Os jurados do Prémio Luso-brasileiro António José da Silva (Instituto Camões | Funarte) concederam a menção honrosa ao texto Quando a noite cai da autoria de Luís Mestre (director artístico do Teatro Nova Europa desde 2004).
Após a sua estreia como dramaturgo em 2008, Luís Mestre conta já com oito publicações em português e castelhano, dois prémios e duas menções honrosas nacionais e uma distinção pelo ETC - European Theatre Convention / European Theatre Today, tornando-se assim num dos dramaturgos lusos mais premiados da actualidade.
O Teatro Nova Europa irá estrear, no início de Janeiro, a peça A Manhã, A Tarde e A Noite (2010) deste autor, com encenação de António Durães no Cine-Teatro Constantino Nery em Matosinhos.
domingo, 17 de novembro de 2013
sábado, 16 de novembro de 2013
V Congresso Iberoamericano da Cultura, Saragoça 2013
©Daniel Marcos
O V Congresso Iberoamericano da Cultura, Saragoça 2013 vai decorrer entre 20 e 22 de Novembro. Este Congresso pretende abordar alguns dos grandes desafios que a revolução 2.0 apresenta ao mundo da cultura mais tradicional, assim como destacar as inúmeras possibilidades que este novo contexto também oferece ao sector. A cultura em rede e a facilitação das relações entre instituições, iniciativas e países afastados geograficamente, facultadas por estas novas tecnologias, serão igualmente aspectos chave.
Nesta V edição pretende-se ultrapassar, como nunca antes se tinha feito, os limites institucionais destes congressos e convidar a sociedade civil a participar e debater no âmbito do Congresso.
Num mundo de crescente digitalização global, este congresso procura
identificar de que forma a transição da cultura para o ambiente digital
proporcionará inovação, criatividade e crescimento às economias e às
sociedades ibero-americanas, possibilitando também oportunidades para a
configuração de um grande espaço cultural comum. Saragoça aspira converter-se num ponto
de encontro e de reflexão entre instituições, empreendedores digitais e
entidades do sector cultural (editoras, museus, produtoras, fundações,
bibliotecas, teatros, discográficas, etc.). O objectivo é analisar o
impacto da irrupção da Internet no mundo cultural, destacando as
oportunidades derivadas de uma cultura em rede.
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Ficheiros Secretos
Uma secção de análise de informação. Três analistas. Um grupo de
sujeitos para testar e um nunca acabar de factos, dados e sinais para
monitorizar, anotar, editar ou eliminar. Na mesa, um caso em aberto:
uma estranha história que resiste à interpretação racional, onde um
sujeito (ou serão vários?) parece constantemente passar de culpado a
inocente, de herói a traidor.
"Ficheiros Secretos", a mais recente criação original da companhia teatral portuense Visões Úteis, com texto e direcção de Ana Vitorino e Carlos Costa, fala de espionagem moderna - aquela em que a acção humana no terreno foi sendo substituída pela vigilância de sinais electrónicos - e do modo como a nossa ânsia em recolher e analisar dados nem por isso nos parece aproximar de um mundo mais claro e controlável.
"Ficheiros Secretos" é uma co-produção com o Teatro Nacional São João. Estreou no passado dia 14 de Novembro no Teatro Carlos Alberto, onde pode ser vista até dia 24.
"Ficheiros Secretos", a mais recente criação original da companhia teatral portuense Visões Úteis, com texto e direcção de Ana Vitorino e Carlos Costa, fala de espionagem moderna - aquela em que a acção humana no terreno foi sendo substituída pela vigilância de sinais electrónicos - e do modo como a nossa ânsia em recolher e analisar dados nem por isso nos parece aproximar de um mundo mais claro e controlável.
"Ficheiros Secretos" é uma co-produção com o Teatro Nacional São João. Estreou no passado dia 14 de Novembro no Teatro Carlos Alberto, onde pode ser vista até dia 24.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Festival Don Quijote, este mês em Paris | Um festival do Projecto ESMARK
O Festival Don Quijote, de Paris, que com o FITEI e a Feria de Tearto de Castilla y León constituem o Projecto ESMARK, arranca no próximo dia 17, na capital francesa. A 22ª edição do certame inclui, como sempre, teatro, música e dança.
