Numa produção Teatro a Quatro em colaboração com os alunos do 3ºano do Curso de Teatro da ESMAE no âmbito do protocolo assinado entre a ESMAE e o Festival Imaginarius, estreia dia 13, com novas apresentações nos dia 14 e 15 de Dezembro, LISÍSTRATA – DESEJOS IMPENETRÁVEIS, no Antigo Matadouro Municipal de Santa Maria da Feira, com direcção e construção do guião de Lee Beagley.
Esta criação tem interpretação de Cecília Ferreira, Filomena Gigante, Joana Magalhães, José Topa, Vítor Gomes, Xana Miranda, Maria de Nazaré Ribeiro, Maria Deolinda Ribeiro, Maria de Lourdes Rodrigues, Ermelinda Leal, Ema Santos, Olga Santos, Laura Gomes, Joana Moreira, Cristina Leal, Ana Raquel Almeida, António Rodrigues, Alcides Pinto, Ricardo Couto, António Leal, Tiago Pereira, João Pereira e César Santos.
Música original de Bernardo Soares, Ricardo Casaleiro e ARua'Da.
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Morreu Julio Castronuovo
Morreu em Madrid o encenador e professor Julio Castronuovo. Grande amigo do FITEI, festival que acompanhava todos os anos, dirigiu em Portugal peças para a Seiva Trupe, Teatro Experimental do Porto, CENDREV, Companhia de Teatro de Almada e Teatro Constantino Nery.
Recentemente tinha publicado o livro Lecciones de Pantomima, uma novidade editorial pela temática e pelo perfil do autor, encenador e mimo, com um trabalho teatral equiparado a Etienne Decroux, Jean-Louis Barrault ou Marcel Marceu.
Nascido na Argentina, mas há muitos anos radicado em Espanha onde foi professor na Real Escuela Superior de Arte Dramático (RESAD), Julio Castronuovo era um dos grandes estudiosos da obra de Samuel Becket, de quem foi amigo, tendo montado diversas peças do dramaturgo e escritor irlandês.
Recentemente tinha publicado o livro Lecciones de Pantomima, uma novidade editorial pela temática e pelo perfil do autor, encenador e mimo, com um trabalho teatral equiparado a Etienne Decroux, Jean-Louis Barrault ou Marcel Marceu.
Nascido na Argentina, mas há muitos anos radicado em Espanha onde foi professor na Real Escuela Superior de Arte Dramático (RESAD), Julio Castronuovo era um dos grandes estudiosos da obra de Samuel Becket, de quem foi amigo, tendo montado diversas peças do dramaturgo e escritor irlandês.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
O edital de participação do Festlip 2014 já está on line
Com o objectivo
de promover no período de
27/08/2014 a 05/09/2014
a
6
ª
edição do
FESTLIP
-
Festival
Internacional
de Teatro
da Língua Portuguesa
-
que será composto por uma mostra teatral e
cultural dos países da comunidade da língua portuguesa Angola, Brasil, Cabo Verde,
Guiné
Bissau,
Moçambique,
Portugal
, São Tomé e Príncipe e Timor Leste - foi aberto o período de candidaturas.
O FESTLIP 2014 propõe-se continuar a promover o intercâmbio entre grupos teatrais da comunidade da língua portuguesa e amigos da língua, valorizar seus processos de criação, as artes cénicas e incentivar as manifestações culturais na cidade do Rio de Janeiro. As inscrições estarão abertas no período de 18/10/2013 a 30/01/2014.
http://www.talu.com.br/festlip
O FESTLIP 2014 propõe-se continuar a promover o intercâmbio entre grupos teatrais da comunidade da língua portuguesa e amigos da língua, valorizar seus processos de criação, as artes cénicas e incentivar as manifestações culturais na cidade do Rio de Janeiro. As inscrições estarão abertas no período de 18/10/2013 a 30/01/2014.
http://www.talu.com.br/festlip
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
FICA NO SINGELO, de Clara Andermatt
Costumes que exprimem a alma. A nossa, a de agora e de um outro tempo. Um tempo-terreno vinculado aos ciclos da natureza, circular e mutante. Nos rituais, nas celebrações, nas vozes, nas histórias, no trabalho... Tudo envolve o corpo, a dança e a música. Do vazio ao Amor.Cadências repetitivas que atenuam o cansaço e estimulam o fôlego. Por necessidade e defesa o corpo chega a estados hipnóticos. Somos apenas nós e nós com o outro, somos todos porque é preciso, porque se quer. Na companhia, na crença, na tarefa, no apaziguar da solidão. Em roda, em linha. Em pares, em bando. Momentos de espera ou humildade ou beleza ou alegria.
