segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Valle-Inclán é representado pela primeira vez na China

A companhia Atalaya dá a conhecer Valle-Inclán ao público chinês com a representação de 'Divinas palabras'.

A companhia sevilhana, vencedora do prémio Nacional de Teatro em Espanha, começou a sua digressão internacional com a obra 'Divinas Palabras' de Valle-Inclán, no Pekín Beijing Fringe Festival, nos dias 17 e 18 de Setembro e continuará no National Theatre Concert Hall de Taipei nos próximos dias 23, 24 e 25 de Setembro.

domingo, 18 de setembro de 2011

Arte e Mulher | Curso organizado pela Fundação Internacional das Artes de Madrid

‘ARTE Y MUJER - Estrategias de ocultación y modelos de recuperación’, curso dirigido por Carlos Delgado Mayordomo, comissário de arte e crítico independente, é organizado em Madrid pela Fundación Internacional de las Artes, FIArt.

Este curso de iniciação apresenta uma panorâmica geral da história da arte através da figura da mulher como agente criador. De forma transversal analisam-se as causas e consequências da ausência da mulher na historiografia artística tradicional, os complexos processos que determinaram a sua recuperação nos estudos críticos contemporâneos e os diferentes campos da sua intervenção.

O curso abordará os seguintes conteúdos:
Sexo, género e patriarcado
A historiografia como estrutura de poder
A puta sabida e a imagem da mulher na Idade Média
Freiras e santas: mulheres criadoras na arte medieval
Um renascimento masculino
Morte de mulheres: a caça às bruxas
Novas perspectivas no século XVI: laboratório e individualidade
Mulheres pintoras do barroco europeu
O problema das Academias
Barroco e ilustração: a mulher criadora no século XVIII
Sexo, classe e poder no século XIX
Modernidade, vanguarda e a nova mulher
Primeiras práticas artísticas feministas
A voz travestida
Género, migração e globalização
Teoria queer, transfeminismo e mircro-políticas de género

sábado, 17 de setembro de 2011

Declaração dos Promotores do protesto “Artistas e Públicos Indignados”

“A nossa capacidade de indignação pode e deve levar-nos a ações construtivas, motivadas pela recusa da passividade e da indiferença. (…) Saber dizer sim. Agir. Combater. Participar na insurreição pacífica o que nos permite dar resposta a um mundo que não nos agrada. Numa palavra: empenhar-nos!” afirma o filósofo Stéphane Hessel.

Artistas e Públicos Indignados é uma “revolta! de gente da “cultura” perante uma conjuntura que representa um retrocesso civilizacional em termos de direitos de cidadania, uma “revolta” que é intérprete não só de um sentimento colectivo de desalento, ainda difuso, e que deseja encontrar uma linguagem certa para o denunciar.

Esta iniciativa de protesto dos sectores das Artes e da Cultura pretende promover a unidade de todas as diferenças sem as anular, não querendo ser patamar de divisão ou de sectarismo sectorial; deseja, isso sim, dar visibilidade a um movimento geral de indignação de artistas, criadores e demais trabalhador@s face ao actual estado de degradação, desinvestimento e desertificação do sector das Artes e da Cultura. Pretende, também, dar voz aos Públicos, que a ela têm direito, para que possam ser espectadores emancipados.

Este é um protesto que emerge, organicamente, da força conjunta de um país a requerer mais e melhor democracia, mais qualidade de vida e que luta também pela requalificação das condições de criação e pelo direito aos seus tempos de fruição e de reflexão.
A Arte e a Cultura são os elementos vitais para a construção de um mundo melhor, tecido de diálogos entre visões e entendimentos diferentes do mundo.

Queremos que a Arte e a Cultura nos ajudem a fazer um país melhor, um país que questione, critique e altere um modelo de sociedade que claramente falhou.

Artistas e Públicos Indignados fazem ouvir a sua voz no dia 17 de Setembro, pelas 17h na Praça do Rossio, e em qualquer lugar do país, e decidem habitar criativamente a rua com a sua arte e cultura.

