreira, Nuno Cardoso, Tónan Quito, Pedro Frias, Daniel Pinto, João Melo e Companhia Maior: António Pedrosa, Carlos Nery, Celeste Melo, Cristina Gonçalves, Diana Coelho, Helena Marchand, Isabel Millet, Isabel Simões, Iva Delgado, Jorge Falé, Júlia Guerra, Kimberley Ribeiro, Manuela de Sousa Rama, Paula Bárcia e Vítor Lopes.
Co-produção Ao Cabo Teatro, Companhia Maior, Centro Cultural Vila Flor, São Luiz Teatro Municipal.
Uma cidade arruinada espera a visita da mulher mais rica do mundo. Todas as esperanças se concentram na possibilidade de um resgate que refinancie a economia local e permita à cidade viver o conforto e a opulência que já conheceu. A visita começa por correr bem, tudo parece apontar para que o resgate aconteça. Porém, o preço a pagar é muito alto e ameaça fraturar a sociedade local. Conhece esta história? Foi contada por Friedrich Dürrenmatt em 1956 e qualquer semelhança com a nossa atualidade é pura coincidência. Ou talvez não, porque, como premonitoriamente anotava o dramaturgo suíço, “não há alusões ao mundo contemporâneo, mas o mundo contemporâneo ouve-se aqui”. Com encenação de Nuno Cardoso – que já nos sobressaltara com Medida por Medida, espetáculo que encenava uma Viena de esplanadas e autoestradas sobre a qual se abatia uma punitiva austeridade –, A Visita da Velha Senhora é uma “comédia trágica” que, de forma lúcida e lúdica, nos dá a ver o destino de uma comunidade que é submetida à força arbitrária do poder do dinheiro… No plano artístico, esta Visita é também o ponto de encontro de duas companhias independentes – Ao Cabo Teatro e Companhia Maior –, que aqui materializam uma possibilidade de criação artística que excede o estreitamento a que a produção teatral parece votada. - in web site TNSJ.
Interpretação de Maria João Luís, Horácio Manuel, Cândido Ferreira, Nuno Cardoso, Tónan Quito, Pedro Frias, Daniel Pinto, João Melo e Companhia Maior: António Pedrosa, Carlos Nery, Celeste Melo, Cristina Gonçalves, Diana Coelho, Helena Marchand, Isabel Millet, Isabel Simões, Iva Delgado, Jorge Falé, Júlia Guerra, Kimberley Ribeiro, Manuela de Sousa Rama, Paula Bárcia e Vítor Lopes.
Co-produção Ao Cabo Teatro, Companhia Maior, Centro Cultural Vila Flor, São Luiz Teatro Municipal.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Primeira edição do SEA ARTS em Setembro
Vai realizar-se este ano a primeira edição do SEA ARTS - Encuentro Internacional de Artes Escénicas de las Baleares. O evento terá lugar entre 11 e 14 de Setembro na cidade de Palma de Maiorca (Ilhas Baleares).
Sea Arts tem como objectivo internacionalizar as artes cénicas baleares levando a Maiorca programadores espanhois e internacionais para apreciar uma selecção das melhores propostas de artes cénicas das ilhas. Serão quatro dias de espectáculos, itinerários criativos, mesas redondas e apresentações de artistas e criadores para dar a conhecer algumas das companhias de teatro e dança mais representativas das Baleares.
Sea Arts tem como objectivo internacionalizar as artes cénicas baleares levando a Maiorca programadores espanhois e internacionais para apreciar uma selecção das melhores propostas de artes cénicas das ilhas. Serão quatro dias de espectáculos, itinerários criativos, mesas redondas e apresentações de artistas e criadores para dar a conhecer algumas das companhias de teatro e dança mais representativas das Baleares.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Le Papalagui em Matosinhos
No dia 6 de Julho pelas 21h30 será apresentado no Cine-teatro Constantino Nery o espectáculo “Le Papalagui” a partir de Eric SCHEUERMANN, numa co-apresentação com o Festival de Teatro de Almada.
