sábado, 19 de outubro de 2013
Inferno no Teatro Helena Sá e Costa
INFERNO é um espectáculo de dança, com direcção de Filipe Moreira, construído a partir de um poema de Bocage e de testemunhos de pessoas sobre os temas da paixão, adição, trabalho, guerra e fome.
Com uma forte componente teatral, o espectáculo conta com um elenco de bailarinos que dão corpo a histórias de relações humanas intensas e ambíguas.
“A frouxidão no amor é uma ofensa,
Ofensa que se eleva a grau supremo;
Paixão requer paixão; fervor, e extremo;
Com extremo e fervor se recompensa.
Vê qual sou, vê qual és, vê que diferença!
Eu descoro, eu praguejo, eu ardo, eu gemo;
Eu choro, eu desespero, eu clamo, eu tremo, […]”
Notando Insensibilidade na Sua Amada
- Bocage
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Flávia Gusmão e Michel Blois no Teatro do Bairro
Depois de ter sido apresentado no Brasil e em Cabo Verde, Flávia Gusmão e Michel Blois apresentam finalmente MoMO em Lisboa, dias 21 e 22 de Outubro, no TEATRO DO BAIRRO.
Um casal faz o pacto de registar as suas memórias, para serem mostradas após o primeiro dos dois morrer.
Criação e interpretação: Flávia Gusmão e Michel Blois
Músicos ao vivo: André Castro , Cindy Baptista , Raul Gouveia, Ricardo Camacho e Rini Luyks
Textos: Flávia Gusmão Michel Blois, Pedro Fortes Figueira e Tchale Figueira.
Um casal faz o pacto de registar as suas memórias, para serem mostradas após o primeiro dos dois morrer.
Criação e interpretação: Flávia Gusmão e Michel Blois
Músicos ao vivo: André Castro , Cindy Baptista , Raul Gouveia, Ricardo Camacho e Rini Luyks
Textos: Flávia Gusmão Michel Blois, Pedro Fortes Figueira e Tchale Figueira.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
O Vosso Pior Pesadelo na reabertura da Casa das Artes
Estreia
no dia 26 de Outubro, na CASA DAS ARTES – Porto a nova produção do Teatro Art'Imagem 'O Vosso Pior Pesadelo' e ficará em cena
até dia 3 de Novembro.
Dentro de uma jaula está um homem ajoelhado e com as mãos presas atrás
das costas, cabeça baixa. Num canto da jaula, há um balde destinado às
necessidades fisiológicas do prisioneiro.
A acção decorre numa prisão de alta segurança e acompanha o dia-a-dia de violência a que é sujeito um prisioneiro especial acusado de terrorismo, um comediante que não chora nem se lamenta das brutais agressões de que é vitima, corporizadas pelo soldado e oficial que ficam atónitos com a sua atitude. O espectáculo é representado como uma comédia negra, aproximando-o de uma farsa trágica (!), oscilando entre a gargalhada franca e o sorriso amarelo, o riso libertador e a reflexão, parodiando obscenamente agressões físicas e mentais perpetradas sobre o prisioneiro, procurando chegar ao público de forma a que este participe, física e mentalmente, num exercício “quase” sadomasoquista...
A peça pretende questionar a impunidade que atravessa a nossa sociedade e as muitas formas de violência que se abatem sobre os cidadãos que vivem em democracias mais ou menos duras ou em ditaduras mais ou menos democráticas...
Uma encenação “Guantánamo-teatral” onde qualquer parecença com a realidade é pura coincidência…
Texto Original de Manuel Jorge Marmelo, direcção e encenação de José Leitão e interpretação de Flávio Hamilton, Miguel Rosas e Pedro Carvalho.
A acção decorre numa prisão de alta segurança e acompanha o dia-a-dia de violência a que é sujeito um prisioneiro especial acusado de terrorismo, um comediante que não chora nem se lamenta das brutais agressões de que é vitima, corporizadas pelo soldado e oficial que ficam atónitos com a sua atitude. O espectáculo é representado como uma comédia negra, aproximando-o de uma farsa trágica (!), oscilando entre a gargalhada franca e o sorriso amarelo, o riso libertador e a reflexão, parodiando obscenamente agressões físicas e mentais perpetradas sobre o prisioneiro, procurando chegar ao público de forma a que este participe, física e mentalmente, num exercício “quase” sadomasoquista...