Promotores:
Dolores de Matos, programadora, encenadora e actriz
Eugénia Vasques, Prof. Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, crítica teatral
Joaquim Paulo Nogueira, dramaturgo e investigador
Leonor Areal, cineasta
Margarida Paredes, escritora, antropóloga
Mário Nuno Neves, autarca e publico muito indignado
Paulo Raposo, Prof. Instituto Universitário de Lisboa/ISCTE, antropólogo
Patricia Freire, programadora cultural
Rui Rebelo, músico
Sara Gonçalves, actriz

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

CAPUCHINHO VERMELHO XXX

"Gostamos de desafios, e voltar ao Capuchinho Vermelho, criado em 89 pelo João Paulo, agora nesta nova versão é mergulhar nesse universo delirante e hard-core tão peculiar e divertido onde os objectos se transformam em marionetas comestíveis".

O Edgard Fernandes é o actor/intérprete desta nova versão agora em estreia no FIMP Festival Internacional de Marionetas do Porto.

Já reparou que O Capuchinho Vermelho é uma história na qual não se fala senão de comer?
Este aspecto do conto pareceu interessar João Paulo Seara Cardoso que aqui nos apresenta um saboroso espectáculo de teatro de objectos (perecíveis).

Tudo começa, tranquilamente, sobre a toalha plástica de uma mesa de cozinha um pouco antes da hora do jantar, até ao momento em que… a hortaliça espalhada sobre a mesa se transforma em floresta.

A partir daí o universo oscila, os espaços vacilam, os tempos mudam e assistimos impotentes à metamorfose culinária do conto numa sequência de gestos e de imagens vertiginosas. O personagem, burocrata tímido, lívido, deixa-se levar, no espaço apertado da sua cozinha, por um saboroso delírio de invenções surrealistas.

É um espectáculo hilariante, efémero como uma boa refeição, mas do qual nos recordaremos por muito tempo.

De 16 de Setembro a 1 de Outubro, de terça a sábado, às 23h00, no TEATRO DE BELOMONTE

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Art'Imagem estreia a nova produção no Mindelact de Cabo Verde


"Um Punhado de Terra", a mais recente criação do Teatro Art'Imagem, estreia no próximo dia 15 de Setembro, em Cabo Verde, na cidade do Mindelo, em co-produção com o Festival Mindelact - atualmente considerado o principal evento teatral de Cabo Verde e de toda a África Lusófona, tendo ainda sido considerado, em 2005, o mais importante evento teatral do continente africano.

Trata-se de um texto da autoria de Pedro Eiras - pela primeira vez levado a cena - com encenação de José Leitão e interpretação de Flávio Hamilton.

O Mindelact termina no dia 17 de Setembro, com a apresentação de 'Descarnada Señorita', uma produção hispano-polaca.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Pague o que puder para ver A Pedra

As Boas Raparigas regressam ao Estúdio Zero para apresentar “A Pedra” de Marius von Mayenburg numa encenação de Cristina Carvalhal, numa carreira que se estende de 9 a 23 de Setembro.

Cientes das dificuldades que atravessam a sociedade portuguesa, a região norte e consequentemente muito do nosso público, a companhia decidiu facilitar o acesso ao espectáculo e selecionar 3 dias para a iniciativa “Pague o que Puder”.

Assim, a 9, 15 e 22 de Setembro, o público deverá dirigir-se à bilheteira levantando o seu bilhete, pagando por ele o que considerar justo, ou lhe for possível pagar. Nos restantes dias os bilhetes continuam ao preço único de 5 euros.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Materiais Diversos | 3ª edição

Foi divulgada a programação da terceira edição do Festival Materiais Diversos com uma programação pensada para os dias 21 a 30 de Outubro. Minde, Alcanena e Torres Novas recebem novamente o festival que quer ser cruzamento de multiplicidades locais e algumas aventuras transnacionais.