Assim, singelo.
- Clara Andermatt
Direcção e Coreografia: Clara Andermatt
Direcção Musical: Luís Pedro Madeira e Clara Andermatt
Composição: Luís Pedro Madeira
13 e 14 DE DEZEMBRO 2013
Teatro Viriato, Viseu
24 e 25 DE JANEIRO 2014
Culturgest, Lisboa
6 DE FEVEREIRO 2014
Centro Cultural Vila Flor, Guimarães
6 E 7 DE JUNHO 2014
Teatro Nacional S. João, Porto
Assim, singelo.
- Clara Andermatt
Direcção e Coreografia: Clara Andermatt
Direcção Musical: Luís Pedro Madeira e Clara Andermatt
Composição: Luís Pedro Madeira
13 e 14 DE DEZEMBRO 2013
Teatro Viriato, Viseu
24 e 25 DE JANEIRO 2014
Culturgest, Lisboa
6 DE FEVEREIRO 2014
Centro Cultural Vila Flor, Guimarães
6 E 7 DE JUNHO 2014
Teatro Nacional S. João, Porto
domingo, 8 de dezembro de 2013
“El otro jardín salvaje” no El Montagargas
“El otro jardín salvaje” conta os últimos momentos da relación entre Silvia e María, a última conversa que haverá entre elas, pois a ruptura irá ser definitiva. Mas, apesar da perdida, “El otro jardín salvaje” fala, sobretudo, do amor: de como o amor nos pode converter em heróis e de como negarmos constantemente esse amor nos pode transformar em monstros.
Com direcção de Blanca Azorín e interpretação de Macarena González e Laura García-Marín, “El otro jardín salvaje” estará em estreia no dia 5 de Janeiro, no Teatro El Montacargas, uma das primeiras salas de teatro alternativo de Madrid, neste momento a celebrar o 20º aniversário da sua abertura .
Com direcção de Blanca Azorín e interpretação de Macarena González e Laura García-Marín, “El otro jardín salvaje” estará em estreia no dia 5 de Janeiro, no Teatro El Montacargas, uma das primeiras salas de teatro alternativo de Madrid, neste momento a celebrar o 20º aniversário da sua abertura .
sábado, 7 de dezembro de 2013
Márcio Meirelles assina POR QUE HÉCUBA
POR QUE HÉCUBA (Universidade LIVRE de Teatro Vila Velha) e TROILUS E CRÉSSIDA (XXVIII curso livre de teatro da UFBA) são espectáculos complementares. Ambos tratam das guerras que vivemos hoje, de escolhas, valores, opções, acontecem na guerra de Tróia e têm personagens em comum. São encenações de Márcio Meirelles e vão estrear em Janeiro no Teatro Vila Velha - Salvador da Bahia. Actores de HÉCUBA participam de TROILUS e vice versa.
POR QUE HÉCUBA, texto escrito por MATÉI VISNIEC para a companhia de teatro japonesa KASE, teve leitura dramática no TEATRO VILA VELHA, em Salvador-Bahia em Outubro de 2013, com a presença do autor, que cedeu os direitos para a Universidade LIVRE de Teatro Vila Velha fazer a montagem. Chica Carelli é a actriz convidada. Interpretou o papel de Hécuba na leitura dramática, agora está no elenco do espectáculo, composto pelos actores da LIVRE. Estreia dia 13 de Janeiro, no Teatro Vila Velha, com temporada até 29 de Janeiro.
POR QUE HÉCUBA, texto escrito por MATÉI VISNIEC para a companhia de teatro japonesa KASE, teve leitura dramática no TEATRO VILA VELHA, em Salvador-Bahia em Outubro de 2013, com a presença do autor, que cedeu os direitos para a Universidade LIVRE de Teatro Vila Velha fazer a montagem. Chica Carelli é a actriz convidada. Interpretou o papel de Hécuba na leitura dramática, agora está no elenco do espectáculo, composto pelos actores da LIVRE. Estreia dia 13 de Janeiro, no Teatro Vila Velha, com temporada até 29 de Janeiro.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
ALICE, uma co-produção TNSJ / Teatro da Garagem
O Teatro Nacional S. João terá em cena ALICE, uma co-produção com o Teatro da Garagem, entre 11 e 15 de Dezembro.