“Le Papalagui” foi um dos êxitos do Verão passado em Avignon: o jornal Le Monde considerou-o “uma pequena jóia”.
É com humor e malícia que a civilização ocidental passou no crivo do bom-senso do alto dignitário samoano Tuiavii, após uma viagem que realizou à Europa no início do século XX. O espantado viajante conta à sua tribo os estranhos valores e costumes dos Papalaguis (“homens brancos”) . Apresentada como se fosse uma conferência, esta narrativa oferece-nos, tal como as Cartas persas de Montesquieu, um reflexo terrível da nossa sociedade. Cerca de um século mais tarde, o conteúdo do texto recolhido pelo alemão Erich Scheurmann (1878-1957) não perdeu pitada da sua pertinência.
Tuiavii nunca teve intenção de publicar estas reflexões, nem sequer de as imprimir. Elas representavam um apelo aos povos dos mares do Sul para que quebrassem todos os elos com os povos esclarecidos do continente europeu. Este chefe tribal acalentava a profunda convicção de que o pior erro cometido pelos seus antepassados fora o de crerem que a luz da Europa lhes traria a felicidade. Não nos consideremos, então, demasiado cultos, e desçamos, por uma vez, das alturas do nosso espírito até aos modos simples deste polinésio que nos ajuda a entender como perdemos o sentido da natureza humana, criando ídolos sem vida.
“Le Papalagui” foi um dos êxitos do Verão passado em Avignon: o jornal Le Monde considerou-o “uma pequena jóia”.
É com humor e malícia que a civilização ocidental passou no crivo do bom-senso do alto dignitário samoano Tuiavii, após uma viagem que realizou à Europa no início do século XX. O espantado viajante conta à sua tribo os estranhos valores e costumes dos Papalaguis (“homens brancos”) . Apresentada como se fosse uma conferência, esta narrativa oferece-nos, tal como as Cartas persas de Montesquieu, um reflexo terrível da nossa sociedade. Cerca de um século mais tarde, o conteúdo do texto recolhido pelo alemão Erich Scheurmann (1878-1957) não perdeu pitada da sua pertinência.
Tuiavii nunca teve intenção de publicar estas reflexões, nem sequer de as imprimir. Elas representavam um apelo aos povos dos mares do Sul para que quebrassem todos os elos com os povos esclarecidos do continente europeu. Este chefe tribal acalentava a profunda convicção de que o pior erro cometido pelos seus antepassados fora o de crerem que a luz da Europa lhes traria a felicidade. Não nos consideremos, então, demasiado cultos, e desçamos, por uma vez, das alturas do nosso espírito até aos modos simples deste polinésio que nos ajuda a entender como perdemos o sentido da natureza humana, criando ídolos sem vida.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
MAP/P – Mostra de Processos 2013
Pelo segundo ano consecutivo, o Mosteiro de São Bento da Vitória vai ser o palco da apresentação dos projetos artísticos da MAP/P – Mostra de Processos/Portugal, uma iniciativa dirigida e programada pelo coreógrafo Alberto Magno.
Em vez da apresentação de objetos artísticos acabados, esta iniciativa distingue-se por promover um espaço de partilha de processos de pesquisa e criação artística: o criador expõe um work in progress, testando os seus pressupostos e linguagens; o público acede a novas propostas criativas, participando do seu crescimento potencial.
Aberta à participação de artistas, nacionais e estrangeiros, cujos projetos têm por base o corpo em movimento, a MAP/P faz-se, contudo, de formatos diversos – da performance ao vídeo, da exposição à conversa, passando pela videoconferência ou pela análise de portefólio.