Martim Pedroso mergulha no universo de Raul Brandão para fazer uma crítica social acutilante, François Chaignaud e Cecilia Bengolea (dois dos mais promissores coreógrafos franceses) aproximam-se do mundo dos fantasmas e das suas diversas materializações, Marlene Freitas continua a sua pesquisa coreográfica repetitiva e de transe, Isabel Minhós Martins, Bernardo Carvalho e Suzana Branco deliciam jovens e adultos com uma história do teatro ilustrada interactivamente, Miguel Pereira abre o baú das memórias da população local, Elizabete Francisca e Teresa Silva estreiam um novo dueto, Lula Pena dará um concerto magnífico em Minde e a coreógrafa Filipa Francisco reinventará as relações entre homens e mulheres no seio de um rancho folclórico.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

NÃO SE BRINCA COM O AMOR

Nunca antes apresentado em Portugal, Não se Brinca com o Amor, de Alfred de Musset, é um dos mais belos clássicos de sempre, um verdadeiro drama sobre o amor, o orgulho e a juventude intransigente.

A peça, cuja acção decorre no século XVI, descreve o romance trágico de Camille, uma jovem que abandona o convento, e do seu primo Perdican. Num misto de orgulho e inocência, ambos desafiam o destino ao tratar o amor de forma despeitosa. No desenlace, uma inocente morre e os protagonistas são separados e impossibilitados de viver o verdadeiro sentimento de felicidade.
Não se Brinca com o Amor conta ainda com diversas personagens secundárias que prometem aligeirar a tensão dramática com acompanhamentos divertidos e até mesmo cómicos.

NÃO SE BRINCA COM O AMOR, de ALFRED DE MUSSET, um espectáculo de ARTISTAS UNIDOS, com encenação de JORGE SILVA MELO, em Estreia Absoluta, no dia 16 de Setembro, no Teatro Viriato, em Viseu.

Interpretação de Catarina Wallenstein, Elmano Sancho, Vânia Rodrigues, Américo Silva, António Simão, João Meireles, Pedro Carraca, Alexandra Viveiros, Joana Barros, Diogo Cão e Tiago Nogueira.

domingo, 11 de setembro de 2011

Duas companhias de Valência em co-produção



Peccata Minuta (Déjanos caer en la tentación), uma co-producción das jovens companhias valencianas Francachela e Teatro Íntimo, convida o espectador a uma travessia sensorial pelas debilidades humanas e pelos desejos ocultos num palco especial: os escritórios e os quartos do edifício modernista do Ateneo Sueco del Socorro.

A nova produção de Francachela Teatro e Teatro Intimo, estreia dia 15 Setembro na 22ª Mostra Internacional MIM a Sueca.

PECCATA MINUTA (déjanos caer en la tentación) é uma viagem por diversas habitações onde nos encontraremos cara a cara com o espelho dos desejos escondidos.

sábado, 10 de setembro de 2011

Nova criação do Teatro do Mar



Perto do mar, nenhum lugar é pequeno e o tempo esculpe dentro do coração um murmurar de águas profundas que vence o esquecimento.

“Dias de Espuma” é um espectáculo sobre a memória e, simultaneamente, sobre toda uma cultura: em torno da presença do mar sempre girou a vida, o trabalho, os ganhos e as perdas, as crenças, a espiritualidade, o suor e a festa, o amor e a morte, o medo e a poesia. Apesar da mudança dos tempos e, em nome de uma ideia de progresso, se terem alterado profundamente as nossas vivências, é ainda o mar que nos sustenta o imaginário e os afectos, a esperança e a abertura do olhar.

“Dias de Espuma” é também uma homenagem da Companhia aos homens que elegeram o mar como a sua casa, os pescadores, e a toda uma cultura que, apesar de tudo, ainda persiste na vida e no imaginário colectivo da nossa região e, de uma forma mais ampla, também do nosso país.

Esta criação assinala o ano de celebração do 25ª aniversário da vida de uma Companhia de teatro baptizada com o seu mais importante elemento geográfico e cultural: o Teatro do Mar.

Criação e encenação de Julieta Aurora Santos, com Carlos Campos, Luís João Mosteias, Sandra Santos e Sérgio Vieira.

Estreou no CENTRO DE ARTES DE SINES, no dia 3 de Setembro e tem reposições marcadas para os dias 12,13 e 14.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

"Una Mujer en Campaña", um solo de María Rosa Frega


María Rosa Frega volta a apresentar-se em palco com um monólogo, novamente escrito e encenado por Mariano Moro, intitulado "Una Mujer en Campaña" e está em cena no Teatro Moliére de Buenos Aires

A história de uma mulher que chega ao palco sem saber onde está. Depois do êxito alcançado com "La suplente', a actriz María Rosa Frega regressa com esta obra que foi nomeada em 2010 para o Prémio Estrella de Mar como Melhor Solo Humorístico e Melhor Actriz Protagonista de Comédia.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Artistas Unidos no Mirita Casimiro

"O Envelope" de Spiro Scimone, estará em cena no Teatro Mirita Casimiro de 9 a 11 de Setembro.