O programa do festival pode ser consultado no site da Zorongo, entidade que organiza este festival, dirigido artisticamente por Luis F. Jimenez.
O programa do festival pode ser consultado no site da Zorongo, entidade que organiza este festival, dirigido artisticamente por Luis F. Jimenez.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
MEXE II – Encontro de Arte e Comunidade
O festival de teatro comunitário MEXE II – Encontro de Arte e Comunidade, promovido pela PELE – Espaço de Contacto Social e Cultural arranca com a sua 2ª edição no dia 18 de Novembro e chega maior, com mais espectáculos e ainda mais artistas às ruas, metros e estações da cidade do Porto. Apesar do momento que vivemos, no Porto o teatro ainda MEXE. E são mais de 600 os participantes que tomarão parte de quase meia centena de acções dedicadas à Arte comunitária, que vão encher as ruas e outros espaços da cidade, ao longo de uma semana. O programa de actividades, onde
cabem espectáculos de teatro, música, dança comunitária, é gratuito. O objectivo, como em 2011, é pôr o Porto a MEXER.
O MEXE vai fazer do Porto o epicentro do debate e da partilha de conhecimento e experiências sobre o Teatro do Oprimido e o Teatro Comunitário de todo o mundo. Se na sua 1ª edição, em 2011, o festival contou com cerca de 6000 espectadores e cerca de 300 participantes de diferentes palcos do Porto, o MEXE II chega agora como uma verdadeira montra da Arte comunitária que se faz em todo o país e também lá fora. O festival cresceu e junta, de 18 a 24 de Novembro, no Porto um conjunto de espectáculos e figuras de renome de 12 diferentes cidades portuguesas, trazendo também a Portugal projectos artísticos de 8 países.
Destacam-se as presenças de personalidades como Madalena Victorino e João Brites mas também Eugene Erven, da Utrecht University, na Holanda, ou Sanjoy Ganguly, líder do teatro do Oprimido na Índia, que esteve no início de Novembro no Porto, pela primeira vez, para uma oficina que decorreu no âmbito do festival. O festival marca a agenda cultural do Porto com uma semana integralmente dedicada ao trabalho artístico em comunidade e à partilha de experiências e conhecimento nesta área. Um dos objectivos do programa, destaca Hugo Cruz, “ é perceber porque é que 600 pessoas de todo o país se querem MEXER no Porto durante uma semana” e “porque razão estas pessoas se organizam voluntariamente nos seus quotidianos para criarem e apresentarem espetáculos? Que energia participativa é esta?” e pensar quais os paradigmas inerentes . “Os espectáculos”, acrescenta, são um pretexto “para construir em grupo e pensar o individuo no contexto do seu bairro, da sua escola, da sua sociedade.” Outro dos objectivos é terminar o festival com um manifesto colectivo de 22 ideias para pôr a mexer a comunidade, que será entregue à Assembleia da República.
O MEXE vai fazer do Porto o epicentro do debate e da partilha de conhecimento e experiências sobre o Teatro do Oprimido e o Teatro Comunitário de todo o mundo. Se na sua 1ª edição, em 2011, o festival contou com cerca de 6000 espectadores e cerca de 300 participantes de diferentes palcos do Porto, o MEXE II chega agora como uma verdadeira montra da Arte comunitária que se faz em todo o país e também lá fora. O festival cresceu e junta, de 18 a 24 de Novembro, no Porto um conjunto de espectáculos e figuras de renome de 12 diferentes cidades portuguesas, trazendo também a Portugal projectos artísticos de 8 países.