Treze anos volvidos, reincidimos na coprodução e na apresentação em estreia absoluta de um espetáculo do Teatro da Garagem. Em maio de 2000, In(sub)missão empreendeu “uma viagem sem fim, metáfora da demanda incessante que é a vida”. Em dezembro de 2013, ALICE prossegue outras viagens, agora sob a influência de Alice no País das Maravilhas e Alice do Outro Lado do Espelho de Lewis Carroll, clássicos da literatura mundial que rondam a ambiguidade, oferecendo-se desde 1865 a um futuro de múltiplas interpretações. ALICE inscreve-se no Ciclo Caminhadas Especulativas do Teatro da Garagem, para onde confluem espetáculos que reúnem num mesmo elenco atores profissionais e não-profissionais, procurando assim criar um espaço comum de formação e, sobretudo, de partilha de uma ideia de experiência estética alargada a um conjunto de pessoas com vivências e interesses distintos. “A Viagem de Alice, como a Vida, é uma aventura física e metafísica”, antecipa a companhia. Aventura a concretizar no interior da casa do Teatro, esse “fórum de debate e lugar de reconhecimento” que, “através da criação e da literacia, talvez possa ajudar a construir uma sociedade de homens e mulheres, livres, mais fraterna e justa”. - in website TNSJ
Treze anos volvidos, reincidimos na coprodução e na apresentação em estreia absoluta de um espetáculo do Teatro da Garagem. Em maio de 2000, In(sub)missão empreendeu “uma viagem sem fim, metáfora da demanda incessante que é a vida”. Em dezembro de 2013, ALICE prossegue outras viagens, agora sob a influência de Alice no País das Maravilhas e Alice do Outro Lado do Espelho de Lewis Carroll, clássicos da literatura mundial que rondam a ambiguidade, oferecendo-se desde 1865 a um futuro de múltiplas interpretações. ALICE inscreve-se no Ciclo Caminhadas Especulativas do Teatro da Garagem, para onde confluem espetáculos que reúnem num mesmo elenco atores profissionais e não-profissionais, procurando assim criar um espaço comum de formação e, sobretudo, de partilha de uma ideia de experiência estética alargada a um conjunto de pessoas com vivências e interesses distintos. “A Viagem de Alice, como a Vida, é uma aventura física e metafísica”, antecipa a companhia. Aventura a concretizar no interior da casa do Teatro, esse “fórum de debate e lugar de reconhecimento” que, “através da criação e da literacia, talvez possa ajudar a construir uma sociedade de homens e mulheres, livres, mais fraterna e justa”. - in website TNSJ
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
TITZINA TEATRO em Madrid com o seu novo espectáculo DISTANCIA SIETE MINUTOS
TITZINA TEATRO, a companhia fundada por Diego Lorca e Pako Merino, estará em Madrid, no Teatro La Abadia, com o seu novo espectáculo DISTANCIA SIETE MINUTOS, de 8 a 12 e de 15 a 19 de Dezembro.
'Coincidiendo cronológicamente con el envío y aterrizaje del robot espacial Curiosity, Félix, un joven juez, se ve obligado a abandonar su casa, afectada por una plaga de termitas, e instalarse durante unos días en lo que fue su domicilio familiar. El entorno de los juicios donde el juez desarrolla su profesión, así como la convivencia con su padre, sacarán a relucir temas fundamentales como la justicia, la felicidad o el destino.'
TITZINA TEATRO é uma das mais premiadas companhias de Espanha e já apresentou no FITEI todas as suas criações. Vejamos a lista de alguns dos prémios:
Primer premio mejor espectáculo, mejor interpretación masculinay premio del público a mejor espectáculo por “Exitus”XXXII Certamen de Teatro Arcipreste de Hita (Guadalajara, 2010)
Premio especial del jurado por “Exitus”Certamen de Teatro La Garnacha en Haro (La Rioja, 2009)
Premio a la mejor dirección por “Entrañas”Festival de Teatro Ciudad de Palencia (Palencia, 2006)
Premio Zapatilla de Oro Artez espectáculo revelación (2004) por “Folie a Deux”
Premio Mejor Obra por “Folie a Deux”Asociación de espectadores del Teatre del Mar (Palma de Mallorca, 2004)
Segundo premio mejor espectáculo y premio del público por “Folie a Deux”XXV Certamen de Teatro Arcipreste de Hita (Guadalajara 2003)
Premio del público mejor espectáculo por “Folie a Deux”Feria de Teatro de Aragón (Huesca, 2003)
Premio San Miguel mejor obra de sala por “Folie a Deux”XXXIII Feria de Teatro en la Calle de Tàrrega 2003
Premio mejor interpretación masculina por “Folie a Deux”Certamen Nacional de Teatro Garnacha en Haro (La Rioja, 2003)
'Coincidiendo cronológicamente con el envío y aterrizaje del robot espacial Curiosity, Félix, un joven juez, se ve obligado a abandonar su casa, afectada por una plaga de termitas, e instalarse durante unos días en lo que fue su domicilio familiar. El entorno de los juicios donde el juez desarrolla su profesión, así como la convivencia con su padre, sacarán a relucir temas fundamentales como la justicia, la felicidad o el destino.'