A 2ª edição da MAP/P, que conta mais uma vez com a colaboração do Teatro Nacional São João, está dividida em três blocos programáticos: o Preview MAP/P (de 3 a 5 de julho); MAP/P (de 9 a 13 de julho) e o workshop VISITING ARTISTS, orientado por Jeroen Peeters (de 9 a 13 de Julho). Todas as atividades são de entrada gratuita.
terça-feira, 2 de julho de 2013
Morreu o actor António Rama
O actor António Rama, de 69 anos, morreu nesta segunda-feira, em Lisboa. Fundador da Comuna Teatro de Pesquisa, o actor fazia parte da companhia do Teatro Nacional D. Maria II desde 1981. Estreou-se no teatro em 1964, na Casa da Comédia, com a peça A Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente. Nascido em Montemor-o-Velho em 1944, António Rama esteve também ligado à fundação do Teatro Experimental de Cascais. Recebeu diversas distinções, nomeadamente com a peça D. João, de Molière. Participou em várias séries televisivas e telenovelas.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Alicia Alonso vai receber o Prémio Atahualpa del Cioppo
Alicia Alonso, a mítica primeira bailarina do Ballet Nacional de Cuba, receberá este ano o prémio FIT de Cádiz-Atahaulpa del Cioppo como reconhecimento do festival pela sua prestigiada carreira artística.
Ao Ballet Nacional de Cuba cabe abrir o festival com Coppélia, uma coreografia da próppria Alicia Alonso. A XXVIII edição do Festival Iberoamericano de Teatro de Cadiz, realiza-se em Outubro, a partir do dia 18.
Nascida em Habana no ano de 1920, Alicia Alonso é um nome cimeiro da dança mundial.
domingo, 30 de junho de 2013
NOS BOSQUES PROFUNDAMENTE SILENCIOSOS DAS MONTANHAS TRÁCIAS (o mito de Orfeu em Monteverdi, Virgílio e Ovídio)
"Nos Bosques Profundamente Silenciosos das Montanhas Trácias traduz uma vontade de trabalhar o mito de Orfeu a partir dos textos mais canónicos a ele ligados, Virgílio e Ovídio, a Eneida e as Metamorfoses respectivamente. Mas a ideia primitiva deste pequeno fresco com figuras devedoras das epopeias gregas radica para mim em termos ficcionais no início do séc. XVII, na favola in musica que Monteverdi escolhe para inaugurar o género operático: L'Orfeo (1609). O épico torna-se assim lírico e facilita-nos a leitura nestes tempos de acentuada nostalgia romântica, a métrica da epopeia é algo distante para nós. Alguém escreveu que o Orfeu era dos poucos mitos sem aplicação prática na mitologia clássica, sem caução psicanalítica, sem filiação filosófica, enfim um capricho da imaginação humana, 'solo per belezza'*. Uma paixão amorosa, uma cobra, uma mensageira, o Inferno, um resgate, um olhar e a pena perpétua da solidão; é o que nos irá bastar para voltarmos a uma das histórias mais glosadas de todos os tempos. Com cuidado. Com prazer." - Miguel Loureiro
"Nos Bosques Profundamente Silenciosos das Montanhas Trácias", uma produção PRIMEIROS SINTOMAS, de 8 a 31 de JULHO, no espaço RIBEIRA, em Lisboa.
Versão cénica e dramaturgia: Miguel Loureiro e Vera Kalantrupmann
Encenação: Miguel Loureiro
Assistência: Sara Graça e Francisco Goulão
Actores: Inês Nogueira, Alice Medeiros, Gonçalo Ferreira de Almeida, João Villas-Boas e Miguel Loureiro Cantores: Luísa Brandão e Luís Castanheira
Músico: João Aleixo
sábado, 29 de junho de 2013
Métanse nos seus asuntos participou no Festival A PART - Katowice
Núria Sotelo, com o seu espectáculo 'Métanse nos seus asuntos' participou no International Performing Arts Festival A PART, em Katowice, na Polónia.
A apresentação de “Métanse nos seus asuntos” (Pilnuj swoich spraw) teve lugar no dia 24 de Junho e encheu o Teatru Korez. Segundo informações da produção, o espectáculo foi muito bem recebido pelo público.
“Métanse nos seus asuntos” foi já apresentado no FITEI, no ano de 2011, naquela que foi a primeira actuação em Portugal de Núria Sotelo. A companhia prepara agora novas apresentações do espectáculo nas Salas e Teatros da Galiza e de outras regiões do Estado Espanhol.