Destacam-se as presenças de personalidades como Madalena Victorino e João Brites mas também Eugene Erven, da Utrecht University, na Holanda, ou Sanjoy Ganguly, líder do teatro do Oprimido na Índia, que esteve no início de Novembro no Porto, pela primeira vez, para uma oficina que decorreu no âmbito do festival. O festival marca a agenda cultural do Porto com uma semana integralmente dedicada ao trabalho artístico em comunidade e à partilha de experiências e conhecimento nesta área. Um dos objectivos do programa, destaca Hugo Cruz, “ é perceber porque é que 600 pessoas de todo o país se querem MEXER no Porto durante uma semana” e “porque razão estas pessoas se organizam voluntariamente nos seus quotidianos para criarem e apresentarem espetáculos? Que energia participativa é esta?” e pensar quais os paradigmas inerentes . “Os espectáculos”, acrescenta, são um pretexto “para construir em grupo e pensar o individuo no contexto do seu bairro, da sua escola, da sua sociedade.” Outro dos objectivos é terminar o festival com um manifesto colectivo de 22 ideias para pôr a mexer a comunidade, que será entregue à Assembleia da República.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Fesrtival de Teatro na cidade de Mar del Plata
A organização do 10º FESTIVAL IBEROAMERICANO DE TEATRO abriu as candidaturas para espectáculos teatrais para o seu festival que se realizará em Outubro de 2014 na cidade de Mar del Plata.
O festival tem carácter competitivo, de encontro e de intercâmbio artístico. O objectivo deste festival é gerar uma plataforma de comunicação e intercâmbio a nível nacional e internacional.
A obras participantes, não poderão ser apresentadas noutros eventos ou salas de teatro de Mar del Plata. Esta e outras regras poderão ser vistas no regulamento do festival, disponível no site do CELCIT.
O festival tem carácter competitivo, de encontro e de intercâmbio artístico. O objectivo deste festival é gerar uma plataforma de comunicação e intercâmbio a nível nacional e internacional.
A obras participantes, não poderão ser apresentadas noutros eventos ou salas de teatro de Mar del Plata. Esta e outras regras poderão ser vistas no regulamento do festival, disponível no site do CELCIT.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
FATMA de M'Hamed Benguettaf
Fatma, a única personagem da peça, é mulher de limpeza num ministério e na Câmara de Argel. Um dia por mês o terraço do prédio onde mora pertence-lhe para estender a roupa. É um dia feliz de total liberdade. Fatma é uma mulher como as outras, que cruzamos na rua sem nada saber do seu destino, dos seus sofrimentos, das suas alegrias. Fatma incarna todas as mulheres do mundo, sufocadas, exploradas, amordaçadas com ou sem véu. Escrita em 1990 pelo dramaturgo Argelino M'Hamed Benguettaf, FATMA é um monólogo vigoroso sobre a fragilidade da Humanidade.
FATMA de M'Hamed Benguettaf, produção do Teatro dos Aloés, em cena nos Recreios da Amadora de 21 de Novembro a 01 Dezembro de 2013, encenação de Elsa Valentim e interpretação de Sofia de Portugal.
FATMA de M'Hamed Benguettaf, produção do Teatro dos Aloés, em cena nos Recreios da Amadora de 21 de Novembro a 01 Dezembro de 2013, encenação de Elsa Valentim e interpretação de Sofia de Portugal.
domingo, 10 de novembro de 2013
Babel no Porto
BABEL estará em cena no Porto de 15 e 16 de Novembro de 2013. Texto de Letizia Russo, com encenação de Sónia Barbosa, BABEL é uma criação Propositário Azul. Trata-se de um acolhimento do Teatro Bruto no seu espaço na Fábrica Social. A interpretação é de Nuno Nunes e Sónia Barbosa.
Uma bailarina amputada e um homem que a compra. A relação de dependência que os liga reflecte o desajuste a uma realidade que esmaga o ser humano: ele precisa do amor dela, ela da protecção dele. Para sobreviver ela é obrigada a dançar num clube nocturno situado no quadrante reservado aos “inferiores” (aleijados, gordos, loucos…) Ele, para conquistar o amor dela, “vende tudo o que tem, tudo o que é” e vence uma eleição para criar uma lei que permita que ela viva com ele. No horizonte, o plano já tentado, mas falhado, de tomarem a NAVE, hipótese derradeira de libertação do mundo em que vivem.