TITZINA TEATRO é uma das mais premiadas companhias de Espanha e já apresentou no FITEI todas as suas criações. Vejamos a lista de alguns dos prémios:
Primer premio mejor espectáculo, mejor interpretación masculinay premio del público a mejor espectáculo por “Exitus”XXXII Certamen de Teatro Arcipreste de Hita (Guadalajara, 2010)
Premio especial del jurado por “Exitus”Certamen de Teatro La Garnacha en Haro (La Rioja, 2009)
Premio a la mejor dirección por “Entrañas”Festival de Teatro Ciudad de Palencia (Palencia, 2006)
Premio Zapatilla de Oro Artez espectáculo revelación (2004) por “Folie a Deux”
Premio Mejor Obra por “Folie a Deux”Asociación de espectadores del Teatre del Mar (Palma de Mallorca, 2004)
Segundo premio mejor espectáculo y premio del público por “Folie a Deux”XXV Certamen de Teatro Arcipreste de Hita (Guadalajara 2003)
Premio del público mejor espectáculo por “Folie a Deux”Feria de Teatro de Aragón (Huesca, 2003)
Premio San Miguel mejor obra de sala por “Folie a Deux”XXXIII Feria de Teatro en la Calle de Tàrrega 2003
Premio mejor interpretación masculina por “Folie a Deux”Certamen Nacional de Teatro Garnacha en Haro (La Rioja, 2003)
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
O Varazim Teatro acolhe um espectáculo do Teatro Art'Imagem
O Varazim Teatro acolhe um espectáculo do Teatro Art'Imagem, tornando assim possível, o Teatro acontecer novamente no 1º sábado de cada mês, na cidade da Póvoa do Varzim.
“AS VEIAS ABERTAS DA HUMANIDADE – MEMÓRIA DE AMOR E GUERRA”, no dia 7 de Dezembro, pelas 22 horas, no Auditório Municipal da Póvoa de Varzim, é um espectáculo baseado na obra do multifacetado escritor, jornalista e pensador uruguaio Eduardo Galeano autor de “As Veias Abertas da América Latina”, uma voz singular da actual literatura e do pensamento latino-americano, ainda praticamente desconhecido em Portugal onde só algumas (muito poucas) dos seus livros foram publicados, o último em Outubro de 2011 “Os Nascimentos” o primeiro volume da sua importante trilogia “Memória do Fogo”, numa edição Livros de Areia. Os textos escolhidos para esta peça têm por base as obras “ O Livro dos Abraços”, “ Memória do Fogo – Os Nascimentos”, “Vagamundo”, “De Pernas Para o Ar – A Escola do Mundo ao Contrário”, “O Teatro do Bem e do Mal”, “Os Espelhos – Uma História Quase Universal” e “Os Filhos dos Dias”, embora se alarguem à sua obra em geral.Pretende esta encenação dar “consistência teatral” aos variados géneros literários utilizados por Galeano, optando por uma narrativa cénica “aparentemente” sequencial para desvencilhar-se do “fio de Ariane discursivo” que envolvem os mais de vinte textos escolhidos para chegar ao palco.