A apresentação de “Métanse nos seus asuntos” (Pilnuj swoich spraw) teve lugar no dia 24 de Junho e encheu o Teatru Korez. Segundo informações da produção, o espectáculo foi muito bem recebido pelo público.
“Métanse nos seus asuntos” foi já apresentado no FITEI, no ano de 2011, naquela que foi a primeira actuação em Portugal de Núria Sotelo. A companhia prepara agora novas apresentações do espectáculo nas Salas e Teatros da Galiza e de outras regiões do Estado Espanhol.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Cursos à distância TEATRO LATINO-AMERICANO DO SÉCULO XX, por Magaly Muguercia
Entre Agosto e Novembro, destinado a profissionais, estudantes de teatro e todos os interessados na arte e pensamento na América Latina, o CELCIT organiza o curso à distância TEATRO LATINO-AMERICANO DO SÉCULO XX, por Magaly Muguercia.
Semanalmente serão publicados nas AulasCELCIT os conteúdos correspondentes a cada classe. Estes incluem textos, imagens, registos sonoros e videos destinados a leitura e análise. Semanalmente serão propostos exercícios.
O curso abordará temas como América Latina em 1900. Os hábitos teatrais. Ópera e companhias estrangeiras. O género chico. O drama moderno até aos anos 30. O "actor nacional". O movimento dos teatros independentes. A encenação e os seus pioneiros. Teatro experimental e etnologia. Nacionalizações de Bertolt Brecht e do teatro do absurdo. A criação colectiva e o Teatro do Oprimido. A escrita dramática nos tempos da revolução. Primeiros textos pós-modernos. O aparecimento da dança-teatro. Teatro e performance. O actor-autor, no final do século. Novos textos na passagem para o Século XXI.
Outras informações podem ser consultadas AQUI
quinta-feira, 27 de junho de 2013
O Preço, de Arthur Miller | Estreia 28 de Junho, no Teatro Aberto
Nova Iorque, 1968. Dois irmãos voltam a encontrar-se, dezasseis anos depois da morte do pai, para desocuparem a casa que deixaram intacta ao longo de todos aqueles anos. Um velho avaliador vem dar-lhes um preço pelos móveis e objectos de que se querem desfazer. No entanto, a transacção não é tão simples como imaginaram: todas aquelas coisas fazem parte da história da família, estão repletas de memórias e obrigam-nos a confrontarem-se com o passado e com as escolhas que fizeram na vida.
Qual foi o preço dessas escolhas? Qual é o preço das contas que ficam em aberto? Entre o deve e o haver, o que se perde e o que se ganha? Neste encontro cheio de emoções, debatem-se as grandes questões da vida, com a esperança sempre acesa de uma maior compreensão do que é profundamente humano.
FICHA ARTÍSTICA Versão João Lourenço | Vera San Payo de Lemos Dramaturgia Vera San Payo de Lemos Encenação e Luz João Lourenço Cenário António Casimiro | João Lourenço Figurinos Dino Alves Supervisão audiovisual Nuno Neves Com António Fonseca| João Perry | Marco Delgado| São José Correia
FICHA ARTÍSTICA Versão João Lourenço | Vera San Payo de Lemos Dramaturgia Vera San Payo de Lemos Encenação e Luz João Lourenço Cenário António Casimiro | João Lourenço Figurinos Dino Alves Supervisão audiovisual Nuno Neves Com António Fonseca| João Perry | Marco Delgado| São José Correia
quarta-feira, 26 de junho de 2013
DIVIDIDOS | ESPETÁCULO DE TEATRO NA PAISAGEM | A nova criação de COMÉDIAS DO MINHO e PRODUÇÕES SUPLEMENTARES | A partir de Rei Lear, de William Shakespeare
A história de Rei Lear serve de pretexto para abordar teatralmente a
paisagem. Três filhas raparigas divididas no amor e ambição e um velho soberano
em cólera e à beira da loucura.