Uma bailarina amputada e um homem que a compra. A relação de dependência que os liga reflecte o desajuste a uma realidade que esmaga o ser humano: ele precisa do amor dela, ela da protecção dele. Para sobreviver ela é obrigada a dançar num clube nocturno situado no quadrante reservado aos “inferiores” (aleijados, gordos, loucos…) Ele, para conquistar o amor dela, “vende tudo o que tem, tudo o que é” e vence uma eleição para criar uma lei que permita que ela viva com ele. No horizonte, o plano já tentado, mas falhado, de tomarem a NAVE, hipótese derradeira de libertação do mundo em que vivem.
sábado, 9 de novembro de 2013
MoMo volta a Cabo Verde
MoMo volta a Cabo Verde. Estará na PCA - Plataforma Cultura Arte, integrado na Rede Nacional de Salas. O espectáculo já tinha sido apresentado em Cabo Verde, no âmbito do último Mindelact.
MoMo é um híbrido de ficção, micro biografia e macro biografia. Há no ser humano sempre uma busca incessante por registo, por deixar marcas, histórias, etc. Flávia Gusmão e Michel Blois conheceram-se em 2009, em Lisboa. Desse encontro surgiu a peça, com Nuno Gil (Pt) e Thiare Maia (Br), “Dulce” (co-produção Tempo Festival) que fez temporada no Brasil e em Portugal. Agora, Michel e Flávia juntam-se para olhar o seu passado e reconstruir a sua biografia ou “falsa” biografia. Ela, portuguesa de origem cabo-verdiana. Ele, brasileiro de origem portuguesa.
O tema da peça gira em torno de um casal que faz um pacto de registar as suas memórias para serem mostradas quando um dos dois morrer.
Criação e Interpretação: Flávia Gusmão e Michel Blois
Músicos Ao Vivo: músicos locais de cada ilha
Textos: Flávia Gusmão, Michel Blois, Pedro Fortes Figueira e Tchalé Figueira
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Vinícius Piedade com 'Cárcere ' pela primeira vez em Portugal
©Joffre Oliveira
Uma comédia inconformada é como os autores definem o espectáculo Cárcere que será apresentado pela primeira vez em Portugal.
O espectáculo que já percorreu todas as regiões do Brasil, tendo sido apresentado também na Alemanha, na Suíça e nos Estados Unidos, chega agora a Portugal.
Um solo do actor e encenador brasileiro Vinícius Piedade com texto em parceria com Saulo Ribeiro.
Um mergulho na vida de um pianista que estando no CÁRCERE (PRIVADO DA LIBERDADE E DO SEU PIANO) se vê refém numa rebelião prisional. Ele vive num ritmo de contagem regressiva e as suas expectativas, impressões, lembranças, reflexões e sensações são expressadas por ele num diário que inicia numa segunda-feira e termina quando rebenta a rebelião, num domingo.
No AUDITÓRIO IPJ, Parque das Nações, Lisboa, dia 8 de Novembro, às 22h00.
Uma comédia inconformada é como os autores definem o espectáculo Cárcere que será apresentado pela primeira vez em Portugal.
O espectáculo que já percorreu todas as regiões do Brasil, tendo sido apresentado também na Alemanha, na Suíça e nos Estados Unidos, chega agora a Portugal.
Um solo do actor e encenador brasileiro Vinícius Piedade com texto em parceria com Saulo Ribeiro.
Um mergulho na vida de um pianista que estando no CÁRCERE (PRIVADO DA LIBERDADE E DO SEU PIANO) se vê refém numa rebelião prisional. Ele vive num ritmo de contagem regressiva e as suas expectativas, impressões, lembranças, reflexões e sensações são expressadas por ele num diário que inicia numa segunda-feira e termina quando rebenta a rebelião, num domingo.