“AS VEIAS ABERTAS DA HUMANIDADE – MEMÓRIA DE AMOR E GUERRA”, no dia 7 de Dezembro, pelas 22 horas, no Auditório Municipal da Póvoa de Varzim, é um espectáculo baseado na obra do multifacetado escritor, jornalista e pensador uruguaio Eduardo Galeano autor de “As Veias Abertas da América Latina”, uma voz singular da actual literatura e do pensamento latino-americano, ainda praticamente desconhecido em Portugal onde só algumas (muito poucas) dos seus livros foram publicados, o último em Outubro de 2011 “Os Nascimentos” o primeiro volume da sua importante trilogia “Memória do Fogo”, numa edição Livros de Areia. Os textos escolhidos para esta peça têm por base as obras “ O Livro dos Abraços”, “ Memória do Fogo – Os Nascimentos”, “Vagamundo”, “De Pernas Para o Ar – A Escola do Mundo ao Contrário”, “O Teatro do Bem e do Mal”, “Os Espelhos – Uma História Quase Universal” e “Os Filhos dos Dias”, embora se alarguem à sua obra em geral.Pretende esta encenação dar “consistência teatral” aos variados géneros literários utilizados por Galeano, optando por uma narrativa cénica “aparentemente” sequencial para desvencilhar-se do “fio de Ariane discursivo” que envolvem os mais de vinte textos escolhidos para chegar ao palco.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Nova colecção de livros de teatro
O Teatro da Terra estreou AMARRADA À TUA MÃO de José Fialho Gouveia, encenação de Maria João Luís, na Sexta-feira, 29 de Novembro, às 21h30, no Teatro Cinema de Ponte de Sor, peça que pode ser vista naquele espaço até ao dia 8 de Dezembro.
No dia da estreia, realizou-se também a sessão de lançamento de três livros de teatro da colecção Originais Teatro da Terra, com a presença dos autores Nuno Milagre, João Monge e José Fialho Gouveia.
No dia da estreia, realizou-se também a sessão de lançamento de três livros de teatro da colecção Originais Teatro da Terra, com a presença dos autores Nuno Milagre, João Monge e José Fialho Gouveia.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
AS ONDAS a partir de Virginia Woolf
Até 15 de Dezembro, na Sala Ribeira, em Liboa, pode ver-se AS ONDAS, a partir de Virginia Woolf, uma criação de Sara Carinhas, com Cristina Carvalhal, Lígia Roque, Miguel Loureiro, Simão Do Vale e Sofia Dinger.
“A porta abre-se, a porta não pára de se abrir.” Lá dentro da casa branca: o Bernard, o Louis, a Susan, a Rhoda e a Jinny. Cinco amigos que lutam com o “laço do tempo”, em torno da mesa com três flores vermelhas.Cá fora o sol move-se ao longo de um dia, e faz mudar o mar, que bate com força na praia.
“A porta abre-se, a porta não pára de se abrir.” Lá dentro da casa branca: o Bernard, o Louis, a Susan, a Rhoda e a Jinny. Cinco amigos que lutam com o “laço do tempo”, em torno da mesa com três flores vermelhas.Cá fora o sol move-se ao longo de um dia, e faz mudar o mar, que bate com força na praia.
domingo, 1 de dezembro de 2013
Fernanda, quem falará de nós, os últimos?
Fernanda não é propriamente um espectáculo. É uma celebração, uma elegia ritual que na tristeza funda do acontecimento morte celebra um amor impossível, amor passado e presente, um nome, Fernanda, o corpo e o seu espectro: “todos os teus odores, todas as tuas cores, todos os teus ruídos, me cingem, impelem, para dentro de mim próprio” […] “realizaste o único verdadeiro milagre, o do encontro na terra, cujo sentido se encontra gravado a letras de fogo no mais profundo de mim mesmo”. Ernesto escreve Fernanda como luto imediato e suicida - morre pouco depois da escrita do livro, a Fernanda morreu ensaiando o anjo de As Barcas, de Gil Vicente, no Teatro Nacional de São João.
Encontraram o corpo, caído na alcatifa, no quarto do antigo Hotel Batalha, e sobre a cama um livro, a cigarreira e um colar. Os actores morrem assim, entre um papel e outro, fora de casa, fumando cigarros cortados ao meio entre palavras sabidas de cor, a fazerem de anjos - ou de diabo.
Prosas e poemas de Fernanda, de Ernesto Sampaio, encenação de Fernando Mora Ramos e interpretação de Joana Carvalho e Fernando Mora Ramos. Uma produção do Teatro da Rainha que estará em cena no Teatro Garcia de Resende, Évora, nos dias 6 e 7 de Dezembro.