A peça pretende questionar a impunidade que atravessa a nossa sociedade e as muitas formas de violência que se abatem sobre os cidadãos que vivem em democracias mais ou menos duras ou em ditaduras mais ou menos democráticas...
Uma encenação “Guantánamo-teatral” onde qualquer parecença com a realidade é pura coincidência…
Texto Original de Manuel Jorge Marmelo, direcção e encenação de José Leitão e interpretação de Flávio Hamilton, Miguel Rosas e Pedro Carvalho.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
4 ESTAÇÕES no SESC Tijuca
Essa semana a peça “4 Estações ou Encontros e Desencontros” estará no Rio de Janeiro, nos dias 18, 19 e 20 de Outubro (sexta, sábado e domingo), no SESC Tijuca. O espectáculo “4 Estações ou Encontros e Desencontros” traz quatro histórias sobre encontros e desencontros. Personagens em situações limite, elementos cénicos simples/essenciais e relação/jogo com o público. Com Gabriela Veiga e Vinicius Campos.
Após uma década dedicada a espectáculos solo, o actor, director e escritor Vinícius Piedade resolveu compartilhar o palco em duo com a actriz Gabriela Veiga, na peça “4 Estações ou Encontros e Desencontros”, constituída por quatro histórias diferentes: “Primavera – Go!”, “Verão – O Motoboy, a Secretária e o Amor”, “Outono – Notícias de uma Tarde Nua” e “Inverno – Encontros e Despedidas”. Após uma temporada na cidade de São Paulo, onde estreou em Maio deste ano, o espectáculo iniciou uma digressão, que o levou nomeadamente ao festival Mindelact, em Cabo Verde.
Vinícius Piedade, disse recentemente, a propósito deste espectáculo: “Eu estava ansioso pelo jogo com outro autor em cena, por construir junto. O teatro é como um esporte em que se joga e recebe. A diferença é que agora não jogo apenas com o público, mas com uma atriz. É muito bom ter a musa dos meus personagens em cena. Boa parte do texto escrevi quando ela já estava no processo, então ficou mais fácil escrever com a embocadura dela. A Gabriela diz o texto como se fosse dela. Ela se apropriou muito bem dele”.
Após uma década dedicada a espectáculos solo, o actor, director e escritor Vinícius Piedade resolveu compartilhar o palco em duo com a actriz Gabriela Veiga, na peça “4 Estações ou Encontros e Desencontros”, constituída por quatro histórias diferentes: “Primavera – Go!”, “Verão – O Motoboy, a Secretária e o Amor”, “Outono – Notícias de uma Tarde Nua” e “Inverno – Encontros e Despedidas”. Após uma temporada na cidade de São Paulo, onde estreou em Maio deste ano, o espectáculo iniciou uma digressão, que o levou nomeadamente ao festival Mindelact, em Cabo Verde.
Vinícius Piedade, disse recentemente, a propósito deste espectáculo: “Eu estava ansioso pelo jogo com outro autor em cena, por construir junto. O teatro é como um esporte em que se joga e recebe. A diferença é que agora não jogo apenas com o público, mas com uma atriz. É muito bom ter a musa dos meus personagens em cena. Boa parte do texto escrevi quando ela já estava no processo, então ficou mais fácil escrever com a embocadura dela. A Gabriela diz o texto como se fosse dela. Ela se apropriou muito bem dele”.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Festival Iberoamericano de Cádiz | 28ª edição
A vigésima oitava edição do Festival Iberoamericano de Cádiz contará com a participação de 22 companhias que se apresentarão nos espaços habituais - Gran Teatro Falla, Sala Central Lechera, Museo del Títere e Teatro Tía Norica - entre os dias 18 e 26 de Outubro.
Festival de referência em todo mundo latino-americano, o Festival de Cádiz é dirigido por Pepe Bablé e todos os anos, no mês de Outubro, reúne algumas das mais significativas companhias do espaço ibero-americano.