No AUDITÓRIO IPJ, Parque das Nações, Lisboa, dia 8 de Novembro, às 22h00.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Adivinhe quem vem para rezar em Santiago de Compostela
O Salón Teatro, em Santiago de Compostela, apresenta amanhã, dia 7 de Novembro, o espectáculo ‘Adivinhe quem vem para rezar’ pela companhia portuguesa Seiva Trupe. Este é o segundo espectáculo integrado no acolhimento do Centro Dramático Galego como parte integrante do circuito Troco x Troco de intercâmbio teatral entre Portugal e Galiza.
Aproveitando a presença dos criadores portugueses, Júlio Cardoso e António Reis, farão pela tarde um encontro com estudantes de Português da Escola Oficial de Idiomas de Santiago.
Autor: Dib Carneiro Neto
Encenação: Júlio Cardoso
Aproveitando a presença dos criadores portugueses, Júlio Cardoso e António Reis, farão pela tarde um encontro com estudantes de Português da Escola Oficial de Idiomas de Santiago.
Autor: Dib Carneiro Neto
Encenação: Júlio Cardoso
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Morreu Luna Andermatt
Faleceu hoje, aos 87 anos, a antiga bailarina e coreógrafa Luna Andermatt, grande impulsionadora da dança em Portugal.
Nascida em 1926, Maria Antónia Luna Andermatt estudou no Instituto de Odivelas e no Conservatório Nacional e, aos 24 anos, foi estudar para Londres, com o estatuto de bolseira. Em 1961, fundou a Companhia Portuguesa de Bailado, juntamente com o marido Francisco de Assis Brás de Oliveira. Em 1977, a convite do então secretário de Estado da Cultura, David Mourão-Ferreira, criou e dirigiu a Companhia Nacional de Bailado, em conjunto com Vera Varela Cid e Pedro Risques Pereira.
Pelas suas mãos passaram muitos dos bailarinos e coreógrafos que, depois dançariam na CNB e no Ballet Gulbenkian. Aos 86 anos, Luna Andermatt continuava a imaginar. Em Maio, colaborou com a encenadora Mónica Calle numa revisitação de A Sagração da Primavera. Foi o seu último projecto.
Nascida em 1926, Maria Antónia Luna Andermatt estudou no Instituto de Odivelas e no Conservatório Nacional e, aos 24 anos, foi estudar para Londres, com o estatuto de bolseira. Em 1961, fundou a Companhia Portuguesa de Bailado, juntamente com o marido Francisco de Assis Brás de Oliveira. Em 1977, a convite do então secretário de Estado da Cultura, David Mourão-Ferreira, criou e dirigiu a Companhia Nacional de Bailado, em conjunto com Vera Varela Cid e Pedro Risques Pereira.
Pelas suas mãos passaram muitos dos bailarinos e coreógrafos que, depois dançariam na CNB e no Ballet Gulbenkian. Aos 86 anos, Luna Andermatt continuava a imaginar. Em Maio, colaborou com a encenadora Mónica Calle numa revisitação de A Sagração da Primavera. Foi o seu último projecto.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
“O Beijo”, com Isabel Queirós e Rui Spranger
A APURO TEATRO apresenta o seu mais recente projecto teatral intitulado “O Beijo”, com texto de Ricardo Silveira, encenação de Rui Spranger e interpretação de Isabel Queirós e Rui Spranger.
"A partir da observação do quadro "O Beijo" de Gustav Klimt, obra emblemática do Jugendstil de Viena, e das diferentes interpretações que um casal faz das suas figuras entrelaçadas, inicia-se um processo de revelação dos próprios fundamentos da relação entre os dois, que é posta em causa através do questionamento dos motivos que levam duas pessoas a aproximarem-se." Ricardo Silveira
O espectáculo estreou no dia 1 de Novembro, no Pinguim Café, no Porto. Estará em cena de Quarta-feira a Domingo, sempre às 22h00, até dia 24 de Novembro. Paralelamente, a peça “O Beijo” foi lançada sob a forma de livro no dia da estreia do espectáculo, dando assim continuidade ao projecto editorial da APURO.