Depois da apresentação de “O Saguão” de Spiro Scimone, os Artista Unidos voltam a uma escrita intensa, frenética, construída com diálogos curtos e directos, criando inesperados efeitos, ora cómicos, ora trágicos, conforme afirmou Jorge Silva Melo: "Decidimos voltar. Com “O Envelope”, entramos no universo de Kafka, nos meandros da violência da discriminação. As personagens não são apenas vítimas, mas também executores dessa violência. Um mundo onde os valores humanos pouco contam. Um mundo que teimosamente queremos denunciar".

Spiro Scimone, siciliano nascido em 1964, diz escrever “não por ter necessidade de escrever, mas para imaginar uma partitura, um material que possa ser possuído pelo corpo, a alma e a voz até obter uma língua de teatro”. Criador de uma nova linguagem teatral, marcada por longas pausas no ritmo, Scimone vence, em 2002, o Leão de Ouro de Veneza para melhor estreia com “Nunzio”. Obras pautadas pela sádica comédia de uma seriedade muito própria. Obras de uma visão muito específica sobre a realidade que nos rodeia.

Tradução Ana Maria Bigotte Vieira e Clelia Bettini, encenação de Jorge Silva e interpretação Bruno Huca, Daniel Martinho, João de Brito e Luís Barros.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Começa a FiraTarrega 2011


A Fira del Teatre Trifulques i Xim Xim al Carrer nasceu em 1981, graças à iniciativa do alcaide de Tàrrega, Eugeni Nadal, e fruto de uma confluência de ideias: converter a Fiesta Mayor da cidade numa grande festa; animar a população para participar e a implicar-se e pôr o urbanismo da cidade ao serviço de um projecto cultural, neste caso o teatro. Para dar os primeiros passos neste projecto, Nadal contou com a cumplicidade de Xavier Fàbregas, chefe do Serviço de Cinematografia e Teatro da Generalitat de Catalunya e de Joan Font, director da Companhia Comediants.

A Firatarrega tornou-se rapidamente no maior acontecimento de teatro de rua de todo o estado espanhol. Inicia no dia 8 a edição de 2011, onde são apresentados largas dezenas de espectáculos, distribuídos pela programação oficial, a paralela, os realizados pelas diversas empresas de distribuição e ainda por centenas de espontâneos. É uma ocupação total da pequena cidade da Catalunha.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Traición, de Harold Pinter


Na capital espanhola está no cartaz do Teatro Español, Traición, de Harold Pinter entre 2 e 25 de Setembro de 2011, interpretado por Will Keen, Alberto San Juan e Cecilia Solaguren.

Escrita em 1978, esta obra apresenta os rasgos mais característicos do estilo de Pinter.

Esta montagem constitui o primeiro trabalho de Asamblea de Traidores, uma cooperativa de profissionais de teatro.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Não Gosto | Conferências de Jorge Silva Melo

A segunda conferência de Jorge Silva Melo do ciclo 'Não Gosto' vai realizar-se na Culturgest, dia 10 de Outubro e tem como tema 'Não gosto de programadores, não sei o que fazem'.