Segundo declarações do seu director, este ano "el programa de espectáculos contempla manifestaciones teatrales heterogéneas, donde la dramaturgia actual y los nuevos lenguajes seguirán siendo el eje aglutinador, y las temáticas y estéticas en correspondencia con la actualidad de las artes escénicas iberoamericanas".
Festival de referência em todo mundo latino-americano, o Festival de Cádiz é dirigido por Pepe Bablé e todos os anos, no mês de Outubro, reúne algumas das mais significativas companhias do espaço ibero-americano.
Segundo declarações do seu director, este ano "el programa de espectáculos contempla manifestaciones teatrales heterogéneas, donde la dramaturgia actual y los nuevos lenguajes seguirán siendo el eje aglutinador, y las temáticas y estéticas en correspondencia con la actualidad de las artes escénicas iberoamericanas".
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Documentação do TNSJ
Uma pilhagem organizada: é o que o Centro de Documentação do TNSJ nos oferece no 4.º aniversário da sua abertura ao público. Uma gigantesca instalação de materiais promocionais e documentais produzidos pelo São João desde que, há 20 anos, foi feito Teatro Nacional ocupa, durante uma semana do mês de novembro, o Mosteiro de São Bento da Vitória. No chão do claustro, estende-se como uma manta de retalhos toda a história artística do TNSJ (ou quase), plasmada em múltiplos materiais que – em resultado de uma recente reorganização do Arquivo num dos espaços deste Mosteiro beneditino – são agora colocados à mercê dos nossos espectadores: dos belos programas quadrados dos primeiros anos aos Manuais de Leitura criados em 2002, repletos de contribuições inéditas de ensaístas, escritores e investigadores, passando pelos cartazes que renovaram a comunicação gráfica do teatro portuense ou pelos flyers que têm circulado pela cidade, muitos serão os apelos à cobiça do visitante. Participe, e leve o que lhe aprouver: isto não é uma exposição, é um assalto. Centro de Documentação do TNSJ, entre os dias 11 e 15 de Novembro.
domingo, 13 de outubro de 2013
O Bando regressa a Saramago
'Todos nós jangadas partindo ainda sem saber para onde, largando amarras dos vícios, das dores, dos sistemas antigos e caducos. Todos nós procurando a diferença, a identidade, a soberania. Todos nós partindo para o mar e vendo ao longe esse rochedo fragmentado, essa Europa dividida entre tantos centros e outras tantas periferias. Todos nós caminhando, ouvindo cânticos ancestrais de uma ibéria feita de mil povos cruzados. Todos nós de costas voltadas, voltados de costas uns para os outros, perguntando às populações, aos amigos, aos viajantes: PARA ONDE VAMOS?'
Com "A jangada de pedra", a companhia de teatro O Bando regressa a José Saramago, no Teatro de São Luiz, em Lisboa. O espectáculo vai ficar em cena durante as próximas duas semanas.
Com "A jangada de pedra", a companhia de teatro O Bando regressa a José Saramago, no Teatro de São Luiz, em Lisboa. O espectáculo vai ficar em cena durante as próximas duas semanas.
sábado, 12 de outubro de 2013
'Os dois cavalheiros de Verona' no Teatro Glauce Rocha, Rio de Janeiro
Entre os dias 10 e 13 de Outubro, no Teatro Glauce Rocha, no Rio de Janeiro, ‘Os dois cavalheiros de Verona’, do Grupo Nós do Morro, conta a aventura de Valentino e Proteu – os dois cavalheiros de Verona – de visita à corte do Duque de Milão. Lá conhecem e apaixonam-se pela mesma mulher: Sílvia, a bela filha do Duque. Também encantada por Valentino, Sílvia desperta o ciúme de Proteu, que dá início a um plano para expulsar seu rival e conquistar a sua amada. Porém, seus intentos são atrapalhados por Júlia, garota a quem tinha prometido casamento antes de deixar Verona. Esta, travestida de homem, chega a Milão e ajuda Sílvia a desmascarar Proteu e a reencontrar Valentino. Sílvia leva, então, seu amado a uma inesquecível viagem.