"A partir da observação do quadro "O Beijo" de Gustav Klimt, obra emblemática do Jugendstil de Viena, e das diferentes interpretações que um casal faz das suas figuras entrelaçadas, inicia-se um processo de revelação dos próprios fundamentos da relação entre os dois, que é posta em causa através do questionamento dos motivos que levam duas pessoas a aproximarem-se." Ricardo Silveira
O espectáculo estreou no dia 1 de Novembro, no Pinguim Café, no Porto. Estará em cena de Quarta-feira a Domingo, sempre às 22h00, até dia 24 de Novembro. Paralelamente, a peça “O Beijo” foi lançada sob a forma de livro no dia da estreia do espectáculo, dando assim continuidade ao projecto editorial da APURO.
domingo, 3 de novembro de 2013
Nova produção do TMP entre 23 de Novembro a 15 de Dezembro no Teatro de Belomonte
Estreia no dia 23 de Novembro no Teatro de Belomonte a nova produção do Teatro de Marionetas o Porto PELOS CABELOS.
A partir da colecção de ilustrações Pelos Cabelos, de João Vaz de Carvalho, o Teatro de Marionetas do Porto cria um espectáculo habitado por personagens insólitas, de olhares ausentes e alucinados, onde o humor e o absurdo se fundem para mais uma experiência com muitas marionetas. Em PELOS CaBELOS, encenação e cenografia de Isabel Barros, actores e marionetas habitam um lugar algures, um Lá, lugar distante quase extraterreno, onde há histórias de cabelos que nunca são cortados, que não param de crescer, que criam laços e muitas muitas muitas ligações.
A partir da colecção de ilustrações Pelos Cabelos, de João Vaz de Carvalho, o Teatro de Marionetas do Porto cria um espectáculo habitado por personagens insólitas, de olhares ausentes e alucinados, onde o humor e o absurdo se fundem para mais uma experiência com muitas marionetas. Em PELOS CaBELOS, encenação e cenografia de Isabel Barros, actores e marionetas habitam um lugar algures, um Lá, lugar distante quase extraterreno, onde há histórias de cabelos que nunca são cortados, que não param de crescer, que criam laços e muitas muitas muitas ligações.
sábado, 2 de novembro de 2013
'As do peixe', encenação de Cristina Dominguez Dapena
A apresentação da peça "As do peixe", dirigida por Cristina Dominguez Dapena, faz parte da programação da Galicia Escena Pro (uma espécie de feira da artes cénicas) que decorrerá na próxima semana em Santiago de Compostela. "As do peixe" estará no palco do Teatro Principal, no dia 6 de Novembro. No dia 8 será apresentado em Vigo, no Museo do Mar.
Quatro mulheres, ex-trabalhadoras de uma antiga fábrica de conservas encerrada, reconstroem a sua vida profissional, relembram passagens da sua vida pessoal e familiar, comentam aspectos da vida actual e expressam as suas esperanças e dúvidas em relação ao futuro.
Rocio Gonzalez, Susana Dans, Casilda Alfaro e Mónica Camaño interpretam este texto de drama e humor escrito por Candido Pazó.
Quatro mulheres, ex-trabalhadoras de uma antiga fábrica de conservas encerrada, reconstroem a sua vida profissional, relembram passagens da sua vida pessoal e familiar, comentam aspectos da vida actual e expressam as suas esperanças e dúvidas em relação ao futuro.
Rocio Gonzalez, Susana Dans, Casilda Alfaro e Mónica Camaño interpretam este texto de drama e humor escrito por Candido Pazó.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Victor Hugo Pontes regressa à dança com “Zoo”
Victor Hugo Pontes regressa ao palco do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, no início do mês de Novembro, para apresentar a sua mais recente criação na área da dança contemporânea. Depois de “A Ballet Story” e “Ocidente” (uma incursão no universo do teatro, que estreou no passado dia 12 de Outubro na Black Box da Fábrica Asa), Victor Hugo Pontes revela inequivocamente que é um criador para quem as artes plásticas, o cinema, o teatro e a dança se assumem enquanto territórios de transferência. Em “Zoo”, Victor Hugo Pontes parte do texto “Why Look at Animals?”, de John Berger, para reflectir sobre a relação ancestral entre humanos e animais que, segundo Berger, é um “companheirismo inominável”, ainda que as criaturas enjauladas em zoológicos tenham acabado por se tornar “monumentos vivos ao seu próprio desaparecimento cultural”. Da natureza para as sociedades humanas e para o teatro: é este o fio condutor de “Zoo”, estreado em Junho deste ano no Teatro Nacional S. João.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Queda terminantemente prohibido sufrir nas paredes
Num espaço comum, três
mulheres e três discursos. Corpo e texto para uma reflexão sobre o bem e o mal, sobre a inocência e os verdadeiros culpados, sobre
destinos escritos nos registos da beneficência, sobre a
enteléquia da igualdade social. Sobre mulheres no último escalão da sobrevivência.