Prosas e poemas de Fernanda, de Ernesto Sampaio, encenação de Fernando Mora Ramos e interpretação de Joana Carvalho e Fernando Mora Ramos. Uma produção do Teatro da Rainha que estará em cena no Teatro Garcia de Resende, Évora, nos dias 6 e 7 de Dezembro.
sábado, 30 de novembro de 2013
Bodas de sangre' com dramaturgia e direcção de Jorge Eines
Estreia no dia 5 de Dezembro, no Centro Dramático Nacional, em Madrid a adaptação da obra de Federíco García Lorca 'Bodas de sangre' com dramaturgia e direcção de Jorge Eines, no Teatro Valle Inclán, onde ficará em cena até 12 de Janeiro.
'Bodas de sangre' constitui, junto com La Casa de Bernarda Alba e Yerma, o mais significativo da obra de Garcia Lorca e as peças mais representadas.
Esta 'Bodas de sangre' é uma aposta na poesia lorquiana imersa nas raízes flamengas onde a tragédia andaluza se converte em teatro.
'Bodas de sangre' constitui, junto com La Casa de Bernarda Alba e Yerma, o mais significativo da obra de Garcia Lorca e as peças mais representadas.
Esta 'Bodas de sangre' é uma aposta na poesia lorquiana imersa nas raízes flamengas onde a tragédia andaluza se converte em teatro.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
O DIA DA COISA
DIA DA COISA - Inauguração do novo espaço de criação da Companhia João Garcia Miguel no dia 30 de Novembro, em Torres Vedras.
O Dia da Coisa marca a inauguração da COISA, novo espaço cultural e de criação da Companhia João Garcia Miguel. Um dia de festa a não perder em Torres Vedras, a 30 de novembro, sábado, das 11h00 às 03h00 da manhã, entrada livre, com projeto de música a solo de Manuel João Vieira, passando pela música do violinista local Mestre Alfredo Nunes da Cunha, bem como pela atuação da Banda Filarmónica dos Bombeiros Voluntários de Torres Vedras, visitando o som do grupo local de rock, spoken word e poesia Blood Brook, tendo ainda espaço para um concerto de música improvisada dos PHARMÁCIA e um leilão de arte. Diana Coelho e Paulo Arraiano apresentam-nos ‘(EN)LIGHTMENT’, uma performance multimédia, e Félix Lozano, Gil Dionísio e Andreia Pinheiro, apresentam-nos ‘Três Tristes Textos’, entre muitas outras coisas tais como: um concerto de música punk-rock das ANARCHIKS; um concerto de música experimental dos LAVOISIER e um Dj Set com música ambiente.
Na programação permanente, destaque para a participação de Kruella D’Enfer e Akacorleone com pintura ao vivo de um mural na COISA, e para as exposições de desenho e pintura de Luís Guerra, ilustração de Rodrigo Gonçalves e pintura de Cristina Robalo Pinto. Uma exposição colectiva com curadoria de Miguel Lopes. Também será possível ver trabalhos de videoart com Thelma Bonavita, Filipa Guimarães, Thais Guimarães e Jorge Reis.
O Dia da Coisa marca a inauguração da COISA, novo espaço cultural e de criação da Companhia João Garcia Miguel. Um dia de festa a não perder em Torres Vedras, a 30 de novembro, sábado, das 11h00 às 03h00 da manhã, entrada livre, com projeto de música a solo de Manuel João Vieira, passando pela música do violinista local Mestre Alfredo Nunes da Cunha, bem como pela atuação da Banda Filarmónica dos Bombeiros Voluntários de Torres Vedras, visitando o som do grupo local de rock, spoken word e poesia Blood Brook, tendo ainda espaço para um concerto de música improvisada dos PHARMÁCIA e um leilão de arte. Diana Coelho e Paulo Arraiano apresentam-nos ‘(EN)LIGHTMENT’, uma performance multimédia, e Félix Lozano, Gil Dionísio e Andreia Pinheiro, apresentam-nos ‘Três Tristes Textos’, entre muitas outras coisas tais como: um concerto de música punk-rock das ANARCHIKS; um concerto de música experimental dos LAVOISIER e um Dj Set com música ambiente.
Na programação permanente, destaque para a participação de Kruella D’Enfer e Akacorleone com pintura ao vivo de um mural na COISA, e para as exposições de desenho e pintura de Luís Guerra, ilustração de Rodrigo Gonçalves e pintura de Cristina Robalo Pinto. Uma exposição colectiva com curadoria de Miguel Lopes. Também será possível ver trabalhos de videoart com Thelma Bonavita, Filipa Guimarães, Thais Guimarães e Jorge Reis.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Obra de Chico Buarque em Madrid
A companhia Teatro defondo escolheu para a sua última criação o texto de Francisco Buarque de Hollanda A Ópera do Malandro.