Com encenação de Fátima Domingues e elenco formado por 16 adolescentes do 'Grupo Nós do Morro', 'Os dois cavalheiros de Verona' trata, com humor e alegria, a importância do amor e da amizade nas relações humanas.
A data de criação de 'Os dois cavalheiros de Verona' é desconhecida, mas geralmente acredita-se ter sido um dos primeiros trabalhos de Shakespeare.
Com encenação de Fátima Domingues e elenco formado por 16 adolescentes do 'Grupo Nós do Morro', 'Os dois cavalheiros de Verona' trata, com humor e alegria, a importância do amor e da amizade nas relações humanas.
A data de criação de 'Os dois cavalheiros de Verona' é desconhecida, mas geralmente acredita-se ter sido um dos primeiros trabalhos de Shakespeare.
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Gonçalo Waddington e Carla Maciel em Macbain
O holandês Gerardjan Rijnders é um dos dramaturgos mais fascinantes da actualidade. Após um encontro com o casal de actores Gonçalo Waddington e
Carla Maciel, decidiu escrever uma peça de teatro para eles sobre dois
outros casais: o casal Macbeth, a partir de Shakespeare, e Kurt Cobain
& Courtney Love, a partir da biografia Heavier than Heaven de Charles R. Cross.
Texto original de Gerardjan Rijnders e criação e interpretação de Carla Maciel e Gonçalo Waddington, "Macbain" estreia dia 16 de Outubro no Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Texto original de Gerardjan Rijnders e criação e interpretação de Carla Maciel e Gonçalo Waddington, "Macbain" estreia dia 16 de Outubro no Teatro Maria Matos, em Lisboa.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Yerma em Almada
Depois da estreia no Teatro-Cine de Torres Vedras, Yerma, encenação de João Garcia Miguel, vai estar no Teatro Municipal de Almada nos próximos dias 11, 12 e 13.
Encenação de João Garcia Miguel, com Miguel Borges, Sara Ribeiro, Lula's Alternativa Imaginário Cabo-Verdiano, Miguel Miguel Jorge Rosado Moreira e Miguel Lopes, a partir da reescrita do poema dramático homónimo, datado de 1934, de Federico García Lorca.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Morreu Patrice Chéreau
Morreu aos 68 anos, em Paris, Patrice Chéreau, encenador e realizador.
A notícia foi avançada em primeira mão pelo jornal Libération na segunda-feira ao fim do dia e confirmada mais tarde pela Cinemateca Francesa.
Patrice Chéreau, actor, encenador e realizador deixa uma obra que se define pelo desejo. Desejo de se exibir, barroca que era na sua construção. Desejo de existir, pelo modo como procurava inscrever-se, ao longo do tempo, através das referências que as personagens usavam como argumento retórico.
Em 2008, quando recebeu o Prémio Europa para o Teatro, Chéreau, na vaidade de quem não fugia da glorificação, definia o seu teatro, o seu cinema, as suas encenações para ópera como um contínuo discurso de descoberta.
Desde sempre curioso, foi autor de mais de uma centena de encenações e de quase 20 filmes. A sua carreira estendeu-se ao longo de mais de 40 anos.
A sua primeira encenação, aos 19 anos, L'Intervention, a partir de Victor Hugo, abriu-lhe as portas do teatro de Sartrouville, onde viria a protagonizar, a partir de 1959, uma verdadeira revolução no teatro francês, onde as tomadas de posição públicas sobre a política nunca procuraram o consenso.
Deve-se a Chéreau a descoberta do teatro de Bernard Marie-Koltés, autor que encenou como se fossem suas as palavras. Na Solidão dos Campos de Algodão, que em 1995 se apresentou no na Alfandega do Porto pelo Teatro Nacional São João, é uma das suas mais famosas encenações, precisamente por experimentar um modo de pensar o jogo entre actores como um jogo. - Tiago Bartolomeu Costa, in Público.
Patrice Chéreau, actor, encenador e realizador deixa uma obra que se define pelo desejo. Desejo de se exibir, barroca que era na sua construção. Desejo de existir, pelo modo como procurava inscrever-se, ao longo do tempo, através das referências que as personagens usavam como argumento retórico.