"Queda terminantemente prohibido sufrir nas paredes" não é uma proposta teatral no sentido estrito, uma vez que não pretende recriar uma ficção nem a interpretação actoral se orienta para a exposição de uma trama ou para a descrição de uns personagens. Neste sentido, a proposta pode aproximar-se mais da "performance", pelo que contém de imediato e adaptável.
Criação de Rula Blanco, Rocío García e Clara Gayo, dias 1, 2 e 3 de Novembro, no Teatro Ensalle, Vigo.
"Queda terminantemente prohibido sufrir nas paredes" não é uma proposta teatral no sentido estrito, uma vez que não pretende recriar uma ficção nem a interpretação actoral se orienta para a exposição de uma trama ou para a descrição de uns personagens. Neste sentido, a proposta pode aproximar-se mais da "performance", pelo que contém de imediato e adaptável.
Criação de Rula Blanco, Rocío García e Clara Gayo, dias 1, 2 e 3 de Novembro, no Teatro Ensalle, Vigo.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Adiada a Mostra de Teatro Galego
Em consequência da acção da Câmara Municipal do Porto, que impediu o acesso da Companhia Seiva Trupe ao Teatro do Campo Alegre a partir do passado dia 17 de Outubro, a Cena Lusófona foi forçada a adiar os quatro espectáculos previstos para esta semana, no âmbito da Mostra de Teatro Galego.
A Mostra teve início na passada semana e deveria acontecer em quatro
cidades portuguesas. Depois de Braga e Évora, as cinco companhias da
Galiza envolvidas na programação – Sarabela Teatro, Teatro do Noroeste,
Centro Dramático Galego, Teatro do Atlántico e Teatro do Morcego –
rumariam agora a Coimbra e ao Porto, apresentando quatro das suas mais
recentes produções no Teatro da Cerca de São Bernardo e no Teatro do
Campo Alegre, respectivamente.
Num comunicado divulgado hoje, a Cena Lusófona, consciente dos prejuízos artísticos e financeiros decorrentes desta lamentável situação, expressa a sua indignação pela irresponsabilidade demonstrada pelo anterior executivo autárquico do Porto, cuja atitude tem consequências que em muito ultrapassam o diferendo com a Seiva Trupe e, em última instância, prejudicam o público da cidade. Da mesma forma, a Cena Lusófona expressa a sua solidariedade para com a Seiva Trupe, uma das mais importantes companhias de teatro portuguesas e cuja existência justificou a construção do Teatro do Campo Alegre, do qual agora a quiseram expulsar. Independentemente dos contornos jurídicos e burocráticos da situação, nada justifica que uma estrutura de criação com a história da Seiva Trupe seja tratada desta forma pelos poderes públicos. O comportamento da Câmara Municipal do Porto, que se espera que possa agora sofrer uma inflexão, envergonha a cidade e o país e pode, como se comprova pelo caso da Mostra de Teatro Galego, comprometer parcerias nacionais e internacionais que beneficiariam a cidade do Porto e os seus públicos de teatro.