O espectáculo está em cena em Madrid, no Círculo de Belas Artes.
A direcção cénica é de Vanessa Martínez e a direcção musical de Pedro Moreno.
Quatro reconhecidos músicos (Pedro Moreno, Carlos Mankuzo, Manu Sanz e Adrián Alvarado) e mais de uma dezena de actores e cantores interpretam esta partitura de um dos autores mais prestigiados e populares do Brasil. A Ópera do Malandro é, segundo a nota da produção, uma peça cheia de acidez, contra o poder e a corrupção. Chico Buarque concebeu A Ópera do Malandro como adaptação da Ópera dos Mendigos, de John Gay e A Ópera dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht e Kurt Weill.
A direcção cénica é de Vanessa Martínez e a direcção musical de Pedro Moreno.
Quatro reconhecidos músicos (Pedro Moreno, Carlos Mankuzo, Manu Sanz e Adrián Alvarado) e mais de uma dezena de actores e cantores interpretam esta partitura de um dos autores mais prestigiados e populares do Brasil. A Ópera do Malandro é, segundo a nota da produção, uma peça cheia de acidez, contra o poder e a corrupção. Chico Buarque concebeu A Ópera do Malandro como adaptação da Ópera dos Mendigos, de John Gay e A Ópera dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht e Kurt Weill.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Em Direção aos Céus apresentado no Porto
O texto de de Ödön von Horváth Em Direção aos Céus, tradução de Maria Gabriela Fragoso e encenação de Rodrigo Francisco será apresentado no Porto, no Teatro Nacional S. João. Produção da Companhia de Teatro de Almada.
Sobre Em direcção aos céus, escrita em 1934, Horváth afirmou tratar-se de “uma comédia sem truques de magia: dado o momento que vivemos, creio que este tipo de teatro pode ser bastante útil, uma vez que nos permite abordar temas de que não nos seria possível falar de outra forma”. Estreada em Dezembro de 1937 em Viena, a peça só viria a ser publicada em 1970. Ao servir-se do mundo do teatro para criar uma metáfora sobre as relações políticas e sociais do seu tempo, Horváth manipula com particular virtuosismo um ambiente feérico (onde não deixam de intervir directamente o próprio S. Pedro e Belzebu em pessoa) para denunciar a corrupção e as lutas pelo poder entre as classes dirigentes.
Sobre Em direcção aos céus, escrita em 1934, Horváth afirmou tratar-se de “uma comédia sem truques de magia: dado o momento que vivemos, creio que este tipo de teatro pode ser bastante útil, uma vez que nos permite abordar temas de que não nos seria possível falar de outra forma”. Estreada em Dezembro de 1937 em Viena, a peça só viria a ser publicada em 1970. Ao servir-se do mundo do teatro para criar uma metáfora sobre as relações políticas e sociais do seu tempo, Horváth manipula com particular virtuosismo um ambiente feérico (onde não deixam de intervir directamente o próprio S. Pedro e Belzebu em pessoa) para denunciar a corrupção e as lutas pelo poder entre as classes dirigentes.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
VIII Festival Beckett Buenos Aires
Entre os dias 28 de Novembro 7 de Dezembro, acontece o VIII Festival Beckett Buenos Aires no Teatro Beckett, Teatro La Mueca,
Espacio Urbano e Teatro Shakespeare da capital argentina.
A oitava edição do Festival Beckett Buenos Aires, que é dirigido por Patricio Orozco, tem como objectivo mostrar a obra do autor irlandês. Desde 2006, apresentam-se todos os anos, elencos argentinos e internacionais de obras escritas por Beckett ou baseadas no seu trabalho.
A oitava edição do Festival Beckett Buenos Aires, que é dirigido por Patricio Orozco, tem como objectivo mostrar a obra do autor irlandês. Desde 2006, apresentam-se todos os anos, elencos argentinos e internacionais de obras escritas por Beckett ou baseadas no seu trabalho.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
NAO D´AMORES | PENAL DE OCAÑA em MADRID
NAO D´AMORES, companhia dirigida por Ana Zamora está a apresentar em Madrid, até ao final de Novembro, a sua última criação PENAL DE OCAÑA.