A propriedade, o legado, a memória, o despojamento, os elementos naturais, mitos que se representam tão bem pelas encostas, a bradar aos céus, à procura de um abrigo na noite.
ADAPTAÇÃO E ENCENAÇÃO Lee Beagley
CENOGRAFIA E FIGURINOS Anna Siegrot
MÚSICA Bernardo Soares, Ricardo Casaleiro e Hannah Beagley
APOIO À ADAPTAÇÃO Cecília Ferreira
EXECUÇÃO DE FIGURINOS Rita Fernandes
INTERPRETAÇÃO Bernardo Soares, Catarina Santos, Flora Miranda, Hannah Beagley, Isabel Carvalho, Joana Magalhães, Luís Filipe Silva, Mónica Tavares, Ricardo Casaleiro, Rui Mendonça, Tânia Almeida, Tânia Cardoso, Xana Miranda
COM a colaboração do Teatro a Quatro
P COURA
27 JUN | Casa do Outeiro - Agualonga | 21h00
28 JUN | Largo do Espírito Santo - P Coura | 21h00
29 JUN | Largo da Feira / Ecce Homo Padornelo | 21h00
30 JUN | Eira Comunitária - Porreiras | 16h00
VALENÇA
4 a 7 JUL
MELGAÇO
11 a 14 JUL
V.N. CERVEIRA
25 a 28 JUL
MONÇÃO
1 a 4 AGO
A propriedade, o legado, a memória, o despojamento, os elementos naturais, mitos que se representam tão bem pelas encostas, a bradar aos céus, à procura de um abrigo na noite.
ADAPTAÇÃO E ENCENAÇÃO Lee Beagley
CENOGRAFIA E FIGURINOS Anna Siegrot
MÚSICA Bernardo Soares, Ricardo Casaleiro e Hannah Beagley
APOIO À ADAPTAÇÃO Cecília Ferreira
EXECUÇÃO DE FIGURINOS Rita Fernandes
INTERPRETAÇÃO Bernardo Soares, Catarina Santos, Flora Miranda, Hannah Beagley, Isabel Carvalho, Joana Magalhães, Luís Filipe Silva, Mónica Tavares, Ricardo Casaleiro, Rui Mendonça, Tânia Almeida, Tânia Cardoso, Xana Miranda
COM a colaboração do Teatro a Quatro
P COURA
27 JUN | Casa do Outeiro - Agualonga | 21h00
28 JUN | Largo do Espírito Santo - P Coura | 21h00
29 JUN | Largo da Feira / Ecce Homo Padornelo | 21h00
30 JUN | Eira Comunitária - Porreiras | 16h00
VALENÇA
4 a 7 JUL
MELGAÇO
11 a 14 JUL
V.N. CERVEIRA
25 a 28 JUL
MONÇÃO
1 a 4 AGO
terça-feira, 25 de junho de 2013
Começa no dia 18 de Julho a 14ª edição do Festival de Olite
Entre 18 de Julho e 3 de Agosto, Olite, em Navarra, tem o
centro histórico transformado num enorme palco para realização do seu festival
de teatro clássico. Pelo 14º Festival de Teatro Clássico de Olite pasarão obras
de Calderón, Cervantes e Shakespeare. A companhia Els Joglars será uma das muitas que marca presença
este ano em Olite, onde se destacam também ‘El nombre de la rosa’, com Juan
José Ballesta e Karra Elejalde, ‘La dama duende’, protagonizada por Diana
Palazón, ‘Julio César’, com Mario Gas, Sergio Peris-Mencheta e Tristán Ulloa, bem como uma versão em marionetas de ‘La venganza de Don Mendo’.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Porto Alegre vai ver Camille & Rodin
O espetáculo Camille & Rodin leva até ao palco do Theatro São Pedro, em Porto Alegre, a história de dois grandes escultores franceses, de 19 a 21 de Julho de 2013.