Já lá vão mais de 50 anos a ver e, mais tarde, a fazer teatro. Desde Mar de Miguel Torga, pelo TEP (em 1960? 61?), encenação de António Pedro, com a minha depois amiga Dalila Rocha, no Teatro Variedades, até ao Não se brinca com o amor de Alfred de Musset (esse que se perguntou “Com que sonham as raparigas?”), que estreamos em Viseu, em Setembro de 2011. E já vi passar tanta coisa, críticos que surgiram, aterrorizaram as hostes durante nove meses e desapareceram ou se tornaram directores de televisões (sim, sim), amigos que foram ministros, ministros que se tornaram inimigos, programadores que não sei quem os inventou, directores de teatro, directores-gerais que encontro, frustrados, impotentes, reformados, tanta gente que andou pelas estreias (“hoje está cá fulano”, até se diz nos camarins, como se isso fosse determinante) e se foi indo embora. E que deixaram? Apetece-me lembrar-me dos seus percursos (alguns), das suas promessas, das suas derrotas, das suas ilusões, dos seus fracassos. E dizer que não gosto, não gosto mesmo nada, não gostei nem gosto. Não gosto dos críticos que temos (e dos que tivemos?), não gosto dos programadores-autores (que temos e teremos?), dos ministros, directores-gerais sempre nomeados que nem Sísifos e a refazer leis que nem Penélope eliminando pretendentes, não gosto. Não digo das pessoas, até há de quem gosto e gostarei: é das funções, do tempo que perdem, do tempo que fazem perder, do mundo que tapam. Por isso vou dizer tudo e espero que olhos nos olhos. E, porque gosto de happy-ends, dizer que gosto, gosto de actores, actrizes, técnicos.
Jorge Silva Melo

Reabertura do Centro de Documentação do Teatro Nacional S. João

O Centro de Documentação do Teatro Nacional São João reabriu no dia 1 de Setembro. O horário de abertura ao público é das 14,30h às 18,00h de segunda-feira a sexta-feira. Funciona no Mosteiro de São Bento da Vitória, Rua de São Bento da Vitória, Porto.

O Centro de Documentação surgiu para contrariar a efemeridade do gesto criativo e desdramatizar os efeitos de várias maldições documentais. Iniciou um sempre inacabado processo de recolha e tratamento de todo o material de carácter documental criado pelo TNSJ, disponibilizando-o dentro e fora de portas. Gere, desde 2001, uma base de dados, o Cinfo – Centro de Informação (alojado em www.tnsj.pt), que referencia os documentos fisicamente existentes no Centro de Documentação, funcionando igualmente como biblioteca online.

domingo, 4 de setembro de 2011

Prémios do público em Ciudad Rodrigo


“Correr o fado", da companhia portuguesa Quorum Ballet ganhou o prémio de Melhor Espectáculo de Sala na 14ª Edição da Feria de Teatro de Castilla y León, ex-ecquo com “Caramelo” da companhia sevilhana Caramala. A Mensão especial para o Melhor Espectáculo de Rua foi atribuido a “El pianista del agua” da companhia catalã Efímer. Estes prémios são atribuidos pela associação “Amigos del Teatro de Ciudad Rodrigo” que distinguiu também “Smile” criado pela companhia daquela comunidade Teatro La Sonrisa, como melhor espectáculo para crianças.

sábado, 3 de setembro de 2011

Uma polifonia cénica em 9 idiomas

Transit, dirigida por Marcelo Díaz (Argentina, 1955) põe em cena sete homens e mulheres de sete países que se comunicam em nove idiomas diferentes. Despedidas, ausências, desespero ou anseios refletem a realidade do inmigrante num palco onde se superam as barreiras do idioma.

Uma polifonia cénica em 9 idiomas reposta no palco da Cuarta Pared, em Madrid. Até 25 de Setembro.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Dança contemporânea no CELCIT

Na sala do CELCIT, Moreno, estreiam dia 2 de Setembro os espectáculos Meñique e Me perdi de mí, integrados no ciclo de dança contemporânea COCOA EN EL CELCIT.

Meñique é uma ideia original de Victoria Keriluk, com coreografia de Natacha Berezan, Lucía González, Victoria Keriluk.

Me perdi de mí, do Grupo Dispositivo Tanza, é interpretado por Luciano De Luca, Luciana Paula Martínez e Jazmín Titiunik, a partir da ideia de Heidi Ibeth Álvarez Altuna.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

26º Festivale






Começa hoje em São Paulo, numa organização da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, o 26º Festivale.

Em 26 edições, esta é a primeira vez que o Festivale programa tantas atividades, 123 ao todo, espalhadas por 41 espaços entre ruas, praças, parques, teatros, bibliotecas, espaços culturais, escolas e outros ambientes, como autocarros e carretas que se transformam em palco.

O 26º Festivale termina dia 11, com uma grande variedade de espetáculos teatrais para todos os gostos e idades.