Em 2008, quando recebeu o Prémio Europa para o Teatro, Chéreau, na vaidade de quem não fugia da glorificação, definia o seu teatro, o seu cinema, as suas encenações para ópera como um contínuo discurso de descoberta.
Desde sempre curioso, foi autor de mais de uma centena de encenações e de quase 20 filmes. A sua carreira estendeu-se ao longo de mais de 40 anos.
A sua primeira encenação, aos 19 anos, L'Intervention, a partir de Victor Hugo, abriu-lhe as portas do teatro de Sartrouville, onde viria a protagonizar, a partir de 1959, uma verdadeira revolução no teatro francês, onde as tomadas de posição públicas sobre a política nunca procuraram o consenso.
Deve-se a Chéreau a descoberta do teatro de Bernard Marie-Koltés, autor que encenou como se fossem suas as palavras. Na Solidão dos Campos de Algodão, que em 1995 se apresentou no na Alfandega do Porto pelo Teatro Nacional São João, é uma das suas mais famosas encenações, precisamente por experimentar um modo de pensar o jogo entre actores como um jogo. - Tiago Bartolomeu Costa, in Público.
domingo, 6 de outubro de 2013
Apresentação do livro "FITEI: una mirada utopica del mundo luso-español"
No próximo dia 9, quarta-feira, pelas 21h30, será apresentado na UNICEPE - Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto o livro "FITEI: una mirada utopica del mundo luso-español", de Mario A. Rojas, com a presença do autor. A apresentação será a seguir ao 130º Jantar de Amizade daquela cooperativa, com 50 anos de actividade, e contará com a participação de Mário Moutinho e Roberto Merino.
Mario A. Rojas, é Professor Emérito na The Catholic University of America, Washington, D.C. onde exerceu o cargo de director do programa Latin American and Latino Studies. Como reconhecimento do seu trabalho como investigador teatral foi distinguido com diversos prémios. Catedrático em teoria teatral e teatro latino-americano, entre outras, tem dedicado interesse particular ao estudo da encenação, com destaque para aquelas que, para além do seu valor estético, contenham leituras críticas do seu contexto histórico, social e político nacional e regional. Com este fim estuda, sobretudo, espetáculos apresentados em festivais internacionais sobre teatro ibero-americano, entre eles, o FIT de Cádiz, o FITEI do Porto e a Mostra de Teatro Latino-americano de São Paulo.
Mario A. Rojas, é Professor Emérito na The Catholic University of America, Washington, D.C. onde exerceu o cargo de director do programa Latin American and Latino Studies. Como reconhecimento do seu trabalho como investigador teatral foi distinguido com diversos prémios. Catedrático em teoria teatral e teatro latino-americano, entre outras, tem dedicado interesse particular ao estudo da encenação, com destaque para aquelas que, para além do seu valor estético, contenham leituras críticas do seu contexto histórico, social e político nacional e regional. Com este fim estuda, sobretudo, espetáculos apresentados em festivais internacionais sobre teatro ibero-americano, entre eles, o FIT de Cádiz, o FITEI do Porto e a Mostra de Teatro Latino-americano de São Paulo.