Baseado no diário da filóloga María Josefa Canellada, que sendo estudante de Letras em Madrid no ano de 1936, decide trabalhar como enfermeira e assim enfrentar a realidade, não épica nem política, mas humana da Guerra Civil Espanhola. Um espectáculo sobre como a nossa responsabilidade moral enquanto indivíduos, pode tornar-se universal.
domingo, 24 de novembro de 2013
Mimonerías Clown estreou El Tendedero
El Tendedero é um estendal para expor as intimidades, alegrias e fracassos, despir a alma para florescer.
A estreia realizou-se no dia 20 de Novembro no El Teatrico, em Medellin. No dia 24, o grupo apresentará o mesmo trabalho no Teatro Lido.
Mimonerías Clown é formado por três criadores e nasceu em 2004, em Medellin, Colômbia, centrando a sua actividade criativa na abordagem de situações do quotidiano e fantásticas de carácter lúdico, cómico, didáctico e pedagógico, utilizando a técnica do mimo, do clown e das marionetas.
sábado, 23 de novembro de 2013
AS RELAÇÕES DE CLARA, pelo TEP
AS RELAÇÕES DE CLARA, da dramaturga contemporânea alemã Dea Loher, com
encenação de Luís Varela, estreou no Auditório
Municipal de Gaia e permanecerá em cena até 15 de Dezembro.
“Clara era redactora técnica. Livros de instruções para electrodomésticos: ferros de engomar, máquinas de secar roupa... Clara provocaram o seu despedimento. A família próxima de Clara, a irmã doméstica e o cunhado bancário, desaprovam a sua decisão. Clara é uma mulher livre. Clara quer saber qual é o seu lugar no mundo neste novo milénio. Clara namora com o jovem Tomás que faz umas vezes isto, outras aquilo: fez uma formação profissional como talhante, foi barman, motorista duma empresa de entrega de encomendas, vendedor de roupas de homem... agora tem uma loja de velharias. Tomás tem também uma amante: uma professora de biologia reformada. Clara está muito optimista: quase teve um emprego como arquivista no Museu de história natural, quase trabalhou como cobaia na indústria farmacêutica... foi dar sangue no Hospital por vinte cinco euros. O cunhado de Clara quer começar uma vida nova, cheia de aventuras: faz no banco um desfalque de 34 mil euros para dar a Clara e partir com ela, talvez, para um safari em África. Clara é amante dum médico do Hospital. Vive num quarto sórdido na Pensão Rosa. A irmã de Clara descobre-se apaixonada pela professora de biologia e vive agora com ela: arranjou um emprego como chefe de vendas na loja de recordações do Parque de diversões. Está feliz. Clara prostitui-se? Clara suicida-se. Um misterioso chinês sem nome salva-a in extremis?” (Luís Varela)
Um nova produção do Teatro Experimental do Porto, nesta nova fase, em ano de comemoração dos 60 anos de representações.
“Clara era redactora técnica. Livros de instruções para electrodomésticos: ferros de engomar, máquinas de secar roupa... Clara provocaram o seu despedimento. A família próxima de Clara, a irmã doméstica e o cunhado bancário, desaprovam a sua decisão. Clara é uma mulher livre. Clara quer saber qual é o seu lugar no mundo neste novo milénio. Clara namora com o jovem Tomás que faz umas vezes isto, outras aquilo: fez uma formação profissional como talhante, foi barman, motorista duma empresa de entrega de encomendas, vendedor de roupas de homem... agora tem uma loja de velharias. Tomás tem também uma amante: uma professora de biologia reformada. Clara está muito optimista: quase teve um emprego como arquivista no Museu de história natural, quase trabalhou como cobaia na indústria farmacêutica... foi dar sangue no Hospital por vinte cinco euros. O cunhado de Clara quer começar uma vida nova, cheia de aventuras: faz no banco um desfalque de 34 mil euros para dar a Clara e partir com ela, talvez, para um safari em África. Clara é amante dum médico do Hospital. Vive num quarto sórdido na Pensão Rosa. A irmã de Clara descobre-se apaixonada pela professora de biologia e vive agora com ela: arranjou um emprego como chefe de vendas na loja de recordações do Parque de diversões. Está feliz. Clara prostitui-se? Clara suicida-se. Um misterioso chinês sem nome salva-a in extremis?” (Luís Varela)
Um nova produção do Teatro Experimental do Porto, nesta nova fase, em ano de comemoração dos 60 anos de representações.
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