A Mostra teve início na passada semana e deveria acontecer em quatro
cidades portuguesas. Depois de Braga e Évora, as cinco companhias da
Galiza envolvidas na programação – Sarabela Teatro, Teatro do Noroeste,
Centro Dramático Galego, Teatro do Atlántico e Teatro do Morcego –
rumariam agora a Coimbra e ao Porto, apresentando quatro das suas mais
recentes produções no Teatro da Cerca de São Bernardo e no Teatro do
Campo Alegre, respectivamente.Num comunicado divulgado hoje, a Cena Lusófona, consciente dos prejuízos artísticos e financeiros decorrentes desta lamentável situação, expressa a sua indignação pela irresponsabilidade demonstrada pelo anterior executivo autárquico do Porto, cuja atitude tem consequências que em muito ultrapassam o diferendo com a Seiva Trupe e, em última instância, prejudicam o público da cidade. Da mesma forma, a Cena Lusófona expressa a sua solidariedade para com a Seiva Trupe, uma das mais importantes companhias de teatro portuguesas e cuja existência justificou a construção do Teatro do Campo Alegre, do qual agora a quiseram expulsar. Independentemente dos contornos jurídicos e burocráticos da situação, nada justifica que uma estrutura de criação com a história da Seiva Trupe seja tratada desta forma pelos poderes públicos. O comportamento da Câmara Municipal do Porto, que se espera que possa agora sofrer uma inflexão, envergonha a cidade e o país e pode, como se comprova pelo caso da Mostra de Teatro Galego, comprometer parcerias nacionais e internacionais que beneficiariam a cidade do Porto e os seus públicos de teatro.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
ESTUDOS, NOTAS E APONTAMENTOS GREGOS DE SIMONE WEIL
Entre 30 e 31 de OUTUBRO e 01 de NOVEMBRO, a Sala RIBEIRA, na Rua da Ribeira Nova, nº 44 (Cais do Sodré, Lisboa), tem em cena ESTUDOS, NOTAS E APONTAMENTOS GREGOS DE SIMONE WEIL, versão cénica, dramaturgia e encenação de Miguel Loureiro, com Crista Alfaiate e Sara Graça.
"Há quase dois mil e quinhentos anos, escreviam-se na Grécia belos poemas. Já só são lidos por pessoas que se especializam nesse estudo, e é pena que assim seja. Porque esses velhos poemas são tão humanos que estão ainda muito próximos de nós e podem interessar toda a gente. Seriam até bem mais comoventes para o comum dos homens, os que sabem o que é que lutar e sofrer, do que para as pessoas que passaram a vida entre as quatro paredes de uma biblioteca."
Simone Weil, "Antígona", A Fonte Grega
"Há quase dois mil e quinhentos anos, escreviam-se na Grécia belos poemas. Já só são lidos por pessoas que se especializam nesse estudo, e é pena que assim seja. Porque esses velhos poemas são tão humanos que estão ainda muito próximos de nós e podem interessar toda a gente. Seriam até bem mais comoventes para o comum dos homens, os que sabem o que é que lutar e sofrer, do que para as pessoas que passaram a vida entre as quatro paredes de uma biblioteca."
Simone Weil, "Antígona", A Fonte Grega
domingo, 27 de outubro de 2013
"Chicas y chicos que quieren pensar, sentir y gozar, porque el sexo ha irrumpido"
A partir de 31 de Outubro e até 2 de Novembro, o Teatro Sanpol de Madrid tem em cena a obra teatral sobre sexo na adolescência, escrita por Garbi Losada e Felipe Loza baseada numa ideia original da encenadora Ana Pimenta.
'Sin vergüenzas' é uma das principais apostas da programação da sala madrilena dirigida ao público juvenil. Doze anos após a sua estreia, esta emblemática montagem da companhia vasca Vaivén Producciones mantém toda a actualidade ao abordar o delicado momento da irrupção sexual na adolescência. Dorleta Urretabizkala assina a encenação.
'Sin vergüenzas' é uma das principais apostas da programação da sala madrilena dirigida ao público juvenil. Doze anos após a sua estreia, esta emblemática montagem da companhia vasca Vaivén Producciones mantém toda a actualidade ao abordar o delicado momento da irrupção sexual na adolescência. Dorleta Urretabizkala assina a encenação.
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