sábado, 5 de outubro de 2013
LA MALDITA VANIDAD em digressão na Europa
A companhia colombiana LA MALDITA VANIDAD TEATRO começa hoje uma digressão por diversas cidades da Europa que terminará a 27 de Outubro:
Bósnia Herzegovina
Teatro Nacional de Sarajevo
Outubro 5 Festival MESS
Trilogia "Sobre Algunos Asuntos de Familia"
Barcelona
Outubro 8 a 12
Teatro La Villarroel
"El Autor Intelectual"
França
Bayonne-Anglet-Biarrtiz-Boucau
Outubro17 Festival Les Translatines
Trilogía "Sobre Algunos Asuntos de Familia"
Espanha
Cádis
Outubro 19 Festival IBEROAMERICANO DE TEATRO de Cádiz
"Como quieres que te quiera"
Madrid
Outubro 26 e 27 1º Festival Iberoamericano de Teatro de Madrid
Sala Valle-Inclán del Círculo de Bellas Artes C/Alcalá 42. Madrid
"Los Autores Materiales"
Bósnia Herzegovina
Teatro Nacional de Sarajevo
Outubro 5 Festival MESS
Trilogia "Sobre Algunos Asuntos de Familia"
Barcelona
Outubro 8 a 12
Teatro La Villarroel
"El Autor Intelectual"
França
Bayonne-Anglet-Biarrtiz-Boucau
Outubro17 Festival Les Translatines
Trilogía "Sobre Algunos Asuntos de Familia"
Espanha
Cádis
Outubro 19 Festival IBEROAMERICANO DE TEATRO de Cádiz
"Como quieres que te quiera"
Madrid
Outubro 26 e 27 1º Festival Iberoamericano de Teatro de Madrid
Sala Valle-Inclán del Círculo de Bellas Artes C/Alcalá 42. Madrid
"Los Autores Materiales"
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Joana Sá no Teatro Maria Matos
Joana Sá está hoje no Teatro Maria Matos, em Lisboa, apresentando 'Elogio da Desordem', pela 22h00.
Nesta sua nova peça, a pianista Joana Sá convoca o trabalho escrito de Gonçalo M. Tavares e o vídeo de Daniel Costa Neves e Pedro Diniz Reis para criar um monólogo para piano semi-preparado. Cruzando a fronteira do teatro instrumental, 'Elogio da Desordem' constrói-se em palco como uma coreografia de ações visuais e sonoras ― é música para ver, ouvir e pensar. 'Elogio da Desordem' foi editado esta semana em álbum.
Nesta sua nova peça, a pianista Joana Sá convoca o trabalho escrito de Gonçalo M. Tavares e o vídeo de Daniel Costa Neves e Pedro Diniz Reis para criar um monólogo para piano semi-preparado. Cruzando a fronteira do teatro instrumental, 'Elogio da Desordem' constrói-se em palco como uma coreografia de ações visuais e sonoras ― é música para ver, ouvir e pensar. 'Elogio da Desordem' foi editado esta semana em álbum.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Apresentada a programação do FIMP 2013
Conferência de imprensa FIMP 2013. ©Susana_Neves
O FIMP Festival Internacional de Marionetas do Porto está de volta. Durante cerca de uma semana o festival tem para oferecer espectáculos, formações, filmes e exposições. Da revisitação das formas tradicionais portuguesas às experiências criativas, que se situam claramente para além das fronteiras mais evidentes da marioneta, passando pelas propostas dirigidas aos mais novos e pela formação, há – apesar de todas as dificuldades que o festival atravessa – muito para ver e ouvir, para fazer e viver no FIMP 2013. Nesta edição, o festival inicia um caminho que procura enquadramentos alternativos para as expressões da marioneta que emanam da cultura dos povos e (re)começa pelo nosso próprio povo: Bonecos de Santo Aleixo e Dom Roberto, de novo e sempre. Ambas as formas serão apresentadas em contextos urbanos bastante distantes dos circuitos culturais mais previsíveis e dos roteiros turísticos que marcam a cidade.
No site oficial do FIMP encontram-se todas as informações e o programa detalhado.
De destacar uma parceria com o FITEI: o wokshop 'DESCONSTRUÇÃO DE OBJECTOS'. Desconstruir, na linguagem dos Antigua i Barbuda, consiste num processo de investigação e busca a partir de materiais e objectos provocadores de imagens e memórias involuntárias para lhes atribuir um significado e um uso diferente do que originou o seu projecto, desenho e fabrico. Esta oficina, resultante de uma parceria entre o FIMP e o FITEI, é dirigida a profissionais da criação plástica, cenógrafos, escultores, artesãos e a todas as pessoas que desejem concretizar a experiência de uma imersão no método de trabalho da companhia Antigua i Barbuda.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Territorio Danza, em Madrid, até 13 de Outubro
Decorre em Madrid, na Sala Cuarta Pared, a 10ª edição de Territorio Danza, até 13 de Outubro.
Territorio Danza mostra o trabalho desenvolvido por Carmen Werner, bailarina e coreógrafa que mudou a dança contemporânea em Madrid e é directora da companhia residente na Cuarta Pared, Provisional Danza.