Camille Claudell, interpretada por Melissa Vettore é uma jovem intuitiva, dona de uma imaginação excepcional, uma mulher determinada que rompeu laços com sua classe social, com a moral vigente e com as normas de conduta bem aceites na sua época para se tornar umas das grandes artistas de sua época. Leopoldo Pahcheco vive Auguste Rodin, um génio já maduro, no auge de sua força criadora, um artista que soube representar, através de sua arte, as paixões humanas. A peça retrata o encontro e a história bela e trágica dos dois extraordinários artistas em Paris, no final do século XIX.
Camille Claudell, interpretada por Melissa Vettore é uma jovem intuitiva, dona de uma imaginação excepcional, uma mulher determinada que rompeu laços com sua classe social, com a moral vigente e com as normas de conduta bem aceites na sua época para se tornar umas das grandes artistas de sua época. Leopoldo Pahcheco vive Auguste Rodin, um génio já maduro, no auge de sua força criadora, um artista que soube representar, através de sua arte, as paixões humanas. A peça retrata o encontro e a história bela e trágica dos dois extraordinários artistas em Paris, no final do século XIX.
domingo, 23 de junho de 2013
'Ana Não Está' no Centro Fiesp Ruth Cardoso
Insurreição? Caos? Algo terrível abala a cidade: apagão, uma multidão ocupa as ruas, helicópteros tomam o céu. Ninguém sabe o que aconteceu. Não há informações nem TVs e os telefones não funcionam. Um casal refugiado em seu apartamento vive o desespero diante da própria impotência. Ana, sua filha, está desaparecida. Como encontrá-la? Onde procurá-la? Quando os limites emocionais são rompidos, outro universo surge, as fronteiras entre consciente e subconsciente, dentro e fora, tornam-se nubladas e frágeis como uma vidraça. Excedendo o conflito particular, o que se passa na escuridão do apartamento é a erupção de questões humanas e sociais.
Com encenação de Gilberto Gawronski e uma narrativa ágil, o drama contemporâneo Ana Não Está estreou no dia 28 de Março, no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso, em S. Paulo e fica em cartaz até o dia 30 de Junho. Com um olhar atento ao cotidiano e utilizando ferramentas da cena contemporânea (projeções, narrativas, sonoridades), o espetáculo faz uma radiografia dos personagens que interpretam os aflitos pais de Ana. Eles convivem e tentam lidar com a perda de suas ideologias juvenis, representando o típico casal que, durante o período da ditadura militar, absorveu importante bagagem de conhecimento sociopolítico e manteve compromisso ideológico com os problemas de seu tempo.
sábado, 22 de junho de 2013
Últimos dias de La función por hacer
© Emilio Gómez
Últimos dias no cartaz do Teatro de La Abadia, em Madrid (termina no dia 23), La función por hacer, de Miguel del Arco y Aitor Tejada.
Este espectáculo galardoado com sete Premios Max, com e mesma equipa que viria a fazer Veraneantes, significou o salto de Miguel del Arco como encenador e "recriador" de grandes textos de repertório. A partir de "Seis Personagens à Procura de um Autor", que na obra de Pirandello interrompem um ensaio no princípio do século XX, na representação actual são convertidos em "terroristas culturais". Com veemência reclamam o seu direito de contar a sua história real, que na sua perspectiva tem mais interesse que a ficção dos palcos.
Últimos dias no cartaz do Teatro de La Abadia, em Madrid (termina no dia 23), La función por hacer, de Miguel del Arco y Aitor Tejada.
Este espectáculo galardoado com sete Premios Max, com e mesma equipa que viria a fazer Veraneantes, significou o salto de Miguel del Arco como encenador e "recriador" de grandes textos de repertório. A partir de "Seis Personagens à Procura de um Autor", que na obra de Pirandello interrompem um ensaio no princípio do século XX, na representação actual são convertidos em "terroristas culturais". Com veemência reclamam o seu direito de contar a sua história real, que na sua perspectiva tem mais interesse que a ficção dos palcos.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Festival Nacional de Teatro Santo Domingo 2013
Organizado pelo Ministerio de Cultura e pela Dirección General de Festivales de Teatro da República Dominicana e com a participação de grupos e companhías de teatro profissionais independentes da República Dominicana, está decorrer o III Festival Nacional de Teatro Santo Domingo 2013, que se realizará até 30 de Junho.
Este festival nacional dominicano, dirigido pela actriz e gestora cultural Karina Noble é um certame destinado à promoção das companhias da região, num projecto diferente do Festival Internacional, organizado pelas mesmas instituições, que leva até Santo Domingo companhias de todo o mundo.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
TUP leva a cena o espectáculo KAVKA
No ano em que se celebram os 65 anos do Teatro Universitário do Porto e os 130 anos do nascimento de Franz Kafka, o TUP leva a cena o espectáculo KAVKA, encenado por António Júlio, de 27 de Junho a 20 de Julho, de Terça a Domingo, às 22:00.
Na estalagem não se dorme e ninguém sabe nada de agrimensura. Estão lá em cima dois guardas a comer o pequeno-almoço do Joseph. Aquilo é um Barnabás? Nunca ninguém viu o Klamm. Ninguém fecha a porta aos Samsa. As baratas fogem todas quando ouvem barulho. Mas de onde vêm estas meninas depravadas? O Gregor já não consegue. Afinal, é depois do jejum que o espectáculo começa: a Brunelda vai cantar. É agora? Isto é mesmo a Juliusstrasse?
KAVKA tem encenação de ANTÓNIO JÚLIO e texto de RAQUEL S.
Na estalagem não se dorme e ninguém sabe nada de agrimensura. Estão lá em cima dois guardas a comer o pequeno-almoço do Joseph. Aquilo é um Barnabás? Nunca ninguém viu o Klamm. Ninguém fecha a porta aos Samsa. As baratas fogem todas quando ouvem barulho. Mas de onde vêm estas meninas depravadas? O Gregor já não consegue. Afinal, é depois do jejum que o espectáculo começa: a Brunelda vai cantar. É agora? Isto é mesmo a Juliusstrasse?
KAVKA tem encenação de ANTÓNIO JÚLIO e texto de RAQUEL S.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
EL POBRE BERTOLT BRECHT
O Teatro Libre, de Bogotá, apresenta alguns poemas de Brecht musicados pelo maestro
Víctor Hernández, poemas que revelam o ser humano complexo que enfrentou com
tanta lucidez talvez os momentos mais difíceis e cruciais do século XX e que,
por isso mesmo, nos continua a interrogar sobre o devir da nossa realidade
imediata.
EL POBRE BERTOLT BRECHT é uma espécie de cabaret onde se procura levar ao público a descoberta e o interesse pela universo poético de Bertold Brecht.
EL POBRE BERTOLT BRECHT é uma espécie de cabaret onde se procura levar ao público a descoberta e o interesse pela universo poético de Bertold Brecht.
terça-feira, 18 de junho de 2013
CANTIGAS DE UMA NOITE DE VERÃO (Uma peça de amores e desencontros)
Até sábado, 29, os Artistas Unidos continuam com CANTIGAS DE UMA NOITE DE VERÃO de David
Greig no Teatro da Politécnica, enquanto ensaiam SALA VIP com estreia
na Culturgest em 6 de Julho.
CANTIGAS DE UMA NOITE DE VERÃO (Uma peça de amores e desencontros) de David Greig e Gordon McIntyre, com Andreia Bento e Pedro Carraca teve o apoio do Scottish Arts Council. A estreia foi uma produção Artistas Unidos/Fundação Inatel / Prémio Monstros do Ano 2010 para Teatro.
CANTIGAS DE UMA NOITE DE VERÃO (Uma peça de amores e desencontros) de David Greig e Gordon McIntyre, com Andreia Bento e Pedro Carraca teve o apoio do Scottish Arts Council. A estreia foi uma produção Artistas Unidos/Fundação Inatel / Prémio Monstros do Ano 2010 para Teatro.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


