Aberto a propostas de artistas contemporâneos das mais variadas proveniências e estilos Territorio Danza marca o cartaz da capital espanhola nesta altura do ano.
Mais informações disponíveis no site da Cuarta Pared.
Territorio Danza mostra o trabalho desenvolvido por Carmen Werner, bailarina e coreógrafa que mudou a dança contemporânea em Madrid e é directora da companhia residente na Cuarta Pared, Provisional Danza.
Aberto a propostas de artistas contemporâneos das mais variadas proveniências e estilos Territorio Danza marca o cartaz da capital espanhola nesta altura do ano.
Mais informações disponíveis no site da Cuarta Pared.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Laboratório de Performance: Processo e criação
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Té con Kant, de Inversa Teatro, continua em digressão
Depois da sua passagem pelo Festival de Teatro Cómico da Maia, Té con Kant, escrita e dirigida por María
Caparrini e Marta Pérez, com interpretação de María Roja e Marta Pérez, chega a Pontevedra e Coruña. Os espectáculos serão em 4 de Outubro no
Liceo Mutante de Pontevedra, ás 20:30 horas e no Sábado 5 de
Outubro em Extramuros - A Coruña, ás 21 horas.
Té con Kant é um projecto experimental que conjuga o ensaio filosófico e a criação cénica jogando com humor e a ironia para obter uma peça de teatro íntimo próxima ao formato de teatro-didáctico-conferência.
Té con Kant é um projecto experimental que conjuga o ensaio filosófico e a criação cénica jogando com humor e a ironia para obter uma peça de teatro íntimo próxima ao formato de teatro-didáctico-conferência.
domingo, 29 de setembro de 2013
Prestigiado prémio para a companhia Ponten Pie
O júri, constituído pelos 788 profissionais acreditados na FiraTàrrega, atribuiu o Prémio Moritz Fira Tàrrega à companhia catalã ’Ponten Pie’ pela melhor estreia de Artes de Rua e Não Convencionais com o espectáculo “Ârtica”.
Ideia original e direcção de Sergi Ots, “Ârtica” conta com interpretação de Natàlia Méndez, Emilie De Lemos e Sergi Ots, o mesmo trio de criadores que realizou a primeira produção da companhia, "Copacabana", espectáculo que viria a ser um sucesso, proporcionando uma ampla digressão um pouco por todo o mundo, nomeadamente no Porto, onde estiveram com grande êxito no FITEI 2011.
Ideia original e direcção de Sergi Ots, “Ârtica” conta com interpretação de Natàlia Méndez, Emilie De Lemos e Sergi Ots, o mesmo trio de criadores que realizou a primeira produção da companhia, "Copacabana", espectáculo que viria a ser um sucesso, proporcionando uma ampla digressão um pouco por todo o mundo, nomeadamente no Porto, onde estiveram com grande êxito no FITEI 2011.
sábado, 28 de setembro de 2013
A companhia Matarille, dirigida por Ana Vallés, regressa
'Partimos do significado do propio título: seguimos vivos, mantémonos vivos'
O regresso da companhia Matarille Teatro, da Galiza, é anunciado com a estreia de STAYING ALIVE, em Santiago de Compostela, nos dias 27, 28, e 29 de Setembro e
4, 5 e 6 de Outubro no Auditório da Universidade (Avenida de Vigo, Campus
Vida - antigo Campus Sur da USC, ao lado do Observatório). Ana Vallés esteve diversas vezes no FITEI com criações suas: História Natural, em 2005 e Animales Artifiales, em 2009 com produções de Matarille Teatro. Também em 2011 esteve na direcção de Núria Sotelo em Métanse nos Seus Asuntos e em 2010 leu no TNSJ a mensagem que dirigiu ao FITEI.
STAYING ALIVE tem Mónica García, Rut Balbís e Nuria Sotelo, como bailarinas/actrizes que compartilham o palco com Ana Vallés.
Depois dos espectáculos de Santiago de Compostela, STAYING ALIVE será apresentado no MITO - VI Festival Internacional de Teatro de Ourense.
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